Vídeo de divulgação da História e o Espiritismo

.

.

Seja bem vindo

Seja bem vindo

Mapa

free counters

Total de visualizações de página

Seguidores

DARWIN E ALFRED RUSSEL WALLACE

28 de nov de 2010



Caro leitor, o assunto abordado nessa postagem é  bastante interessante.
Em pesquisas históricas realizadas pelo escritor Licurgo S. de Lacerda Filho, ele fala sobre a vida de um grande homem Alfred R. Wallace, que foi contemporâneo do celebre Charles Darwin.
A pesquisa demonstra que Alfred, foi responsável para estimular Darwin a publicar sua Teoria da Evolução da Espécie.
Alfred tornou-se espiritualista e acreditava em uma evolução além do que era proposto por Darwin na época.
Aprecie o artigo, boa leitura e reflexão.
LUCIANO DUDU 

Evolução da espécie 


Todo estudante do ensino médio já ouviu referencias à famosa teoria da evolução das espécies, mas quase todos creditam a autoria do estudo, exclusivamente ao cientista inglês Charles Robert Darwin (1.809-1.882). 
A verdade é que Darwin teve seu parceiro na formulação de sua teoria, mais do que isto, teve alguém que o impeliu a publicar suas hipóteses. Este alguém compartilhava das mesmas ideias e conclusões, eles até trocavam correspondência sobre o assunto. Esta pessoa, ao publicar suas ideias no manuscrito On The Tendency of Varieties to Depart Indefinitely fron the Original Type encaminhou-o para Darwin. O cientista, após ler aquele estudo, decidiu também publicar sua teoria, fruto de vinte anos de pesquisa, e o fez sobre o título de On the Origin of Species. 
Este alguém que nos referimos foi o naturalista geógrafo e critico social Alfred Russel Wallace (1823-1913), oriundo do país de Gales. 
Apesar do interesse que desperta a Teoria da Evolução das Espécies e os conceitos sobre a seleção natural, que por vezes quer justificar alguns aspectos da evolução como obra do acaso, onde o mais forte conseguiria sempre sobreviver impondo sobre o mais fraco- teoria que descarta a possibilidade de um planejamento divino para a evolução das formas da vida- o que realmente nos interessa é a questão espiritual, na qual se envolveu Alfred R. Wallace. Tal questão transformou-o de um cético materialista em, um espiritualista convicto. 
Sua porta de entrada para o espiritualismo se deu por meio de experiências com o mesmerismo, em 1844. Em seguida Alfred viajou pelos trópicos durante doze anos, inclusive no Amazonas, realizando seus estudos sobre história natural. Nestas viagens tomou contato com os termos, “mesas girantes” e “ espírito batedor”. 
Quando retornou de sua longa viagem, imbuído de grande espírito cientifico, resolveu estudar aqueles assuntos com mais cuidado. 
Em 1.865, realizou suas primeiras experiências em busca de respostas. Para tanto utilizou a Mediunidade da britânica Mary Marshall (1842-1884). Por meio da médium profissional foram obtidos fenômenos envolvendo levitação de mesas e movimento de objetos sem contato, alguns encontros foram realizados em plena luz do dia. Durante o ano de 1867, a médium obteve manifestações envolvendo o Espírito Jonh King. Continuando à sua trajetória, como pesquisador, Alfred descobriu e acompanhou a educação da mediunidade de Agnes Nichol Guppy (...). 
As reuniões com a médium demoveram definitivamente qualquer desconfiança do estudioso nos acontecimentos de origem espiritual. 
Em uma das reuniões com Agnes, ele recebeu uma comunicação de sua mãe, pelo método das batidas. A desencarnada afirmou que estaria presente em uma fotografia a ser tirada pelo médium fotografo inglês Hudson (? -?). Em nossas pesquisas pudemos apurar que Hudson – atenção, não se trata de Willian Hudson Mumler (...). 
Alfred procurou o médium, escolheu todas as posições para a fotografia e concluiu: 

“Estive em três sessões, em todas escolhendo o meu próprio lugar”. De cada vez uma segunda figura apareceu no negativo comigo. A primeira era uma figura masculina, com um punhal; a segunda era um corpo inteiro, aparentemente a alguns pés para o lado e para trás de mim, olhando para baixo para mim e sustentando um ramo de flores. Numa terceira sessão, depois de me colocar e depois que a chapa fora colocada na maquina, pedi que a figura viesse para junto de mim. A terceira chapa mostrou uma figura feminina, de pé, junto e em frente a mim, de modo que o panejamento cobriu a parte inferior de meu corpo. Assisti à revelação de todas as chapas e em cada caso a “figura extra”, começou a aparecer no momento em que o revelador era despejado, enquanto o meu retrato só se tornava visível cerva de vinte segundos depois. 
Não reconheci nenhuma das figuras nos negativos, mas no momento em que tirei as provas, ao primeiro relance a terceira chapa mostrou um inconfundível retrato de minha mãe- como era na atitude e na expressão; não aquela semelhança de um retrato feito em vida, mas algo pensativa, uma semelhança ideal- ainda assim, para mim, uma semelhança inconfundível.” 
O cientista passou então a participar de variadas experimentações, o que levou o periódico Fortnightly Review a convida-lo para escrever um artigo sobre o Espiritualismo, em 1874. Ele escreveu uma matéria sob o titulo A Defence of Modern Spiritualism. 
Ainda citaremos algumas vezes o nome de Alfred Russel Wallace, este admirável vencedor de seus próprios paradigmas (...). 
Devido às suas crenças espiritualistas ele enfrentou diferenças com os seus colegas cientistas. “Alfred acreditava em uma dimensão espiritual da mente, por conta disto Darwin teria ficado indignado e escreveu para o companheiro: Espero que o senhor não tenha assassinado de uma vez o meu filho e o seu”. 
Para Darwin, a quem é dado vulgarmente o crédito exclusivo da famosa teoria, as capacidades cognitivas e mentais do homem eram produtos exclusivo da seleção natural. Ele acreditava na evolução dos seres, mas limitava tal a evolução à condição humana. Alfred aceitava a única verdade: a evolução não tem limites carnais, rompe as barreiras do corpo e segue para as possibilidades infinitas. A nobreza de Alfred pode ser percebida em duas ocasiões , quando remeteu seu manuscrito para Darwin, ao invés de fazê-lo diretamente para a comunidade cientifica, e quando, no final de sua encarnação, afirmou que sua maior conquista tinha sido impelir Darwin publicar seus estudos. 



Fonte:Capitulo 7, terceira parte, os pesquisadores da mediunidade I – múltipla mediunidade, A mediunidade na história humana: surgimento do espiritismo e os pesquisadores da mediunidade I(volume 3), Licurgo S de Lacerda, Araguari MG, Minas Editora. 
Imagem: Google 


3 comentários:

Contato ANA RACHEL disse...

Boa noite Luciano! Irei apresentar um trabalho cujo tema é a Evoluçao e o Espiritismo e achei muito interessante seu artigo. Posso usa-lo como referencia ? Meu nome é Ana Rachel

Luciano Dudu disse...

Boa tarde Ana Rachel,
Boa noite, fique a vontade para usar o material do blog para seus estudos. O objetivo do blog é levar conhecimento para todos. Gostaria que apenas citasse a fonte em seu artigo. abraços Luciano Dudu

Anônimo disse...

alfred foi um grad homen e a melhor historia qui eu ja conheci nao so uma grad historia mais uma grad historia

Postar um comentário

Leia com atenção

Leia com atenção

Nota de esclarecimento

As imagens contidas neste blog, são retiradas do banco de imagens da rede web.
Agradeço a todos que compartilham na rede tais imagens e até mesmo textos.
Caso haja algum problema de utilização em meu blog de algum material de sua autoria, entre em contato para que eu proceda a retirada.
Luciano Dudu