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MEDIUNIDADE

16 de dez de 2011




Amigo Leitor, sentimos a necesdidade de retomar o assunto Mediunidade, em virtude de muitos pedidos de nossos leitores do blog.
 Começaremos a partir desta postagem mostrando os conceitos de Kardec sobre os tipos de mediunidade.
Com o desenvolver do trabalho, iremos aprofundar no tema MEDIUNIDADE,  que é muito interessante de ser estudado e de suma importância para todos nós, em virtude de todos sermos MÉDIUNS.
Pedimos licença aos confrades Walter Barcelos, Herminio Miranda, Suely Caldas, Divaldo P. Franco, Raul Teixeira, Francisco C. Xavier, Yvone Amaral Pereira, Leon Denis, Edgar Armond, e alguns outros,  para fazermos citações de seus brilhantes livros publicados  sobre a  mediunidade.
Utilizaremos durante nossos estudos obras de estudos relacionados a mediunidade de médiuns confiáveis, que embasaram na Obra de Allan Kardec para trazer a lume temas interessantes de uma forma clara e objetiva sempre enfoncado a MEDIUNIDADE COM JESUS, sem misticismo, sem ficção, e sem polêmica, sem fanatismo e principalmente "sem abordagem apocalípitica".
  
 Boa Leitura e reflexão
Luciano Dudu


AS MEDIUNIDADES MAIS CONHECIDAS 


No capitulo XIV do Livro dos médiuns no item 159, Allan Kardec nos diz que: 

“Todo aquele que sente num grau qualquer, a influência dos Espíritos é, por esse fato, médium. Essa faculdade é inerente ao homem; não constitui, portanto, um privilégio exclusivo. Por isso mesmo, rara são as pessoas que dela não possuam alguns rudimentos. Pode, pois, dizer-se que todos são, mais ou menos, médiuns. Todavia, usualmente, assim só se qualificam aqueles em quem a faculdade mediúnica se mostra bem caracterizada e se traduz por efeitos patentes, de certa intensidade, o que então depende de uma organização mais ou menos sensitiva. É de notar-se, além disso, que essa faculdade não se revela, da mesma maneira, em todos. Geralmente, os médiuns têm uma aptidão especial para os fenômenos desta, ou daquela ordem, donde resulta que formam tantas variedades, quantas são as espécies de manifestações. 

As principais são: 

A dos médiuns de efeitos físicos; do médium sensitivo, ou impressionável; a dos audientes; a dos videntes; a dos sonambúlicos; a dos curadores; a dos pneumatógrafos; a dos escreventes, ou psicógrafos. 


Fonte: Capitulo XIV – O Livro dos médiuns e dos Doutrinadores/Allan Kardec: FEB 


MEDIUM DE EFEITO FISICO 

Foto de Meimei Materializada

No capitulo XIV do Livro dos médiuns no item 160, Allan Kardec nos diz que: 

Os médiuns de efeitos físicos são particularmente aptos a produzir fenômenos materiais, como os movimentos dos corpos inertes, ou ruídos, etc. Podem dividir-se em médiuns facultativos e médiuns involuntários. (Veja-se a 2ª parte, caps. II e IV.). 

A)- MEDIUM DE EFEITO FISICO FACULTATIVO 

1 a)- Os médiuns facultativos são os que têm consciência do seu poder e que produzem fenômenos espíritas por ato da própria vontade. Conquanto inerente à espécie humana, conforme já dissemos semelhante faculdade longe está de existir em todos no mesmo grau. Porém, se poucas pessoas há em quem ela seja absolutamente nula, mais rara ainda são as capazes de produzir os grandes efeitos tais como a suspensão de corpos pesados, a translação aérea e, sobretudo, as aparições. 


B)- MEDIUNS DE EFEITO FISICO INVOLUNTARIOS 

No mesmo capítulo no item 161, Allan Kardec nos diz que: 
Os médiuns involuntários ou naturais são aqueles cuja influência se exerce a seu mau grado. Nenhuma consciência tem do poder que possuem e, muitas vezes, o que de anormal se passa em torno deles não se lhes afigura de modo algum extraordinário. Isso faz parte deles, exatamente como se dá com as pessoas que, sem o suspeitarem, são dotadas de dupla vista. São muito dignos de observação esses indivíduos e ninguém deve descuidar-se de recolher e estudar os fatos deste gênero que lhe cheguem ao conhecimento. Manifestam-se em todas as idades e, freqüentemente em crianças ainda muito novas. 

Fonte: Capitulo XIV – O Livro dos médiuns e dos Doutrinadores/Allan Kardec: FEB 


MÉDIUNS SENSITIVOS 


Médiuns sensitivos: pessoas suscetíveis de sentir a presença dos Espíritos, por uma impressão geral ou local, vaga ou material. A maioria dessas pessoas distingue os Espíritos bons dos maus, pela natureza da impressão. 


MÉDIUNS AUDIENTES: 


Médiuns audientes são aqueles que ouvem os Espíritos. Muito comuns. 

“Muitos há que imaginam ouvir o que apenas lhes está na imaginação.” 



MÉDIUNS FALANTES OU PSICOFÔNICOS 


Médiuns falantes são aqueles que falam sob a influência dos Espíritos. Muito comuns. 



MEDIUNS VIDENTES 


Médiuns videntes: São aqueles que em estado de vigília, vêem os Espíritos. A visão acidental e fortuita de um Espírito, numa circunstância especial, é muito freqüente; mas, a visão habitual, ou facultativa dos Espíritos, sem distinção, é excepcional. 

O médium vidente julga ver, como os que são dotados de dupla vista; mas, na realidade, é a alma quem vê e por isso é que eles tanto vêem fechados, como com os olhos abertos; donde se conclui que um cego pode ver os Espíritos, do mesmo modo que qualquer outro que tem perfeita a vista. Sobre este último ponto caberia fazer-se interessante estudo, o de saber se a faculdade de que tratamos é mais freqüente nos cegos. 
Espíritos que na Terra foram cegos nos disseram que, quando vivos, tinham, pela alma, a percepção de certos objetos e que não se encontravam imersos em negra escuridão. 
A faculdade de ver os Espíritos pode, sem dúvida, desenvolver-se, mas é uma das de que convém esperar o desenvolvimento natural, sem o provocar, em não se querendo ser joguete da própria imaginação. Quando o gérmen de uma faculdade existe, ela se manifesta de si mesma. Em princípio, devemos contentar-nos com as que Deus nos outorgou, sem procurarmos o impossível, por isso que, pretendendo ter muito, corremos o risco de perder o que possuímos. 



MÉDIUNS SONAMBULICOS 


Pode considerar-se o sonambulismo uma variedade da faculdade mediúnica, ou, melhor, são duas ordens de fenômenos que freqüentemente se acham reunidos. O sonâmbulo age sob a influência do seu próprio Espírito; é sua alma que, nos momentos de emancipação, vê, ouve e percebe, fora dos limites dos sentidos. O que ele externa tira-o de si mesmo; suas idéias são, em geral, mais justas do que no estado normal, seus conhecimentos mais dilatados, porque tem livre a alma. 
Numa palavra, ele vive antecipadamente a vida dos Espíritos. O médium, ao contrário, é instrumento de uma inteligência estranha; é passivo e o que diz não vem de si. Em resumo, o sonâmbulo exprime o seu próprio pensamento, enquanto que o médium exprime o de outrem. Mas, o Espírito que se comunica com um médium comum também o pode fazer com um sonâmbulo; dá-se. 
Mesmo que, muitas vezes, o estado de emancipação da alma facilita essa comunicação. Muitos sonâmbulos vêem perfeitamente 
Os Espíritos os descrevem com tanta precisão, como os médiuns videntes. Podem confabular com eles e transmitir-nos seus pensamentos. O que dizem, fora do âmbito de seus conhecimentos pessoais, lhes é com freqüência sugerida por outros Espíritos. 



 MÉDIUNS CURADORES 


Somente para mencioná-la trataremos aqui desta variedade de médiuns, porque o assunto exigiria demasiado desenvolvimento para nosso esquema. Diremos que esse gênero de mediunidade consiste principalmente no dom e curar por simples toques, pelo olhar ou mesmo por gesto, sem nenhuma medicação. Certamente dirão que se tatá simplesmente de magnetismo. È evidente que o fluído magnético exerce um grande papel no caso. Mas, quando examina o fenômeno com mo devido cuidado, facilmente se reconhece a presença de mais alguma coisa. 
A intervenção de uma potencia oculta, que caracteriza a mediunidade, tornam-se evidentes certas circunstâncias. È, sobretudo , quando consideramos que a maiorias dessas pessoas qualificáveis como médiuns curadores recorrem à prece, que é uma verdadeira evocação. 



MÉDIUNS PSICOGRAFOS 


De todos os meios de comunicação, a escrita manual é o mais simples, mais cômodo e, sobretudo, mais completo. Para ele devem tender todos os esforços, porquanto permite se estabeleçam, com os Espíritos, relações tão continuadas e regulares, como as que existem entre nós. Com tanto mais afinco deve ser empregado, Quanto é por ele que os Espíritos revelam melhor sua natureza e o grau do seu aperfeiçoamento, ou da sua inferioridade. Pela facilidade que encontram em exprimirem-se por esse meio, eles nos revelam seus mais íntimos pensamentos e nos facultam julgá-los e apreciar-lhes o valor. Para o médium, a faculdade de escrever é, além disso, a mais suscetível de desenvolver-se pelo exercício. 


(A)- MÉDIUNS PSICOGRAFOS MECANICOS 
Quando atua diretamente sobre a mão, o Espírito lhe dá uma Impulsão de todo independente da vontade deste último. Ela se move sem interrupção e sem embargo do médium, enquanto o Espírito tem alguma coisa que dizer, e para, assim ele acaba. 
Nesta circunstância, o que caracteriza o fenômeno é que o médium não tem a menor consciência do que escreve. Quando se dá, no Caso, a inconsciência absoluta; têm-se os médiuns chamados passivos ou mecânicos. 
É preciosa esta faculdade, por não permitir dúvida alguma sobre a independência do pensamento daquele que escreve. ( rara). 

(B)- MÉDIUNS PSICOGRAFOS INTUITIVOS 
A transmissão do pensamento também se dá por meio do Espírito do médium, ou, melhor, de sua alma, pois que por este nome designamos o Espírito encarnado. O Espírito livre, neste caso, não atua sobre a mão, para fazê-la escrever; não a toma, não a guia. Atua sobre a alma, com a qual se identifica. A alma, sob esse impulso, dirige a mão e esta dirige o lápis. Notemos aqui uma coisa importante: é que o Espírito livre não se substitui à alma, visto que não a pode deslocar. Domina-a, mau grado seu, e lhe imprime a. 
Sua vontade. Em tal circunstância, o papel da alma não é o de inteira passividade; ela recebe o pensamento do Espírito livre e o transmite. Nessa situação, o médium tem consciência do que escreve, embora não exprima o seu próprio pensamento. 

(B)- MÉDIUNS PSICOGRAFOS SEMI-MECANICOS 
O papel do médium mecânico é o de uma máquina; o médium intuitivo age como o faria um intérprete. Este, de fato, para transmitir o pensamento, precisa compreendê-lo, apropriar-se dele, de certo modo, para traduzi-lo fielmente e, no entanto, esse pensamento não é seu, apenas lhe atravessa o cérebro. Tal precisamente o papel do médium intuitivo. No médium puramente mecânico, o movimento da mão independe da vontade; no médium intuitivo, o movimento é voluntário e facultativo. O médium semi-mecânico participa de ambos esses gêneros. Sente que à sua mão uma impulsão é dada, mau grado seu, mas, ao mesmo tempo, tem consciência do que escreve, à medida que as palavras se formam. No primeiro o pensamento vem depois do ato da escrita; no segundo, precede-o; no terceiro, acompanha-o. Os médiuns semi-mecânicos são os mais numerosos. 

(C)- MEDIUNS INSPIRADOS 

Todo aquele que, tanto no estado normal, como no de êxtase, recebe, pelo pensamento, comunicações estranhas às suas idéias preconcebidas, pode ser incluído na categoria dos médiuns inspirados. Estes, como se vê, formam uma variedade da mediunidade intuitiva, com a diferença de que a intervenção de uma força oculta é aí muito menos sensível, por isso que, ao inspirado, ainda é mais difícil distinguir o pensamento próprio do que lhe é sugerido. A espontaneidade é o que, sobretudo, caracteriza o pensamento deste último gênero. A inspiração nos vem dos Espíritos que nos influenciam para o bem, ou para o mal, porém, procede, principalmente, dos que querem o nosso bem e cujos conselhos muito amiúde cometemos o erro de não seguir. Ela se aplica, em todas as circunstâncias da vida, às resoluções que devamos tomar. Sob esse aspecto, pode dizer-se que todos são médiuns, porquanto não há quem não tenha seus Espíritos protetores e familiares, a se esforçarem por sugerir aos protegidos salutares idéias. Se todos estivessem bem compenetrados desta verdade, ninguém deixaria de recorrer com freqüência à inspiração do seu anjo de guarda, nos momentos em que se não sabe o que dizer, ou fazer. 
Que cada um, pois, o invoque com fervor e confiança, em caso de necessidade, e muito freqüentemente se admirará das idéias que lhe surgem como por encanto, quer se trate de uma resolução a tomar, quer de alguma coisa a compor. Se nenhuma idéia surge, é que é preciso esperar. A prova de que a idéia que sobrevém é estranha à pessoa de quem se trate, está em que, se tal idéia lhe existira na mente, essa pessoa seria senhora de, a qualquer momento, utilizá-la e não haveria razão para que ela se não manifestasse à vontade. Quem não é cego nada mais precisa fazer do que abrir os olhos, para ver quando quiser. Do mesmo modo, aquele que possui idéias próprias tem-nas sempre à disposição. Se elas não lhes vêm quando quer, é que está obrigado a buscá-las algures, que não no seu íntimo. Também se podem incluir nesta categoria as pessoas que, sem serem dotadas de inteligência fora do comum e sem saírem do estado normal, têm relâmpagos de uma lucidez intelectual que lhes dá momentaneamente desabitual facilidade de concepção e de elocução e, em certos casos, o pressentimento de coisas futuras. Nesses momentos, que com acerto se chamam de inspiração, as idéias abundam, sob um impulso involuntário e quase febril. Parece que uma inteligência superior nos vem ajudar e que o nosso espírito se desembaraçou de um fardo. 
Os homens de gênio, de todas as espécies, artistas, sábios, literatos, são sem dúvida Espíritos adiantados, capaz de compreender por si mesmos e de conceber grandes coisas. Ora, precisamente porque os julgam capazes, é que os Espíritos, quando querem executar certos trabalhos, lhes sugerem as idéias necessárias e assim é que eles, as mais das vezes, são médiuns sem o saberem. Têm, no entanto, vaga intuição de uma assistência estranha, visto que todo aquele que apela para a inspiração, mais não faz do que uma evocação. 

Fonte: Capitulo XIV – O Livro dos médiuns e dos Doutrinadores/Allan Kardec: FEB 

1 comentários:

Angela Fonseca disse...

Que excelente ideia, Luciano! É sempre muito bom estarmos estudando sobre mediunidade, uma vez que é através dos estudos que vamos desenvolvendo nossa capacidade mediúnica para servir. Gostei muito da postagem de hoje, porque já estudei o Livro dos Médiuns, mas quero re-estudá-lo; no dia deste estudo na fraternidade que frequento, estou trabalhando na casa e não posso acompanhar o grupo. Portanto vou fazê-lo aqui com você. Obrigada por essa oportunidade. Um grande abraço. Que Jesus o abençoe. Angela
http://noticiasdacozinha.blogspot.com

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Luciano Dudu