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O revolucionário Marat

8 de jun de 2010


Revolução Francesa 4/8
"Questão de nº 62 do livro Consolador
Pergunta: O "não matarás" alcança o caçador que mata por divertimento e o carrasco que extermina por obrigação?
Resposta do Benfeitor Emanuel :
À medida que evolverdes no sentimento evangélico; compreendereis que todos os matadores se encontram em oposição ao texto sagrado. No grau dos vossos conhecimentos atuais, entendeis que somente os assassinos que matam por perversidade estão contra a lei divina. Quando avançardes mais no caminho, aperfeiçoando o aparelho social, não tolerareis o carrasco, e, quando estiverdes mais espiritualizados, enxergando nos animais os irmãos inferiores de vossa vida, a classe dos caçadores não terá razão de ser. Lendo, os nossos conceitos, recordareis os animais daninhos e, no íntimo, haveis de ponderar sobre a necessidade do seu extermínio. É possível, porém, que não vos lembreis dos homens daninhos e ferozes. O caluniador não envenena mais que o toque de uma serpente? Com frieza a maquinaria da guerra incompreensível não é mais impiedosa que o leão selvagem?...
Ponderemos essas verdades e reconheceremos que o homem espiritual do futuro, com a luz do Evangelho na inteligência e no coração, terá modificado o seu ambiente de lutas, auxiliando igualmente os esforços evolutivos de seus companheiros do plano inferior, na vida terrestre".

Comentários de Luciano

Jean-Paul Marat era médico, filósofo, teorista político e cientista, mais conhecido como jornalista radical e político da Revolução Francesa. Possuía um trabalho respeitado por seu caráter impetuoso e sua postura descompromissada do novo governo, mas que se tornou um aliado de Robespierre.

Milhares de pessoas foram guilhotinadas graças às publicações caluniosas e falsas feitas em seu jornal, confabulando contra os caluniados e acusando-os de contra-revolucionários. Cerca de 40.000 pessoas foram guilhotinadas naquela época.

Autor: Luciano Oliveira

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