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O revolucionário Robespierre “A ERA DO TERROR”

8 de jun de 2010


Revolução Francesa 3/8
"Questão de nº 348 do livro Consolador
Onde a causa da indiferença dos homens pela fraternidade sincera, observando se que há geralmente em todos grandes entusiasmos pela hegemonia material de seus grupos, suas cidades, clubes e agremiações onde se verifique a evidência pessoal?
Resposta do Benfeitor Emanuel :
É que as criaturas, de um modo geral, ainda têm muito da tribo, encontrando se encarcerados nos instintos propriamente humanos, na luta das posições e das aquisições, dentro de um egoísmo quase feroz, como se guardassem consigo, indefinidamente, as heranças da vida animal. Todavia; é preciso recordar que, após a eclosão desses entusiasmos, há sempre o gosto amargo da inutilidade no íntimo dos espíritos desiludidos da precária hegemonia do mundo, instante esse em que a alma experimenta a dilatação de suas tendências profundas para o "mais alto". Nessa hora, a fraternidade conquista uma nova expressão no íntimo da criatura, a fim de que o Espírito possa alçar o grande vôo para os mais gloriosos destinos."

Comentários de Luciano:
Maximilien François Robespierre, advogado francês, foi um grande estudioso do direito e acabou tornando-se um grande prosélito das idéias Iluministas. Um homem com grande poder de oratória, um grande formador de opinião que era capaz de convencer as massas com suas opiniões.

 
Emmanuel cita no livro "A Caminho da Luz" que líderes franceses não conseguiram prosseguir com sua missão de levar projetos de melhoria e progresso para o povo francês, comprometendo toda uma coletividade. Líderes tais como: Marat e Robespierre que faziam parte do clube dos jacobinos.
Eu acredito que no início da revolução eles eram dotados de ideais nobres, tinham sede de liberdade de um poder monárquico e clerical repressivo. Porque Robespierre foi um dos poucos defensores, na época, do sufrágio universal e da igualdade dos direitos, defendendo a abolição da escravidão e as associações populares.
Ele defendia que "a mesma autoridade divina que ordena aos reis serem justos, proíbe aos povos serem escravos".
Ele lutou incansavelmente para que houvesse mudanças no governo clerical e dizia:
"Se a existência de Deus, se a imortalidade da alma não fossem senão sonhos, ainda assim seriam a mais bela de todas as concepções do espírito humano".
Infelizmente, a partir do momento que tais revolucionários tomaram o poder não conseguiram levar adiante seus ideais nobres, ficando à mercê do materialismo citado por Fénelon na instrução dos espíritos; os conhecimentos intelectuais e da ciência da época ofuscaram os verdadeiros ideais de igualdade, liberdade e fraternidade.
Espíritos encarnados que não conseguiram lidar com uma grande prova que é "Governar uma Nação de forma justa e humilde" acabaram enveredando por caminhos trevosos do materialismo, vaidade, da astúcia e da maldade.
No ápice da Era do Terror, tais governantes tentaram instituir o descristianismo, criado pelo líder Marat, gerando assim a Deusa da República Radical. O objetivo era desmoralizar a Santa Madre Igreja.

Desça com a barra de rolagem que você encontrará a continuação R.F. 4/8.

Autor: Luciano Oliveira

2 comentários:

Lucas disse...

Muito bem escrito e de grandes informações. Parabéns.

Anônimo disse...

Gostei me ajudou muuito no meu seminário, brigada !

;D

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