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FASES DO RENASCENTISMO

20 de fev de 2011

A ARTE E O ESPIRITISMO

Capítulo 3
Pintura de Giotto 
Nota : Giotto: que traz para a pintura noções presentes na escultura, como luz, sombra e volume. É o grande representante do Trecento italiano. Sua arte é considerada ainda medieval.

Emmanuel no livro Consolador na questão de nº172 responde a seguinte pergunta :
Existem, de fato, uma arte antiga e uma arte moderna?

Resposta de Emmnauel:
-A arte envolve com os homens e, representando a contemplação espiritual de quantos a exteriorizam, será sempre a manifestação da beleza eterna, condicionada ao tempo e ao meio de seus expositores. A arte, pois, será sempre uma só, na sua riqueza de motivos, dentro da espiritualidade infinita.
Ponderemos, contudo, que, se existe hoje grande número de talentos com a preocupação excessiva de originalidade, dando curso às expressões mais extravagantes de primitivismo, esses são os cortejadores irrequietos da glória mundana que, mais distanciados da arte legítima, nada mais conseguem que refletir a perturbação dos tempos que passam, apoiando o domínio transitório da futilidade e da força. Eles, porém. Passarão como passam todas as situações incertas de um cataclismo, como zangões da sagrada colméia da beleza divina, que, em vez de espiritualizarem a Natureza, buscam deprimi-la com as suas
concepções extravagantes e doentias. (1)








O Renascentismo se divide em fases conhecidas como : 



· Trecento 



· Quattrocento 



· Alta renascença 



· O cinquecento e o Maneirismo Italiano 







Devido a História da Arte ser bem complexa, daremos uma abordagem maior a partir do período denominado “ Alta Renascença” (2)


Alta Renascença






Rafael: As núpcias da Virgem Maria, 1504.







Uma obra típica da Alta Renascença. Pinacoteca de Brera, Milão, Itália.
A Alta Renascença cronologicamente engloba os anos finais do Quattrocento e as primeiras décadas do Cinquecento, sendo delimitada aproximadamente pelas obras de maturidade de Leonardo da Vinci (a partir de c. 1480)
Foi a fase de culminação do Renascimento, que se dissipou mal foi atingida, mas seu reconhecimento é importante porque ali se cristalizaram ideais que caracterizam todo o movimento renascentista: o Humanismo, a noção de autonomia da arte, a emancipação do artista de sua condição de artesão e equiparação ao cientista e ao erudito, a busca pela fidelidade à natureza, e o conceito de gênio, tão perfeitamente encarnado em Da Vinci, Rafael, Michelangelo
Se a passagem da Idade Média para a Idade Moderna não estava ainda completa, pelo menos estava assegurada sem retorno possível.
Eventos como a descoberta da América e a Reforma Protestante, e técnicas como a imprensa de tipos móveis, transformaram a cultura e a visão de mundo dos europeus, ao mesmo tempo em que a atenção de toda a Europa se voltava para a Itália e seus progressos, com as grandes potências da França, Espanha e Alemanha desejando sua partilha e fazendo dela um campo de batalhas e pilhagens. Com as invasões a arte italiana espalhou sua influência por uma vasta região do continente . (3)






O Cinquecento e o Maneirismo italiano










 Micheangelo 

Nota: Teto da Capela Sistina, “A Sibila Cumana”, “A Sibila Pérsica”, a “Sagrada Família” (Galeria Uffizi – Florença), entre outras. A Capela Sistina foi construída por ordem de Sisto IV (retangular 40 × 13 × 20 altura).
Cinquecento (século XVI) é a derradeira fase da Renascença, quando o movimento se transforma, se expande para outras partes da Europa e Roma sobrepuja definitivamente Florença como centro cultural, especialmente a partir do pontificado de Júlio II. Roma até então não havia produzido grandes artistas renascentistas, e o classicismo havia sido plantado através da presença temporária de artistas de outras partes. Mas com a fixação na cidade de mestres do porte de Rafael, Michelangelo e Bramante formou-se uma escola local, tornando-a o mais rico repositório da arte da Alta Renascença e da sua continuação cinquecentesca, onde a política cultural do papado deu uma feição característica a toda esta fase. Boa parte dessa nova influência romana derivou do desejo de reconstituir a grandeza e a virtude cívica da Roma Antiga, o que se refletiu na intensificação do mecenato e na recriação de práticas sociais e simbólicas que imitavam as da Antiguidade, como os grandes cortejos de triunfo, as festas públicas suntuosas, as representações plásticas e teatrais grandiloquentes, cheias de figuras históricas, mitológicas e alegóricas. (4)


Fonte 1: Livro : Consolador : Francisco C. Xavier / Emmanuel
           2- 4 :      http//pt.wikipedia.org/wiki/Renascimento
                    Imagens retiradas do Google





















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Luciano Dudu