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O revolucionário Danton – Um dos responsáveis pela Constituinte

8 de jun de 2010

Revolução Francesa 2/8
"Questão de nº 65 do livro Consolador
O homem que guarda responsabilidade nos cargos públicos da Terra responde, no plano espiritual, pelas ordens que cumpre e faz cumprir?
Resposta do Benfeitor Emanuel:
A responsabilidade de um cargo público, pelas suas características morais, é sempre mais importante que a concedida por Deus sobre um patrimônio material. Daí a verdade que, na vida espiritual, o depositário do bem público responderá sempre pelas ordens expedidas pela sua autoridade, nas tarefas da Terra."

Comentários de Luciano:
Georges Jacques Danton, advogado francês, foi um dos Pais da Revolução, no meu ponto de vista; foi um francês de grandes valores, tornou-se um líder das massas populares, apesar de ter desvirtuado um pouco de seus ideais no auge da revolução, acabou tomando ciência da necessidade de resgatar seus antigos valores iluministas com muita bravura até seus últimos dias de existência terrena.
Tornou-se membro da sociedade dos amigos da Constituição, um dos fundadores do Partido Jacobino que representava os menos favorecidos.
Fez parte na promulgação da Assembléia Constituinte de 1789, fez parte da proclamação da República contra o reinado de Luis XVI e de Maria Antonieta, que não tinham grandes preocupações com a população miserável. Naquela época, o valor da moeda era a farinha com que se confeccionava o pão que matava a fome da população. Foram tempos difíceis e inflacionários onde o preço da farinha chegou a ser assustador, fazendo com que a população pobre não pudesse nem confeccionar seu pobre pão, existe até uma fala de Maria Antonieta que diz: "Se o povo não tem pão, que eles comam bolo", isso fez com que a população criasse mais animosidade contra a rainha de um casamento arranjando para fortalecer a aliança entre a Prússia e a França, ela jamais teve preocupação com o povo francês.
Como a criatura humana traz em seu íntimo instintos primitivos, os líderes republicanos, para dar mostra de seu poder, tomaram medidas grotescas: para oficializar a Proclamação da República, seria necessário guilhotinar o rei Luis XVI e Maria Antonieta. O intuito era deixar claro para o povo que o poder opressor e injusto da monarquia estaria extinto com a morte de ambos.
Pouco tempo depois, o revolucionário jacobino Danton acabou sendo substituído por outro revolucionário, o Dr. Robespierre, escolhido por seu partido.
A substituição deu-se porque Danton defendia posições mais moderadas, como a "reação dos burgueses contra a Lei do Preço Máximo". A partir de então, Danton se tornou personagem coadjuvante da revolução e retornou para sua terra natal.
Danton voltou a ter um papel importante na Revolução quando se sentiu no dever de defender as verdadeiras idéias revolucionárias que foram deturpadas pelos jacobinos pós-governo Danton.
Sua volta triunfal como líder dos opressores deu-se no período do governo de Robespierre, ele voltou à França na condição de cidadão, mas como um líder partidário, e começou a confabular contra o governo tirano da época. Seu objetivo era defender os ideais da revolução contra a opressão da "Era do Terror" implantado pelo seu sucessor Robespierre.
Danton também era um grande formador de opinião e voltou a ter o favoritismo da classe opressora que continuava na miséria mesmo depois da queda de Luis XVI. As promessas dos jacobinos à população foram meias-verdades, pois a miséria permanecia.
Danton tentou convencer o povo de que os ideais da revolução foram adulterados, com isso Robespierre sentiu-se obrigado a confabular uma falsa conspiração, deixando Danton como um desertor ativista; o objetivo do verdugo era colocar fim à vida dele.
Após muitos dias de julgamento e rebeliões em Paris, Danton acabou condenado à morte por conspiração e, assim, morreu guilhotinado juntamente com mais 14 revolucionários que lutavam contra as idéias de Robespierre que espalhara o Terror e morte a mais de 40.000 franceses que foram considerados "personas non gratas e contra revolucionários".
Antes de morrer, Danton pediu para que sua cabeça fosse exposta ao povo para que todos guardassem em sua memória aquela cena de injustiça e falsidade, antes de ser decapitado lamentou morrer antes de Robespierre.
Mediante fatos históricos, dá para perceber com clareza que Danton, apesar de ter participado do processo da extinção da monarquia, foi comparsa em muitas mortes, mas quando a Era do Terror espalhou-se, notamos que a voz de Deus clamou em sua consciência e fez com que ele sentisse necessidade de se redimir. Ele acabou dando sua vida na condição de espírito abnegado para colocar fim às insanidades da Era do Terror. Sua morte serviria para mostrar ao povo que a Era do Terror foi além dos limites da revolução, que estava ceifando a vida até de seus fundadores.
Desça com a barra de rolagem que você encontrará a continuação R.F. 3/8.
 
Autor: Luciano Oliveira

 

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