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MEDIUNIDADE DE TRANSPORTE - II

16 de nov de 2010



Amigo leitor para exemplificarmos parte do capítulo V do livro dos médiuns que trata do assunto fenômeno de transporte, que postamos anteriormente, eu extraí, do livro “Surgimento do espiritismo e os pesquisadores da mediunidade volume I, onde Licurgo S de Lacerda Filho descreve o caso da médium, Agnes Nichol Guppy, que possuía uma faculdade notável, ficaremos com o texto do Sr. Licurgo.
Boa leitura e reflexão.
LUCIANO DUDU


Agnes Nichol Guppy (1850-1917) foi uma médium inglesa portadora de uma das mediunidades preferidas pelos pesquisadores, a de transporte.
Agnes casou-se com o milionário Samuel Guppy (? -?), Mem 1867. Consta que ela era possuidora de temperamento vingativo, a tal ponto que muitos pesquisadores se negaram a  a pesquisar seus incríveis dons mediúnicos. Na mesma época, a médium Florence Cook sobre a qual trataremos no capítulo 13, desta terceira parte foi mais analisada; seu caráter era muito mais dócil que o de Agnes, tal situação despertou o ciúme e a ira de Agnes contra Florence.
A descoberta e a educação da mediunidade de Agnes foram realizadas na presença Alfred R Wallace, o pesquisador a conheceu quando foi visitar uma Irmã. Naquela época , em 1865, ele estava iniciando suas experimentações.
Nas primeiras reuniões com a médium ele observou o movimento de objetos sem contato, mas isto era apenas o começo.
Um dos fatos curiosos apontados pelo investigador foi que Agnes, apesar de possuir proporções avantajadas levitava com frequência. Em algumas oportunidades foram ouvidos sons musicais sem a presença de instrumentos.
Mas a surpresa ainda viria quando a médium desenvolveu a capacidade de transportar.
Para melhor ilustramos tomamos a liberdade de relatar os seguintes acontecimentos extraídos do livro “Mulheres Médiuns”, de Carlos Bernardo Loureiro, esclarecemos que as reuniões eram realizadas em recinto fechado:
“Por vezes incontáveis, grande quantidade de flores e frutos cuja origem se desconhecia totalmente, era lançada em cima da mesa de reuniões. Além da abundância, ela atendia aos pedidos específicos. As irmãs da médium solicitavam o fenômeno e eram atendidas quase sempre”.
“Quando um amigo do Dr. Wallace pediu um girassol, uma espécime de 72 centímetros de caule, com terra ao redor das suas raízes, caiu sobre a mesa.”
“Certa vez, na casa de Sargeant Cox, uma grande quantidade de flores de estufas foram lançadas”. Estava presente, na ocasião, a Princesa Margarida de Nápoles que desejou receber amostras de cactos espinhentos. Seu estranho pedido foi atendido prontamente e vários cactos caíram sobre a mesa.
Os espinhos tiveram de ser colhidos com pinça. Acompanharam a solicitação de urtigas picantes e flores alvas bastante malcheirosas que tiveram que ser queimadas posteriormente. A Duquesa de Aprino, que também estava presente, desejou receber areia de praia. Imediatamente, espalhou-se pelo ambiente, não só a areia solicitada, como água salgada e estrela do mar ainda vivas. O espantoso desse fenômeno é que o mar estava a cerca de 3.600 metros do local da casa onde se realizavam as sessões. Tais fenômenos, porém, não eram raros. Frequentemente, enguias vivas e lagostas eram trazidas para a câmara escura das sessões.
“Caso curioso no cão das folhagens aportadas é que elas chegaram queimadas e tostadas. Explicou o dirigente espiritual da médium que isso era devido a Eletricity was the potent nipper (A potente tesoura usada fora à eletricidade).”
Mas não nos determos apenas nestes episódios, mais surpresas vieram, e, para aumentar a credibilidade, a médium passou a aturar na presença da luz, apenas necessidade de um local escurecido para onde eram transportados os objetos solicitados:
“Em certa ocasião, durante a sessão com a Sra. Guppy na casa da Sra. Berry, um gato branco e um cão maltês que pertenciam à médium, foram transportados para a sala de reuniões. Além desses, três patos já preparados para entrarem no forno foram trazidos pelo grupo. A seguir, uma enxurrada de borboletas caiu do teto sobre os presentes.”
“Numa outra sessão, uma chuva de penas de pato caiu formando um monte de vários centímetros.”
“Todavia, o acontecimento mais impressionante da sua carreira de médium foi o seu próprio transporte da sua casa em Highbury para a Rua Lamb’s Candui, nº 61. Encontravam-se a uma distância uma da outra, de mais de 4.800 metros. Tal fato ocorreu devido a um pedido inconsequente e quase por brincadeira de um senhor chamado Harrison. A Sra. Guppy se encontrava em sua casa em Londres, organizando a contabilidade doméstica e, ao escrever a palavra cebola, foi transportada, subitamente, em estado de transe profundo, meio despido e sem sapatos, e colocada sobre a mesa da sala de reuniões. Estavam presentes, além dos seus protegidos, Frank Heme e Charles Willian, oito participantes. E ela apareceu segurando o livro-caixa e de camisola”.
Após o desencarne de Samuel Guppy, Agnes curiosamente casou-se com Willian Volckmam (? -?); ele agarrara a materialização do espírito Katie King, realizada por meio da mediunidade de Florence Cook, contra quem Agnes voltara suas “baterias”- esse episódio está registrado no capitulo 13, incluindo nesta parte. O objetivo de Willian, ao agarrar a materialização, foi o de provar sua crença de que ambas eram a mesma pessoa, obviamente que tal tentativa redundou num flagrante fracasso.
Fonte: Capitulo VIII – Transportes Extraordinários, A mediunidade na história humana: surgimento do espiritismo e os pesquisadores da mediunidade I( volume 3), Licurgo S de Lacerda, Araguari MG, Minas Editora, 2005.
Imagem: Google

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Luciano Dudu