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O MEDIUNATO DE JOANA d'ARC E A INQUISIÇÃO

7 de jan de 2011



PROVAS DE SUA MEDIUNIDADE NO INTERROGATORIO DO PROCESSO DA  INQUISIÇÃO


Parte 3/11

“Antes de tudo: são autênticos estes fatos”?
R= Nenhuma dúvida é possível. “Os textos, os depoimentos aí estão copiosos; as cartas, as crônicas abundam”.
A Pedro de Versailles, que a interroga em Poitiers sobre o grau de sua instrução, responde: “Não sei o ABC.”
Muitos o afirmam no processo de reabilitação. Entretanto, realizou maravilhosa obra, como igual mulher alguma jamais empreendeu. Para levá-la a bom termo, porá em jogo aptidões e qualidades raras. Iletrada, confundirá e convencerá os doutores de Poitiers. Por seu gênio militar e pela habilidade dos seus planos, adquirirá pronta influência sobre os chefes do exército e os soldados.
Em Ruão, fará frente a sessenta eruditos, casuístas destros em sutilezas jurídicas e teológicas; frustrar-lhes-á as ciladas e lhes responderá a todas as objeções. Mais de uma vez os deixará embaraçados pelo poder de suas réplicas, rápidas como relâmpagos, penetrantes quais pontas de espadas.

  • Conta-se também uma cena tocante passada na igreja de Compienha (Compiègne). Diz ela, chorando, aos que a cercavam: “Bons amigos e queridos filhos, sabei que me venderam e traíram. Dentro em breve, dar-me-ão a morte. Orai por mim! “ (46).
  • Na prisão, seus guias lhe predizem a libertação de Compienha (47), o que lhe causa grande alegria. Teve também a revelação do seu fim trágico, sob uma forma que ela não compreendeu, mas cujo sentido seus juízes apreenderam: “O que minhas vozes mais me dizem é que serei salva... Acrescentam: Recebe tudo com resignação, não te aflijas por causa do teu martírio. Virás, enfim, para o reino do paraíso“

Como conciliar tão esmagadora superioridade com a falta de instrução? Ah! É que existe outro manancial de ensinamentos que não a ciência da escola! Pela comunhão constante com o mundo invisível, desde a idade de treze anos, quando teve a sua primeira visão, é que Joana alcança as luzes indispensáveis ao desempenho de sua missão espinhosa. 
Fonte: Revista Espírita , dezembro 1867, Allan Kardec
Imagem: Google

1 comentários:

Flávia Neves disse...

Gostei.

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Luciano Dudu