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BIOGRAFIA DE J. W. V. GOETE & SUA COMUNICAÇÃO MEDIUNICA

7 de set de 2010

Goete


Johan Wolfgan Von Goete
Postagem 1/4


Vida e obras de Goete

Natural de Frankfurt, Alemanha, nasceu em 28 de agosto de 1749.

Tinha grandes habilidades para as ciências. Obteve posição de destaque como escritor romancista, no final do século XVIII e início do século XIX. Produziu muitas obras com reconhecimento não apenas na Alemanha, todavia em toda a Europa com produção de romances, peças de teatro e também obteve destaque na ciência. Filho de uma família culta teve oportunidade de receber uma boa educação, estudando em casa vários idiomas como: francês, inglês, italiano, latim, grego, ciências, religião e arte.
Formou-se em Direito em 1771, porém nunca foi entusiasmado com a profissão, tendo uma maior vocação para a literatura. Goete conhecera desde cedo obras de Molière (1622-1673), Racine (1639-1699), Voltaire (1694-1778), que colaboraram para sua vocação literária.
Em 1772, Goete mudou-se para Weltzar a fim de trabalhar na sede da corte da Justiça Imperial.
Apaixonou-se por Charlotte Buff, noiva de seu amigo Joanhann Christian Kestner. Quando sua paixão proibida veio à tona, foi obrigado a mudar-se Weltzar.
Em 1774 publica o romance - Os Sofrimentos do Jovem Werther, marco do Romantismo na Alemanha. Goete ficou conhecido em toda Europa com a produção de sua obra literária “Os sofrimentos do Jovem Werther.
Mais tarde começou a escrever “Faust (Fausto)”. Este livro foi escrito em uma época em que o autor sentia-se em seu íntimo uma religiosidade mística.
 
Sobre o livro: Werther é marcado por uma paixão profunda, tempestuosa e desditosa, ou seja, marcada pelo fim trágico. Com o suicídio do protagonista, devido ao amor não correspondido. J. W. Goethe põe um pouco de sua vida na obra, pois ele também vivera um amor não correspondido, apesar de, evidentemente, não ter cometido o suicídio.
Para o herói, a vida só tem um sentido: Charlotte. E ela o leva à morte, como já dito. Para Goethe, outra Charlotte, dessa vez real, o faria padecer sobre uma das paixões que arrecadou durante sua vida.
 
Personagens do Livro:
Werther - Personagem principal, inspirado em Goethe. Editor - Criado por Goethe,
Chama-se Wilhelm (Guilherme), e é supostamente o amigo a quem Werther endereçou as cartas e quem as organizou.
Charlota- Carlotte ( Amada de Werther, noiva de Albert)
Albert (Alberto) - Noivo de Charlotte, foi contrário aos pensamentos de Werther.
 
Trecho do livro:

”O criado sobe as escadas e abre a porta do quarto. São 6 horas da manhã. A pálida luz da vela obriga-o a tatear pelo aposento, com passos incertos. De repente, pára. Vê a pistola caída no chão. Pouco além, encontra-se o amo. O sangue empoçado ao redor da cabeça. Na escrivaninha, algumas folhas de papel: uma confissão desesperada de amor, uma paixão impossível por Charlotte. O jovem Werther está morto. Não sofre mais.”  
Em 1774, o livro causou grande polêmica, pois muitos jovens passaram a cometer suicídio após a leitura de Werther. Goete ficou amargurado com a repercussão negativa de sua obra. Wether era apenas um personagem fictício, criado pelas fantasias do autor.
O livro foi escrito inspirado em sua desventurada paixão por Charlote, noiva de seu amigo Albert. A parte da história em que Werther suicida-se foi baseada em um fato acontecido com um colega da Universidade de Leipzig, que se suicidou por causa de uma paixão proibida. O livro foi proibido pela igreja. Gothe diz o seguinte:
“Onde eu me sentia liberto e aliviado, porque havia transformado a realidade em poesia, meus amigos se enganaram, acreditando que se devia transformar a poesia em realidade.
"
Amigo leitor refletindo sobre esse fato narrado por Goete em meditação mediúnica pergunto:
 
Devemos recordar de uma lição do benfeitor Emmanuel no livro “Consolador” de nº 169 – A emotividade deve ser disciplinada?   

Resposta de Emmanuel:
R- Qualquer expressão emotiva deve ser disciplinada pela fé, porquanto a sua expansão livre, na base das incompreensões do mundo, pode fazer-se acompanhar de graves consequências.”
 
Comentário Luciano Dudu:
Leitor amigo, quando formos ler a comunicação mediúnica deixada por Goete, quando ele retratar sobre esse assunto do personagem Wether e de seu livro, vamos relembrar da reposta dada pelo benfeitor Emmanuel, sobre a pergunta de nº 169.

Autor: Luciano Dudu
Revisado por: Rafael de Liz.
 

Fonte de pesquisa:

Eu tomei a liberdade de fazer um resumo biográfico da vida de Goete, baseado em estudos em livros e principalmente na rede de domino público. Quando lê-se: “ A vida de Goete”, parte do material foi encontrado em uma rede sem fins lucrativos que tem como objetivo construir uma enciclopédia virtual chamada Wikipédia e no site casadobruxo.com.br
 

Fonte: http://en.wikipedia.org/wiki/Johann_Wolfgang_von_Goethe,
http://www.casadobruxo.com.br/poesia/j/jgoethebio.htm
Fonte: Livro Consolador – Pelo médium Francisco C. Xavier pela lavra mediúnica de Emmanuel
Fonte: Revista Espírita, Junho de 1859, compilada por Allan Kardec.
Imagem - Google

1 comentários:

Anônimo disse...

Goethe, espírito que, apesar dos percalços, contribuiu bastante com os seus conceitos voltados às percepções e concepções da sensibilidade, e racionalidade, artísticas. Em sua obra "Cartas sobre a educação estética da humanidade", esta contribuição é bem trabalhada; o quê corrobora com Léon Denis, ao tratar da arte espírita em sua obra "O espiritismo na arte":
"O estudo atento da alma nos mostra que tudo na natureza – os sons, os perfumes, os raios de luz, as cores – encontra em nós suas correspondências, suas analogias, e que suas radiações se fundem e se harmonizam às profundezas do ser, na medida da nossa evolução. É isso o que constitui o senso artístico, a compreensão do belo sob todas as formas."(DENIS, Léon. IN: O espiritismo na arte; Parte III - Senso artístico: constituição e evolução)
E o quê também nos fala Emmanuel (mensagem: Arte pura e verdadeiros artistas).
Perfeito! É o toque de Deus através de seus mensageiros, alguns tortos, mas todos contribuintes em a economia divina de crescimento coletivo.
Atenciosamente,
Helen Nina.

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