Vídeo de divulgação da História e o Espiritismo

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FELIZ ANO NOVO !

31 de dez de 2010





Meu Grande Amigo Leitor,

Quero agradecer a você que sempre acessa o nosso blog ," Historia e Espiritismo", que acabou de completar os seus nove meses de existência na rede virtual.
Durante esse ano, tivemos a oportunidade de estudar juntos, um pouco da Doutrina Espírita, Codificada pelo Mestre Lionês Sr. Rivail, mais conhecido como Allan Kardec.
No ano de 2010, abordamos temas espíritas, abrangendo seu aspecto filosófico, científico e histórico. E esperamos que no ano vindouro de 2011, possamos estar juntos novamente angariando mais conhecimentos a respeito do "Consolador Prometido", e com novos temas interessantes.Espero termos contribuído um pouco através do blog para a sua busca de conhecimento Espírita.Que Nosso Senhor Jesus Cristo, possa levar sempre muita Paz, Saúde, Discernimento, Fé, Esperança, Amor e Prosperidade, para vida de cada um de vocês e de seus entes queridos.

São os votos de LUCIANO DUDU e sua equipe de divulgadores do blog.







CARTA DE ANO NOVO


Ano Novo é também oportunidade de aprender, trabalhar e servir. O tempo como paternal amigo, como que se reencarna no corpo do calendário,descerrando-nos horizontes mais claros para necessária ascensão.

Lembra-te de que o ano em retorno, é novo dia a convocar-te para a execução de velhas promessas que ainda não tivestes a coragem de cumprir. 
 
Se tens inimigos faze das horas renascer-te o caminho da reconciliação.
 
Se foste ofendido, perdoa, a fim de que o amor te clareie a estrada para frente.
 
Se descansaste em demasia, volve ao arado de tuas obrigações e planta o bem com destemor para a colheita do porvir.
 
Se a tristeza te requisita esquece-a e procura a alegria serena da consciência tranquila no dever bem cumprido.
 
Ano Novo! Novo Dia!
 
Sorri para os que te feriram e busca harmonia com aqueles que te não entenderam até agora.
 
Recorda que há mais ignorância que maldade em torno de teu destino.
 
Não maldigas nem condenes.
 
Auxilia a acender alguma luz para quem passa ao teu lado, na inquietude da escuridão.
 
Não te desanimes nem te desconsoles.
 
Cultiva o bom ânimo com os que te visitam dominados pelo frio do desencanto ou da indiferença.
 
Não te esqueças de que Jesus jamais se desespera conosco e, como que oculto ao nosso lado, paciente e bondoso, repete-nos de hora a hora: – Ama e auxilia sempre. 
Ajuda aos outros amparando a ti mesmo, porque se o dia volta amanhã, eu estou contigo, esperando pela doce alegria da porta aberta de teu coração.

Emmanuel
Vida e Caminho - Francisco Cândido Xavier
 

COMUNICAÇÃO MEDIUNICA DO PENSADOR DIÓGENES

28 de dez de 2010





Amigo leitor, nós trouxemos na noite de hoje, duas comunicações mediunicas interessantes.Tais comunicações foram extraídas da Revista Espírita . Fato ocorrido nas reuniões mediunicas coordenadas por Allan Kardec, através dos médiuns que ele  assistia nas sessões em Paris.Trata-se da Evocação do espírito Chaudruc e do  pensador Diógenes.Após o diálago de ambos os espíritos  com Allan Kardec, colocamos para sua apreciação um material sobre a vida do Pensador Diógenes.
Boa Leitura e reflexão

Luciano Dudu

Conversas familiares de além túmulo


Primeira Comunicação   
Chaudruc Duelos


1. Evocação.
- R. Estou aqui.

O senhor Adrien, médium vidente, que não o vira jamais em sua vida, dele fez o retrato seguinte, achado muito exato pelas pessoas presentes que o conheceram. Rosto comprido; bochechas ocas; testa convexa e enrugada. Nariz um pouco longo e ligeiramente curvado; olhos cinzentos e um pouco à flor da cabeça; boca média, zombeteira; tez um pouco amarela; cabelos grisalhos, e longa barba. Talhe antes grande que pequeno.
Paletó de lã azul, todo ralado e furado; calça negra, gasta e em farrapos; colete de cor clara, lenço de pescoço amarrado em gravata, de uma cor sem nome.

2. Lembrai-vos de vossa última existência terrestre? –
R. Perfeitamente.

3. Que motivo vos levou ao gênero de vida excêntrica que adotastes?

- R. Estava cansado da vida e tive pena dos homens e dos motivos de suas ações.

4. Diz-se que era uma vingança e para humilhar um parente educado; é verdade?

- R. Não só por isso; humilhando esse homem, humilhava muitos outros com isso.

5. Se era uma vingança, ela vos custou caro, porque vos privastes, durante longos anos, de todos os gozos sociais para satisfazê-la. Não acháveis isso um pouco duro? - 
 R. Eu gozava de um outro modo.

6. Havia, ao lado disso, um pensamento filosófico e foi por essa razão que se vos comparou a Diógenes? –
R. Havia alguma relação com a parte menos sadia da filosofia desse homem.

7. Que pensais de Diógenes?

R. Pouca coisa; é um pouco o que penso de mim. Diógenes tinha sobre nós a vantagem de ter feito alguns anos mais cedo o que fiz, e no meio de homens menos civilizados que aqueles no meio dos quais vivi.

8. Há, entretanto, uma diferença entre Diógenes e vós: nele, sua conduta era uma

conseqüência de seu sistema filosófico; ao passo que em vós ela tinha seu princípio na vingança!
R. A vingança em mim conduziu à filosofia.
 
9. Sofríeis por vos ver assim isolado, e ser um objeto de desprezo e de desgosto; porque vossa educação vos distanciava da sociedade dos mendigos e dos vagabundos, e éreis repelido pelas pessoas bem educadas?
- R. Sabia que não se tem amigos na Terra; eu o havia experimentado muito, ai de mim!
 
10. Quais são as vossas ocupações atuais e onde passais vosso tempo?
R. Percorro mundos melhores e me instruo... Ali há muitas boas almas que nos revelam a ciência celeste dos Espíritos.

11. Retornastes, alguma vez, ao Palais-Royal, desde vossa morte?

- R. Que me importa o Palais-Royal!

12. Entre as pessoas que estão aqui, reconheceis as que conhecestes nas vossas

peregrinações ao Palais-Royal?
R. Como não o faria?

13. Reviste-as com prazer?
- R. Com prazer; mesmo com o maior prazer foram boas para mim.


14. Revistes vosso amigo Charles Nodier?

- R. Sim, sobretudo depois de sua morte.

15. Ele está errante ou reencarnado?

- R. Errante como eu.

16. Por que escolhestes o Palais-Royal, o lugar mais freqüentado em Paris, para os vossos passeios; isso não está de acordo com o vosso gosto misantropo?
- R. Lá eu via todo mundo, todas as tardes.

17. Não havia, talvez, um sentimento de orgulho de vossa parte? –

R. Sim, infelizmente; o orgulho teve uma boa parte em minha vida.

18. Sois mais feliz agora?-

R. Oh! sim.

19. Entretanto, vosso gênero de existência não deveu contribuir para o vosso

aperfeiçoamento?
- R. Essa existência terrestre! Mais que pensais, todavia: eu não tinha momentos sombrios, quando reentrei sozinho e abandonado em minha casa? Ali, tive o tempo de amadurecer bem os pensamentos.

20. Se tivesses a escolher uma outra existência, como a escolheríeis?

- R. Não mais sobre vossa Terra; posso esperar melhor hoje.

21. Lembrai-vos de vossa penúltima existência?

R. Sim, e de outras também.

22. Onde tivestes essas existências?

- R. Na Terra e em outros mundos.
 
23. E a penúltima?
R. Na Terra.

24. Podeis no-la fazer conhecer?

- R. Não o posso; era uma existência obscura e oculta.

25. Sem nos revelar essa existência, poderíeis dizer-nos qual relação havia com a que

conhecemos, porque esta deve ser uma conseqüência da outra?

- R. Uma conseqüência, positivamente, mas um complemento: vivi infeliz por vícios e faltas que se modificaram bem antes que viesse a habitar o corpo que conhecestes.

26. Podemos fazer alguma coisa que vos seja útil, ou agradável?

- R. Ai de mim! Pouco; estou bem acima da Terra, hoje.




Segunda Comunicação

Diógenes.

1. Evocação
- R. Ah! Venho de longe!

2. Podeis aparecer ao senhor Adrien, nosso médium vidente, tal qual éreis na existência que vos conhecemos?

- R. Sim, e mesmo vir com minha lanterna, se o desejais.

Retrato.


Testa larga e as bossas laterais muito ossudas, nariz delgado e curvado; boca grande e séria; olhos negros e cravados na órbita; olhar penetrante e zombeteiro. Talhe um pouco alongado, magro e enrugado, tez amarela; bigode e barba incultos; cabelos grisalhos e dispersos. Roupagens brancas e muito sujas; os braços nus, assim como as pernas; o corpo magro, ossudo. Más sandálias amarradas às pernas por cordas.

3. Dissestes que vínheis de longe: de qual mundo vindes?

- R. Vós não o conheceis.

4. Teríeis a bondade de responder a algumas perguntas?

- R. Com prazer.

5. A existência que vos conhecemos sob o nome de Diógenes o Cínico, vos foi proveitosa para a vossa felicidade futura?

- R. Muito; errastes em torná-la em zombaria, como fizeram meus contemporâneos; espanto-me mesmo que a história haja pouco esclarecido minha existência, e que a posteridade, pode-se dize-lo, foi injusta a meu respeito.

6. Que bem fizestes, porque vossa existência era bastante pessoal?

- R. Trabalhei por mim, mas pôde-se aprender muito em me vendo.

7. Quais são as qualidades que queríeis encontrar nos homens e que procuráveis com a vossa lanterna?

- R. Da energia.

8. Se tivésseis encontrado, em vosso caminho, o homem que acabamos de evocar, Chaudruc Duelos, encontraríeis nele o homem que procuráveis, porque ele também se abstinha voluntariamente de todo o supérfluo?

- R. Não.

9. Que pensais dele?
- R. Sua alma extraviou-se na Terra; quantos são como ele e não o sabem; ele ao menos o sabia.

10. As qualidades que procuráveis no homem, segundo vós, credes havê-las possuído?

- R. Sem dúvida: eu era meu critério.
 
11. Qual é dos filósofos de vosso tempo o que preferis?
R. Sócrates.

12. Qual é o que preferis agora?

- R. Sócrates.

13. E Platão, que dizeis dele?

- R. Muito duro; sua filosofia é muito severa: eu admitia os poetas, e ele não. 





14. O que se conta de vossa entrevista com Alexandre é real?  
- R. Muito real; a história mesma a mutilou.

15. Em que a história a mutilou?
 - R. Entendo falar de outras conversas que tivemos juntos: credes que veio ver-me para não dizer-me senão uma palavra?

16. A palavra que se lhe imputa, a saber, de que se não fosse Alexandre gostaria de ser Diógenes, é real?

R. Ele disse, talvez, mas não diante de mim. Alexandre era um jovem louco, vão e confiado; eu era, aos seus olhos, um mendigo: como o tirano ousaria se mostrar instruído pelo miserável?

17. Depois de vossa existência em Atenas, reencarnastes sobre a Terra?  
R. Não, mas em outros mundos. Atualmente, pertenço a um mundo onde não somos escravos: isso quer dizer que se vos evocassem acordado, não faríeis o que fiz essa noite.

18. Poderíeis nos traçar o quadro das qualidades que procurareis no homem, tais como as concebíeis então, e tais como as concebeis agora?

- R. Então. Coragem, audácia, segurança de si mesmo e poder sobre os homens pelo Espírito.

Agora.
Abnegação, doçura, poder sobre os homens pelo coração.

Fonte: Revista Espírita, Janeiro de 1859, Allan Kardec, Editora Ide, 1ª edição. SP, Brasil
Imagem: Google 

 



A VIDA DE DIÓGENES DE SÍNOPE

Diógenes de Sínope (em grego antigo,: Διογένης ὁ Σινωπεύς; Sínope, 404 ou 412 AC, Corinto, desencarnou em. 323 A.C, em Corinto, também conhecido como Diógenes, o Cínico, foi um filósofo da Grécia Antiga.Os detalhes de sua vida são conhecidos através de anedotas (chreia), especialmente as reunidas por Diógenes Laércio em sua obra Vidas e opiniões de Filósofos Eminentes. Ideias Notaveis : Tornou-se o arquétipo do filosofocinico, sofreu influência de Socrates , Antístenes e cães.
Acabou influenciando com suas idéias os seguinte pensadores : Aristóteles, Crates de Tebas, outros Cínicos, Estoicos, Étienne de La Boétie, Piort Kropotkin, Emma Goldman.

Diógenes de Sínope foi exilado de sua cidade natal e se mudou para Atenas, onde teria se tornado um discípulo de Antístenes, antigo pupilo de Sócrates. Tornou-se um mendigo que habitava as ruas de Atenas, fazendo da pobreza extrema uma virtude; diz-se que teria vivido num grande barril, no lugar de uma casa, e perambulava pelas ruas carregando uma lamparina, durante o dia, alegando estar procurando por um homem honesto. Eventualmente se estabeleceu em Corinto, onde continuou a buscar o ideal cínico da auto-suficiência: uma vida que fosse natural e não dependesse das luxúrias da civilização. Por acreditar que a virtude era melhor revelada na ação e não na teoria, sua vida consistiu duma campanha incansável para desbancar as instituições e valores sociais do que ele via como uma sociedade corrupta. Segundo a tradição, Diógenes vivia a perambular pelas ruas na mais completa miséria até que um dia foi aprisionado por piratas para, posteriormente, ser vendido como escravo. Um homem com boa educação chamado Xeníades o comprou. Logo ele pôde constatar a inteligência de seu novo escravo e lhe confiou tanto a gerência de seus bens quanto a educação de seus filhos.
Diógenes levou ao extremo os preceitos cínicos de seu mestre Antístenes. Foi o exemplo vivo que perpetuou a indiferença cínica perante os valores da sociedade da qual fazia parte. Desprezava a opinião pública e parece ter vivido em uma pipa ou barril. Reza a lenda que seus únicos bens eram um alforje, um bastão e uma tigela (que simbolizavam o desapego e auto-suficiência perante o mundo), sendo ele conhecido também, talvez pejorativamente como kinos, o cão, pela forma como vivia.
A felicidade - entendida como autodomínio e liberdade - era a verdadeira realização de uma vida. Sua filosofia combatia o prazer, o desejo e a luxúria pois isto impedia a auto-suficiência. A virtude - como em Aristóteles - deveria ser praticada e isto era mais importante que teorias sobre a virtude.
Diógenes é tido como um dos primeiros homens (antecedido por Sócrates com a sua célebre frase "Não sou nem ateniense nem grego, mas sim um cidadão do mundo.") a afirmar, "Sou uma criatura do mundo (cosmos), e não de um estado ou uma cidade (polis) particular", manifestando assim um cosmopolitismo relativamente raro em seu tempo.
Diógenes parece ter escrito tragédias ilustrativas da condição humana e também uma República que teria influenciado Zenão de Cítio, fundador do estoicismo. De fato, a influência cínica sobre o estoicismo é bastante saliente.
É famosa, por exemplo, a história de que ele saía em plena luz do dia com uma lanterna acesa procurando por homens verdadeiros (ou seja, homens auto-suficientes e virtuosos).

Igualmente famosa é sua história com Alexandre, o Grande, que, ao encontrá-lo, ter-lhe-ia perguntado o que poderia fazer por ele. Acontece que devido à posição em que se encontrava, Alexandre fazia-lhe sombra. Diógenes, então, olhando para a Alexandre, disse: "Não me tires o que não me podes dar!" (variante: "deixe-me ao meu sol"). Essa resposta impressionou vivamente Alexandre, que, na volta, ouvindo seus oficiais zombarem de Diógenes, disse: "Se eu não fosse Alexandre, queria ser Diógenes." Outra história ainda é a de que um dia Diógenes foi visto pedindo esmola a uma estátua. Quando lhe perguntaram o motivo de tal conduta ele respondeu "por dois motivos: primeiro é que ela é cega e não me vê, e segundo é que eu me acostumo a não receber algo de alguém e nem depender de alguém.



A temática do cão





Diógenes sentado em seu barril cercado por cães. Pintura de Jean Léon G´rôme de 1860.
Muitas anedotas sobre Diógenes referem-se ao seu comportamento semelhante ao de um cão, e seu elogio as virtudes dos cachorros. Não é sabido se Diógenes se considerava insultado pelo epiteto "canino" e fez dele uma virtude, ou se ele assumiu sozinho a temática do cão para si, Os termos modernos cínico e cinismo derivam da palavra grega kynikos, a forma adjetiva de kynon, que significa cachorro. Diógenes acreditava que os humanos viviam artificialmente e maneira hipócrita e poderiam fazer bem ao estudar o cão. Afinal o cão é capaz de realizar suas funções corporais naturais em público sem constrangimento, um cachorro comerá qualquer coisa, e não fará estardalhaço sobre que lugar dormir. Cachorros vivem o presente sem ansiedade, e não possuem as pretensões da filosofia abstrata. Somando-se ainda a estas virtudes, cachorros aprendem extintivamente quem é amigo e quem é inimigo. Diferente dos humanos que enganam e são enganados uns pelos outros, cães reagem com honestidade frente à verdade.



Fonte :
http://pt.wikipedia.org/wiki/Di%C3%B3genes_de_S%C3%ADnope 
Imagem: Google

JESUS DESCRITO POR P. LENTULUS

23 de dez de 2010



CARTA DO SENADOR PÚBLIO LENTULUS AO IMPERADOR TIBÉRIO CÉZAR, DESCREVENDO AS CARACTERÍSTICAS  MORAIS E FÍSICAS DE JESUS.
"Sabendo que desejas conhecer quanto vou narrar, existindo nos nossos tempos um homem, o qual vive atualmente de grandes virtudes, chamado Jesus, que pelo povo é inculcado o profeta da verdade, e os seus discípulos dizem que é filho de Deus, criador do céu e da terra e de todas as coisas que nela se acham e que nela tenham estado; em verdade, ó César, cada dia se ouvem coisas maravilhosas desse Jesus: ressuscita os mortos, cura os enfermos, em uma só palavra: é um homem de justa estatura e é muito belo no aspecto, e há tanta majestade no rosto, que aqueles que o vêem são forçados a amá-lo ou temê-lo. Tem os cabelos da cor amêndoa bem madura, são distendidos até as orelhas, e das orelhas até as espáduas, são da cor da terra, porém mais reluzentes.
Tem no meio de sua fronte uma linha separando os cabelos, na forma em uso nos nazarenos, o seu rosto é cheio, o aspecto é muito sereno, nenhuma ruga ou mancha se vê em sua face, de uma cor moderada; o nariz e a boca são irrepreensíveis.
A barba é espessa, mas semelhante aos cabelos, não muito longa, mas separada pelo meio, seu olhar é muito afetuoso e grave; tem os olhos expressivos e claros, o que surpreende é que resplandecem no seu rosto como os raios do sol, porém ninguém pode olhar fixo o seu semblante, porque quando resplende, apavora, e quando ameniza, faz chorar; faz-se amar e é alegre com gravidade.
Diz-se que nunca ninguém o viu rir, mas, antes, chorar. Tem os braços e as mãos muito belos; na palestra, contenta muito, mas o faz raramente e, quando dele se aproxima, verifica-se que é muito modesto na presença e na pessoa. É o mais belo homem que se possa imaginar, muito semelhante à sua mãe, a qual é de uma rara beleza, não se tendo, jamais, visto por estas partes uma mulher tão bela, porém, se a majestade tua, ó Cézar, deseja vê-lo, como no aviso passado escreveste, dá-me ordens, que não faltarei de mandá-lo o mais depressa possível. De letras, faz-se admirar de toda a cidade de Jerusalém; ele sabe todas as ciências e nunca estudou nada. Ele caminha descalço e sem coisa alguma na cabeça. Muitos se riem, vendo-o assim, porém em sua presença, falando com ele, tremem e admiram. Dizem que um tal homem nunca fora ouvido por estas partes. Em verdade, segundo me dizem os hebreus, não se ouviram, jamais, tais conselhos, de grande doutrina, como ensina este Jesus; muitos judeus o têm como Divino e muitos me querelam, afirmando que é contra a lei de Tua Majestade; eu sou grandemente molestado por estes malignos hebreus.
Diz-se que este Jesus nunca fez mal a quem quer que seja, mas, ao contrário, aqueles eu o conhecem e com ele têm praticado, afirmam ter dele recebido grandes benefícios e saúde, porém à tua obediência estou prontíssimo, aquilo que Tua Majestade ordenar será cumprido. Vale, da Majestade Tua, fidelíssimo e obrigadíssimo...

Públio Lentulus, presidente da Judéia

Lindizione setima, luna seconda.”


(Este documento foi encontrado no arquivo do Duque de Cesadini, em Roma. Essa carta, onde se faz o retrato físico e moral de Jesus, foi mandada de Jerusalém ao imperador Tibério César, em Roma, ao tempo de Jesus.)


Imagem cedida do acervo de fotos de  Mônica de Oliveira Bittencourt França

COMUNICAÇÃO MEDIUNICA DE ALLAN KARDEC - 1869

22 de dez de 2010




COMUNICAÇÃO MEDIUNICA DE ALLAN KARDEC


Comunicação recebida por médiuns anônimos do Espírito Allan Kardec

Hippolyte Léon Denizard Rivail – Allan Kardec nasceu em Lyon 03/10/1804 e desencarnou em Paris em 31/03/1869.
A abundância das matérias não nos permitindo publicar atualmente todas as instruções ditadas por ocasião dos funerais do Sr. Allan Kardec, nem mesmo todas aquelas que ele mesmo deu, reunimos, numa só e mesma comunicação, os ensinamentos de um interesse geral, obtidos por intermédio de diferentes médiuns.
(Sociedade de Paris, abril de 1869.) 
 

"Como vos agradecer, senhores, pelos vossos bons sentimentos e das verdades eloqüentes expressadas sobre meu despojo mortal; disto não duvideis, eu estava presente e profundamente feliz, tocado pela comunhão de pensamentos que nos unia pelo coração e pelo espírito.
Obrigado, meu jovem amigo (Sr. C. Flammarion), obrigado por vos haverdes afirmado como o fizestes; vós vos exprimistes com calor; assumistes uma responsabilidade grave, séria, e esse ato de independência vos será duplamente contado; não tereis nada perdido em dizer o que as vossas convicções e a ciência vos impõem. Em agindo assim, podeis ser discutido, mas sereis honrado a justo título.
Obrigado a vós todos, caros colegas, meus amigos; obrigado ao jornal Paris, que começa um ato de justiça, pelo artigo de um bravo e digno coração.
Obrigado, caro vice-presidente; Srs. Delannee E. Muller, recebei a expressão de meus sentimentos de viva gratidão, vós todos que apertastes afetuosamente, hoje, a mão de minha corajosa companheira.
Como homem, estou muito feliz pelas boas lembranças e pelos testemunhos de simpatia que me prodigalizais; como espírita, eu vos felicito pelas determinações que tomastes para assegurar o futuro da Doutrina; porque, se o Espiritismo não é minha obra, pelo menos, eu lhe dei tudo o que as forças humanas me permitiram lhe dar. É como colaborador enérgico e convicto, como combatente de todos os instantes, da grande Doutrina deste século que eu a amo, e ficaria infeliz se a visse perecer, se tal coisa fosse possível.
Ouvi, com um sentimento de profunda satisfação, meu amigo, vosso novo e digno presidente vos dizer: "Ajamos de acordo; vamos despertar os que há muito tempo não raciocinam mais; vamos reavivar os que raciocinam! Que não seja Paris, que não seja a França que sejam o teatro de vossa ação; vamos por toda a parte! Vamos dar à Humanidade inteira a mão que lhes faz falta; vamos dar o exemplo da tolerância que ela esquece, da caridade que ela conhece tão pouco!"
Agistes para assegurar a vitalidade da Sociedade; está bem. Tendes o desejo
sincero de caminhar com firmeza no sulco traçado, está ainda bem; mas não basta querer hoje, amanhã, depois de amanhã; para ser digno da Doutrina é preciso querer sempre! A vontade, que age por impulsos, não é mais vontade; é o capricho do bem; mas, quando a vontade se exerce com a calma que nada perturba, com a perseverança que nada detém, ela é a verdadeira vontade, inabalável em sua ação, frutífera em seus resultados Sede confiantes em vossas forças; elas produzirão grandes efeitos se as empregardes com prudência; sede confiantes na força da idéia que vos reúne, porque ela é indestrutível. Pode-se ativá-la ou retardar-lhe o desenvolvimento, mas detê-la é
impossível. Na fase nova em que entramos, a energia deve substituir a apatia; a calma deve substituir o ímpeto. Sede tolerantes uns para com os outros; agi sobretudo pela caridade, pelo amor, pela afeição. Oh! se conhecesses todo o poder desta alavanca! Foi dela que Arquimedes pôde dizer, que com ela ergueria o mundo! Vós o erguereis, meus amigos, e essa transformação esplêndida, que se efetuará por vós em proveito de todos, marcará um dos mais maravilhosos períodos da história da Humanidade.
Coragem, pois, e esperança. A esperança!... Esse facho, que os vossos irmãos
infelizes não podem perceber através das trevas do orgulho, da ignorância e do
materialismo, não os afasteis ainda mais de seus olhos. Amai-os; fazei com que vos amem, que vos escutem, que vos olhem! Quando eles tiverem visto, ficarão deslumbrados.
Quanto serei feliz então, meus amigos, meus irmãos, ao ver que meus esforços não terão sido inúteis, e que o próprio Deus terá abençoado a nossa obra! Naquele dia, haverá no céu uma grande alegria, uma grande ebriedade! A Humanidade será libertada do jugo terrível das paixões, que aprisionam e pesam sobre ela com um peso esmagador. Não haverá mais, então, sobre a Terra, nem mal, nem sofrimento, nem dor; porque, os verdadeiros males, os sofrimentos reais, as dores cruciais vêm da alma. O resto não é senão o roçar fugitivo de uma sarça sobre uma veste!...
Ao clarão da liberdade e da caridade humanas, lodosos homens se reconhecendo, dirão: "Nós somos irmãos" e não terão mais no coração senão um mesmo amor, na boca, senão uma só palavra, nos lábios, senão um único murmúrio: Deus!

Ditado por ALLAN KARDEC.


Fonte : Revista Espírita , Maio de 1869.Allan Kardec
Imagem : google 

LÉON DENIS - BIOGRAFIA


 

Filho de pedreiro Joseph Denis (? -?) e da camponesa Anne Lucie Liouville (? -?), Léon Denis (1846-1927) nasceu em Foug, na França.
O inicio de sua vida foi marcada pelas constantes mudanças de cidade que realizava a sua família, pois o pai estava sempre à procura de melhoria no emprego.
Cedo, Lèon Denis começou a trabalhar na Casa Pillet, que comercializava couros. Desta forma, auxiliava seus pais, que viviam sempre com poucos recursos. No trabalho ele demonstrou grande interesse e rapidamente foi promovido. Durante seus afazeres aproveitava para estudar, pois somente tinha cursado o primário.
Aos dezoito anos conheceu O Livro dos Espíritos: “A teoria espírita dissipou minha indiferença e minhas dúvidas”, afirmaria posteriormente Léon Denis. 
 
Um novo mundo então se descortinou para o jovem e, Léon passou a ser interessar pela obra cujo conteúdo coincidia com sua forma de pensar. Consequentemente, fez contato espíritas em Tours, cidade onde morava, O grupo foi um dos primeiros da França e era presidido pelo Dr. Chuvet (?-?) .
Em uma de suas viagens Kardec passou em Tours e lá se uniram e fundaram o Grupo da Rua Du Cygne, do qual Denis se tornou secretário.
Depois em 1.875, ele foi chamado para servir o exercito Frances na guerra contra Alemanha.
Passado este período retornou para Tours e novamente voltou a trabalhar com o grupo que ajudara a fundar. Nesta época se descobriu médium escrevente e depois vidente. 
 
Ficou sabendo que sua companheira espiritual era Joana D’Arc e ambos passaram a desenvolver uma grande afinidade. 
 
Enquanto isto desenvolvia também sua capacidade oratória na Loja Maçônica dos Demófilos, ligada ao rito do Grande Oriente à qual estava vinculado.
Em 1.876, atendendo a um projeto seu, os patrões o autorizam a viajar representando a Casa Pillet. Léon Denis visitou boa parte da Europa e também o norte da África. A grande responsabilidade que demonstrava em todas as atividades que desenvolvia, fê-lo ser requisitado, em 1.878 pelo Dr. Belle (? -?) para o cargo de secretário geral do Circuito de Touraine, órgão vinculado à liga de Ensino, criada por Jean Mace (...).
A esta altura sua saúde já estava afetada pelas longas viagens que fizera principalmente o estômago e a vista.
Começou então a ficar desiludido, ate que recebeu uma mensagem pela via mediúnica de Jerônimo de Praga, em 02 de novembro de 1.882, e com ela o incentivo necessário para continuar sua trajetória. Naquele mesmo ano participou com o Dr. Josset (? -?), Alexandre Delanne e Pierre Gaetan Leymarie de um encontro que resultou na fundação da sociedade dos estudos espíritas.
Aos poucos foi se tornando grande conferencista espírita, esta foi sem dúvida sua grande tarefa e era este o seu principal trabalho, ao qual tinha se referido o Espírito Jerônimo de Praga. Utilizava suas conferências para também propagar o trabalho da Liga de Ensino.
O segundo Congresso Espírita e Espiritualista Internacional, ocorrido em Paris, em 1.889, aconteceu quando o médium conferencista tinha terminado a brochura o Porquê da Vida (1.885). Naquela ocasião, Denis foi nomeado Presidente da Quarta Comissão, que ser relacionava com a propaganda espiritualista. Ao final, ocorreu uma profunda indisposição entre Léon e o Presidente do Congresso, que defendia o Panteísmo. O médium conferencista esteve firme na defesa dos princípios espíritas, discordando daquela crença. Aproveitou para combater as ideias positivistas que estavam encontrando adeptos dentro da Doutrina Espírita.
A partir de 1.890, Denis começou a exercer com maior ênfase sua mediunidade escrevente e foram publicado suas obras, dentre as quais destacamos: Depois da Morte ( 1890), Cristianismo e Espiritismo ( 1898), O além e a sobrevivência do Ser ( 1901), No Invisível ( 1903) e O Problema do Ser, do Destino e da Dor ( 1908). São todas obras esclarecedoras e de uma solidez doutrinaria impecável, particularmente, o Problema do Ser. Ainda podemos relacionar: Joana D’Arc médium (1910) e seu último livro o Gênio Celta e o Mundo Invisível (1927).
Denis continuou suas conferencias por toda a Europa e passou a merecer o título de Apóstolo do Espiritismo não somente divulgando a Doutrina Espírita, mas direcionando corretamente o pensamento daqueles que desvirtuavam os seus conceitos. Na defesa do Espiritismo ele assemelhava-se ao apóstolo Paulo, que nem suas peregrinações saiam a esclarecer consciências.
Em 1900, foi realizado outro Congresso Espiritualista Internacional, desta vez em Paris, Denis foi nomeado Presidente Efetivo. Novamente se encontraram representantes das diversas escolas espiritualistas. Compareceram Victorien Sardou, alem de nomes de projeção internacional como Alfred Russel Wallace e Alexandre Aksakof (...).
Embora sempre estivesse firme em suas posições espíritas, o Apostolo do Espiritismo sempre tolerava o pensamento de outras crenças religiosas, ele apenas não admitia que ideias estranhas fossem incorporadas à Doutrina.
Léon Denis experimentou uma dura tarefa quando teve que expor o que ficou conhecimento como o “Caso Miller”.
Tratava-se do episódio envolvendo Miller (? -?), que apesar ter origem francesa, residia em São Francisco, Estados Unidos. Na cidade onde morava ele era um conhecido fraudador de fenômenos mediúnicos- embora alguns afirmem que ele possuía alguma mediunidade -; por outro lado em Paris, era tido como um médium que propiciava materializações. Suas sessões tinham sido assistidas inclusive por Léon Denis.
Ao perceber a mistificação de que tinha sito vítima, o médium conferencista - escritor, embora enfrentando enormes barreiras pessoais, denunciou Miller, exclusivamente para promover a defesa do Espiritismo. Tal posição criou inúmeros aborrecimentos, visto que muitos de seus colegas de fé criam na autenticidade do médium mistificador.
No Congresso Espírita Universal de 1910, realizado em Bruxelas, participou como delegado da França e do Brasil, que não tinha enviado representante. Posteriormente em 1913, dividiu o cargo de Presidente do Congresso Espírita Internacional, em Genebra.
Sua saúde começou a piorar e ele teve que interromper suas conferências, mesmo assim durante a Primeira Guerra Mundial publicou artigos em defesa de sua Pátria.
Em 1916, ressurgiu reorganizada por Jean Meyer, a Revista Espírita, Denis passou então a colaborar com o periódico, inclusive com a elaboração de artigos, em conjunto com Camille Flamarion.
(...) Jean Meyer e Léon Denis, ainda trabalham em conjunto, reorganizando a União Espírita Francesa –onde Denis ocupou o cargo de Presidente de Honra – e constituíram o Congresso Internacional Espírita, realizado em Paris, em 1925, quando ele ocupou a Presidência, e do qual participou Arthur C. Doyle.
No congresso, o médium diferenciou o rumo da nascente Metapsíquica com os do Espiritismo:
“Tanto quanto os metapsiquistas, amamos a ciência, pelos imensos serviços prestados à humanidade, reconhecemos a necessidade do controle cientifico, porém, discordamos quanto à sua aplicação”. Com tais afirmações ele quis diferenciar a visão materialista que tinham os seguidores da Metapsiquica, da visão espiritual dos espíritas. Naquela época, Denis ocupou também a Presidência de Honra da Federação Espírita Brasileira.
Com a saúde abalada, e já quase completamente cego, desencarnou com pneumonia em 1927…
Os trechos utilizados foram destacados do livro Léon Denis de Gaston Luce.

Fonte:Capitulo 6, terceira parte, os pesquisadores da mediunidade I – múltipla mediunidade, A mediunidade na história humana: surgimento do espiritismo e os pesquisadores da mediunidade I(volume 3), Licurgo S de Lacerda, Araguari MG, Minas Editora.

Imagem: Google 


LÉON DENIS E SUAS OBRAS

21 de dez de 2010



OBRAS DE LÉON DENIS


Depois da Morte

Léon Denis 
Sinopse:
Obra de profundidade na qual temas filosóficos são esmiuçados, em análise competente, como Deus e Universo, a vida imortal, a pluralidade das existências, e outros. Destaque para as religiões antigas e doutrinas secretas, que polarizam a atenção dos homens ressaltando o valor do Espiritismo.



Cristianismo e Espiritismo 

Léon Denis 
Sinopse:
É um livro profundamente atual cuja temática é definida no título. O autor vê no Espiritismo uma perfeita identidade com os precietos do Cristianismo - anulando, de pronto, qualquer pretendida desvinculação das duas mensagens entre si -, porque seus postulados são os de uma única Doutrina. Comenta os desvios do Cristianismo pelas brenhas do dogmatismo e das conveniências sacerdotais e demonstra seu integral retorno à pureza primitiva com o advento do Consolador prometido, que é o Espiritismo. 




além e a sobrevivência do Ser 

Léon Denis
Sinopse:
É um clássico do Espiritismo que nenhum estudioso deve ignorar. A obra comprova a sobrevivência após a morte. Lastreado em famosos cientistas, como Crookes, Lodge, Lombroso e outros, o autor relata casos comprovados de comunicação dos Espíritos, obedecendo aos cânones científicos do método experimental. É leitura apaixonante que demonstra a atualidade da Doutrina Espírita e a segurança da Codificação, apesar do tempo decorrido.



No Invisível ( 1903) 

Léon Denis
Sinopse:
Representa um tratado de espiritualismo experimental, no qual o autor estuda as leis que regem as manifestações do mundo invisível e os fenômenos provenientes de sua natureza. Dedica ainda à mulher páginas de rara beleza, além de abordar as questões que envolvem o poder do pensamento.





O Problema do Ser, do Destino e da Dor ( 1908). 

Léon Denis
Sinopse:
Quem somos? De onde viemos? Para onde vamos? Por que sofremos? Essa a formidável problemática do Ser, que Léon Denis vem descerrar-nos com clareza e precisão, fundamentando-se nos princípios da Doutrina Espírita. Divide-se essa obra em três partes e analisa temas como: a evolução do pensamento, a vida no além, provas históricas da reencarnação, a lei dos destinos e outros assuntos palpitantes e atuais.




Gênio Celtico e o Mundo Invisível 

Léon Denis
Sinopse:
Este é o último trabalho de Léon Denis e nele observamos a exaltação do espírito céltico-francês, tão presente em sua personalidade. Considerado como "um livro a não ser editado" - em razão das mensagens de Kardec onde o espírito nacional-francês é por ele exaltado - esta obra tem, para a Doutrina Espírita, um valor histórico e cultural muito grande ao apresentar as relações existentes entre o Espiritismo e o Celtismo e um minucioso estudo sobre os países célticos, a origem dos povos celtas, o Druidismo e uma série de mensagens onde encontramos como signatários, além de Kardec, Jules Michelet e Jeanne de Domremy. 





O ESPIRITISMO E AS FORCAS RADIANTES 
Léon Denis
Sinopse:
" Realmente, o estudo dos fluidos e das forças radiantes leva, necessariamente, às formas invisíveis da vida, pois a elas se relaciona, fortemente. É por aí que a Ciência nova chegará a reconhecer a existência do mundo dos espíritos e que as imensas perspectivas do Além se abrirão diante dela." 






ESPIRITISMO E O CLERO CATOLICO 

Léon Denis 
Sinopse:

Livro escrito por Léon Denis em resposta aos ataques feitos pelo clero católico ao Espiritismo. Usando argumentos procedentes de experiências dos próprios padres e utilizando-se de expressões intelectuais católicas, o Mestre Denis faz, nesta obra, uma de suas mais admiráveis defesas da Doutrina Espírita. Ainda aproveitando argumentos católicos, ele prova que a reencarnação era aceita  normalmente pelos primeiros cristãos. Terminando o seu trabalho, demonstra o aspecto consolador do Espiritismo. 






O ESPIRITISMO NA ARTE

Léon Denis
Sinopse:
Esta obra se desenvolve em dois níveis: retrata o que ocorre na espiritualidade e como a beleza se manifesta através do artista encarnado na Terra. O autor, Léon Denis, escreveu em 1922 uma série de artigos para a Revue Spirite (revista francesaespírita), na qual tratava da questão do belo na arte, arquitetura, pintura, escultura, música, literatura, etc.




O GRANDE ENIGMA 

Léon Denis
Sinopse:
Aborda temas ligados ao Universo e à Natureza, objetivando demonstrar o porquê da existência do homem e a lei do destino. Ressalta que a morte é simplesmente um segundo nascimento: deixamos o mundo pela mesma razão por que nele entramos, segundo a ordem da mesma lei. 






ESPIRITOS E MEDIUNS 

Léon Denis 
Sinopse:
Este livro não possuía uma tradução em língua portuguesa, até que o professor José Jorge fez o presente trabalho. É uma obra destinada a melhor fazer compreender todos os trâmites do Espiritismo experimental e, por consequência, as comunicações mediúnicas dele decorrentes. Médiuns e diretores de grupos espíritas muito se beneficiarão, no exercício da prática mediúnica, seguindo as recomendações, simples e objetivas, do Mestre Denis. 




GIOVANA 

Léon Denis
Sinopse:
Uma obra clássica, de autoria de uns dos mais importantes escritores espíritas de todos os tempos, com enredo emocionante, praticamente desconhecida do público brasileiro e com belíssima apresentação gráfica.






JOANA DARC MEDIUM 

Léon Denis
Sinopse:
A vida dessa extraordinária médium é exposta com minúcias e dados do maior interesse aos que pretendem conhecer sua verdadeira personalidade. Os fatos mediúnicos que a cercaram e que só o Espiritismo explica, como suas visões, premonições, audição de vozes e outros, são analisados como fenômenos comuns que a ignorância e a mentira tacharam de bruxarias. É um livro que exalta a força da fé e restabelece o primado da verdade.






O mundo invisível e a guerra 
Léon Denis
Sinopse:
Léon Denis vivenciava a experiência terrível da guerra de 1914, e uma série de comunicações, recebidas de seus amigos espirituais, o inspiraram a escrever esta obra em que faz uma análise dos horrores da guerra e as suas consequências, mostra a opinião e a atuação dos espíritos sobre os dois aspectos da guerra - o visível e o oculto - e dá profundos esclarecimentos sobre a necessidade de reeducação dos povos para que cada criatura tenha o verdadeiro conhecimento de seus deveres, de suas responsabilidades e do real objetivo da vida, que é o aperfeiçoamento da alma.






O PORQUÊ DA VIDA 

Léon Denis
Sinopse:
Como o título indica, seu autor mostra, com inteligência e explicações lógicas, as razões primordiais da existência física. Focalizando princípios que demonstram o que somos, donde viemos e para onde vamos após a desencarnação. Desenvolve temática do maior interesse, com assuntos variados, fixando a atenção do leitor no rumo dos mais altos objetivos da alma humana.






O PROGRESSO

Léon Denis
Sinopse:
Léon Denis foi um orador brilhante, um excelente conferencista, e tinha por hábito escrever e ler os seus discursos. Esta peculiaridade de seu trabalho permitiu que se conservassem, até nossos dias, muitos de seus escritos. Este é o caso de "O Progresso", um discurso feito pelo Mestre Denis em 1880, no qual, com o seu espírito elevado e liberal, analisa o progresso em variados aspectos como o político, o social, o religioso e dentro da imortalidade. Com a leitura desta obra, verificamos o quanto ainda nos falta apreender, pois as palavras de Léon Denis continuam, hoje, tão atuais como no dia em que ele as proferiu pela primeira vez.

 





SOCIALISMO E ESPIRITISMO 

Léon Denis
Sinopse:
Este livro tem a virtude de reativar o debate em torno do Socialismo e do Espiritismo, permitindo a continuidade de uma palpitante e de rara oportunidade. Léon Denis mostra seu pensamento sobre o Socialismo, doutrina que encontrou na França um grande trabalhador na figura de Jean Jaurés.




TUNIS E A ILHA DA SARDENHA 
Léon Denis
Sinopse:
A Sardenha, situada no Mar Mediterrâneo, foi sucessivamente povoada por fenícios, cartagineses, romanos, árabes, bizantinos, espanhóis, saboianos e italianos. A Norte, é separada da Córsega pelo estreito de Bonifácio; a oriente, o mar Tirreno separa-a da Itália Continental. Nessa obra, Léon Dnis resgata as memórias de sua viagem a este lugar encantador, ocorrida no século XIX. Com peculiar sensibilidade, ele capta os detalhes mais pitorescos da viagem, transportando o leitor para os extremos da vida rude e simples dos moradores da região aos espetáculos de cor e imagem traduzidos pela natureza, além de incuti-lo no conhecimento histórico da Ilha da Sardenha.

Leia com atenção

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Agradeço a todos que compartilham na rede tais imagens e até mesmo textos.
Caso haja algum problema de utilização em meu blog de algum material de sua autoria, entre em contato para que eu proceda a retirada.
Luciano Dudu