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A MÉDIUM EMMA HARDINGE

18 de nov de 2010




A inglesa Emma Hardinge (1823-1889) foi uma destas mulheres que a despeito de tudo e de todos lutou pela causa espiritualista de forma contundente, apesar da oposição machista que vez por outra tinha que enfrentar. Quando ainda era jovem foi levada pela mãe para Nova York, acompanhando uma companhia de teatro.
Até então Emma, cuja família era protestante, tinha grande aversão pelos fenômenos mediúnicos e pelas idéias dos espiritualistas. Na primeira sessão mediúnica que participou em 1856, fugiu correndo horrorizada. Por fim se adaptou e passou a exercer sua mediunidade.

Como médium ela protagonizou um dos casos mais bem documentados de sua época, quando em transe afirmou que o Navio Pacific tinha naufragado no Oceano Atlântico e que todos os seus passageiros tinham sido mortos. Por conta desta revelação ela foi perseguida pela empresa proprietária da embarcação. Emma afirmou que suas declarações se baseavam em depoimentos de Espíritos desencarnados na tragédia. Por fim todas suas informações foram confirmadas.
Após o incidente ela seguiu suas atividades mediúnicas viajando por todos os lugares dos Estados Unidos, fazendo propaganda do Espiritualismo Moderno e exercendo seus dons.
Voltou para a Inglaterra em 1856, onde escreveu duas grandes obras de cunho espiritualista, Modern American Spiritualim (Espiritualismo Americano Moderno) e Ninetteenth Century Miracles (Milagres do Século Dezenove).
Referindo-se à médium em sua pesquisa Arthur C. Doyle afirmou:
“(...) A série de casos fenomenais era tão grande que Mrs. Britten contou mais de quinhentos exemplos registrados na imprensa nos primeiros anos, o que representa provavelmente algumas centenas de milhares não registrados (...)”.
Em seu país de origem casou-se, tendo mudado seu nome para Emma Hardinge Brittem. Em seguida lançou o jornal de The Two Worlds (Os dois mundos).
Voltemos aos comentários de Artur C Doyle:
“(...) Algumas notas relativamente a Mrs. Brittem podem adequadamente ser aí introduzidas, de vez que nenhuma história do Espiritismo seria completa sem referência a essa notável senhora, que foi chamada o São Paulo feminino do movimento espírita (...)”.
Futuramente ela viajaria para Austrália e a Nova Zelândia, onde lançou, juntamente com seu esposo também espiritualista, as bases de várias sociedades.

Fonte:Capitulo II, terceira parte, os pesquisadores da mediunidade I – múltipla mediunidade, A mediunidade na história humana: surgimento do espiritismo e os pesquisadores da mediunidade I(volume 3), Licurgo S de Lacerda, Araguari MG, Minas Editora.
Imagem: Google

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Luciano Dudu