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A História, o Tempo e o Espírita

1 de mai de 2011


Amigo leitor,
É com muita alegria que compartilhamos com você, que no dia 19 de Abril de 2011, o blog História e Espiritismo, completou um ano de existência.

Queremos agradecer a você, que se tornou nosso fiel leitor, e que durante este tempo de vida do blog, vem acompanhando nossas postagens constantemente.
Nós buscamos de uma forma despretensiosa, trazer em nosso blog, um pouco da história da humanidade fazendo um link com a Doutrina dos Espíritos, codificada pelo Mestre Lionês Allan Kardec, temos o objetivo de tentar mostrar a importância da História na Revelação Espírita. 

Neste primeiro ano de existência de nosso blog, contamos com uma quantidade grande de visitantes e leitores, de várias nacionalidades diferentes.
Essas visitas proporciona um incentivo para que em nossa pequenez, continuemos a dar continuidade nesta empreitada de publicar sobre História aliado ao Espiritismo.
Mesmo diante de algumas dificuldades, aliado aos motivos de não sermos historiadores, e não termos formação acadêmica em História, buscamos realizar pesquisas sérias e nós primamos sempre pela pureza doutrinária de Kardec, e por fontes históricas confiáveis.

Tempus regit actum




È uma expressão jurídica latina que significa literalmente o tempo rege o ato, no sentido que as coisas jurídicas se regem pela lei da época em que ocorreram.
Você deve ficar refletindo por que abordamos assuntos históricos fazendo uma ligação com a Doutrina dos Espíritos.
Ao longo de nossos estudos, o trabalho foi amadurecendo e tomando forma especifica e peculiar sobre fatos históricos à luz da doutrina dos espíritos.
Durante estudos realizados ao longo do ano, encontramos materiais interessantes, nas obras básicas de Allan Kardec e de obras espíritas complementares, confiáveis que dão embasamento ao nosso projeto proposto.
Abordaremos a partir de agora “A contribuição da História na Humanidade, relacionado às religiões, as ciências combinadas e principalmente para o Espiritismo”.
Traremos a partir de agora para o conhecimento de nossos leitores, algumas citações de obras espíritas confiáveis:




No livro "Consolador" do Espírito Venerando Emmanuel que no capítulo sobre "ciências combinadas" na questão 80 e 81 diz:
“(...) As chamadas ciências combinadas são expressões do mesmo quadro de conhecimentos humanos, com igual convergência para a sabedoria integral, no plano infinito”. A História, como a conheceis, não é uma estatística dos acontecimentos do planeta através das palavras? Todas elas são processos evolutivos para os valores intelectuais do homem, a caminho das conquistas definitivas de sua personalidade imortal. (...) [1]

Questão de nº81 - Nos planos espirituais a história das civilizações terrestres é conhecida nas mesmas características em que a conhecemos através dos narradores humanos?
 
A descrição dos fatos é aproximadamente a mesma; todavia, os métodos de apreciação dos acontecimentos e das situações divergem de maneira quase absoluta. Muitas vezes os heróis nos livros da Terra são entidades misérrimas na esfera espiritual. Verifica-se, então, o contrário. Conhecemos Espíritos altíssimos que vieram do mundo cobertos de virtudes gloriosas, e que não constam de nenhuma lembrança da Humanidade. Os altares e as galerias patrióticas da Terra foram sempre comprometidos pela política rasteira das paixões. Poucos heróis do planeta fazem jus a esse título no mundo da verdade. É por essa razão que a história do orbe sendo exata, no concernente à descrição e à cronologia, é ilegítima no que se refere à justiça e à sinceridade (...) [1-a]


  
No livro “Pelos caminhos da Mediunidade Serena” entrevistas feitas com a médium Yvone Amaral. Pereira, ela diz: 
(...) O espírita precisa conhecer um pouco mais de História, a fim de poder dar expansão às inspirações que descerão do invisível, ajudando nos trabalhos que irá realizar para a divulgação de sua crença, pois em todas as civilizações deste mundo existiram o rastro da comunicação dos espíritos e princípios divinos. O doutor Bezerra de Menezes aconselha, constantemente, ser indispensável aos espíritas a leitura da história do cristianismo. Eu mesma tenho observado, às vezes, pessoas falando em público trechos do Evangelho que não estão certos. È preciso conhecê-lo e estudá-lo o mais possível. Ou nós aceitamos o Evangelho ou não. (...) [2]

Um dos grandes colaboradores espirituais da médium Yvone Amaral Pereira, na sua última existência foi, o Espírito Leon Denis, que em parceria mediúnica com a médium Yvone A Pereira, realizou a correção de sua primorosa obra mediúnica “Memórias de um suicida” ditado por Camilo Castelo Branco.
Yvone também foi uma leitora assídua das obras de Leon Denis escritas na época do mestre Allan Kardec.


Encontraremos no livro escrito por Leon Denis, sob o nome de “No invisível”, no capítulo XXVI - A mediunidade gloriosa, um fabuloso trecho que ele dá o aval do comentário feito por Yvone Amaral Pereira, na citação anterior de nº (2), sobre a necessidade de o Espírita conhecer sobre a história:

(...) A história geral é consoladora e grandiosa; reveste as modalidades e o caráter de um drama sacrossanto. Deus envia seu pensamento ao mundo por emissários que incessantemente descem os degraus da escada dos seres e vão levar aos homens a comunicação divina, como os astros enviam à Terra, através das profundezas, suas irradiações sutis. Assim tudo se liga no plano universal. As esferas superiores promovem a educação dos mundos inferiores.
Os Espíritos celestes se fazem instrutores das Humanidades atrasadas. A ascensão dos mundos de prova para os de regeneração é o mais belo espetáculo que pode ser oferecido à admiração do pensador. [3]


No livro “Nova História do Espiritismo”, o historiador Dalmo Duque dos Santos, autor da obra, escreve:
(...)“A pesquisa histórica”, é uma atividade essencialmente científica, mas a historiografia vai além dos instrumentos técnicos da coleta de informações e da organização de dados; ela é a síntese de conhecimento histórico e sua elaboração ocorre sob o efeito emocional da expressão literária. A pesquisa é o meio e a historiografia é o fim; a pesquisa é a técnica e o método de acesso seguro, pelos documentos, aos portais da memória; a historiografia é arte de narrar essas “REVELEÇÕES” do tempo passado (...). [4]

Resolvemos dar uma ênfase agora no assunto Revelação Espírita.
Estudando o capítulo I do livro “A Gênese, os milagres e as predições segundo o espiritismo”, Kardec retrata pontos importantes sobre “Os caracteres da revelação espírita”, ele traz a definição de revelação:

(...) Revelação, do latim “revel are”, cuja raiz é “Vilson, véu, significa literalmente “sair de sob o véu”, figuradamente, descobrir fazer conhecer uma coisa secreta ou desconhecida”. Definindo também no sentindo de qualquer coisa ignorada que é esclarecida, de qualquer ideia nova que nos põe a par daquilo que não sabíamos (...) [5]

(.) O caráter essencial de qualquer revelação deve ser a verdade. Revelar um segredo, é fazer conhecer um fato; se é falso, não é mais um fato e, por consequência, não há revelação. Toda revelação desmentida pelos fatos deixa de o ser; se é atribuída a Deus. Deus não podendo mentir nem enganar-se, ela não pode emanar Dele; deve ser considerado como um produto de concepção humana (...). [6]

(...) O papel de um professor é ensinar aquilo que os alunos não sabem o que não teriam tempo nem possibilidade de descobrir por si mesmo, porque a ciência é a obra coletiva dos séculos e de uma multidão de homens que trouxeram cada um, o seu contingente de observações, e das quais se aproveitam aqueles que vêm depois. O ensino é, assim, na realidade, a revelação de certas verdades científicas ou morais, físicas, metafísicas, feitas por homens que as conhecem a outros que as ignoram e que permaneceriam ignoradas se assim não fosse (...) [7]

Quando Allan Kardec no mesmo livro “A gênese” vai explicar no capitulo IV sobre “o papel da ciência na Gênese” ele cita no item 1:

(...) A história da origem de quase todos os povos antigos se confunde
Com a da religião deles, donde o terem sido religiosos os seus primeiros livros. E como todas as religiões se ligam ao princípio das coisas, que é também o da
Humanidade, elas deram, sobre a formação e o arranjo do Universo,
Explicações em concordância com o estado dos conhecimentos da época e de seus fundadores.
Daí resultou que os primeiros livros sagrados foram ao mesmo tempo os primeiros livros de ciência, como foram, durante largo período, o código único das leis civis (...) [8].

No mesmo capítulo mencionado acima no item 8, o mestre Rivail conhecido como Sr. Allan Kardec comenta: que o homem foi impotente para resolver o problema da criação, até que a ciência lhe deu a chave.
Ele continua enumerando e explicando importância de cada ciência como: a Astrologia, a Física, a Química, a Minerologia, a Botânica, a Zoologia, a Paleontologia, a Antropologia, e na ciência em questão que estudamos que é vinculada a História que é a Arqueologia, ele diz que o homem foi capaz através desta ciência de seguir os traços da humanidade através das idades. 

E que todas as ciências, numa palavra, se completam umas às outras, e assim lhe trazem seu contingente indispensável ao conhecimento da história do mundo, caso elas não existissem, o homem não teria por guia outra coisa senão suas primeiras hipóteses.
Desde que é impossível conceber a Gênese sem os dados fornecidos pela ciência, é lícito dizer-se de modo totalmente verdadeiro, que a ciência é convocada para constituir a verdadeira Gênese, conforme as leis da Natureza (...) [9]

Ainda tratando sobre Revelação Espírita e estudo da Historia da Humanidade, encontraremos nas preliminares do livro “O Espírito e o Tempo do saudoso e respeitável José Herculano Pires, comentários interessantes e uma reflexão sobre qual a forma mais apropriada de introduzir um iniciante nos estudos da Doutrina Espírita”.

Ele afirma que seria apropriado o iniciante dos estudos espíritas, conhecer sobre o histórico do desenvolvimento espiritual do homem.
Que o iniciante deverá, ter conhecimentos dos fatos históricos da mediunidade e da história do inicio do espiritismo; com intuito de se evitar grandes equívocos.

Tais estudos, sobre a evolução histórica da humanidade, no campo social, filosófico e religioso, ele irá aprender com os erros e com acertos de nossa história passada, ou seja, de tudo que nós espíritos seculares realizamos nesse orbe terrestre nas reencarnações anteriores. [10]


Leon Denis em seu livro “No invisível” no capítulo “a mediunidade gloriosa”, comprova a importância de estudar sobre o assunto: “O histórico do desenvolvimento espiritual do homem e do histórico da mediunidade”, citado no item anterior por J. Herculano Pires.

(...) Os médiuns do nosso tempo são muitas vezes tratados com ingratidão, desprezados, perseguidos. Se, entretanto, num golpe de vista abrangermos a vasta perspectiva da História, veremos que a mediunidade, em suas várias denominações, é o que há de mais importante no mundo. Quase todos os privilegiados - profetas, videntes, missionários, mensageiros de amor, de justiça e de verdade foram médiuns, no sentido de que se comunicavam com o invisível, com o infinito.
Bem se poderia, sob muitos pontos de vista, dizer que o gênio é uma das formas de mediunidade. Os homens de gênio são inspirados, na acepção fatídica e transcendental dessa palavra. São os intermediários e mensageiros do pensamento superior.
Sua missão é imperativa. E por eles que Deus conversa com o mundo; que incita e atrai a si a Humanidade. Suas obras são fanais que ele acende pela extensa rota dos séculos a fora (...). [11]

Devemos por isso considerá-los meros instrumentos, e não terão eles direito algum à nossa admiração?
Assim não o entendemos. O gênio é antes de tudo uma aquisição do passado, o resultado de pacientes estudos seculares, de lenta e penosa iniciação, que vieram a desenvolver no indivíduo aptidões imensas, uma profunda sensibilidade, que o predispõe às influências elevadas. Deus reserva a luz unicamente àquele que por muito tempo a procurou, pediu e com veemência a desejou. [12]

Grande parte da obra de Leon Denis “No invisível”, ele aborda a comunicação dos espíritos em toda história da humanidade.
(...) Em todas as épocas, tem o mundo invisível colaborado com o mundo dos mortais, nele transfundindo suas aspirações e socorros. Os milagres do passado são os fenômenos do presente; só os nomes mudam; os fatos espíritas são eternos. Assim, tudo se explica se esclarece e se compreende. Ante o imenso panorama do passado se inclina o pensador, empunhando o facho do novo Espiritualismo; e essa luz, na vastidão dos séculos, a poeira dos destroços, que a História registrou, brilha a seus olhos como auríferas centelhas. [13].

Continuando a importância da necessidade de estudo sobre a filosofia Espírita abordada por Jose Herculano Pires no livro O Espírito e o Tempo, encontramos uma abordagem sintetizada do autor:
(...) “Mas é evidente, que a introdução a qualquer ramo do conhecimento, como explica o filósofo Julián Marias, no caso particular da Introdução à Filosofia, exige sempre novas perspectivas, de acordo com o fluir do tempo. A introdução, diz Marias, é o "agora", o circunstancial, o ato de introduzir alguém em alguma coisa. Essa alguma coisa, seja a Filosofia, ou seja, o Espiritismo, é uma realidade histórica, uma coisa que existe de maneira concreta. ”(...) [14].

Sendo o Espiritismo uma realidade histórica, afirmada pelo codificador e seus sucessores, tem ele o seu passado e o seu presente, como terá o seu futuro. No tempo de Kardec, introduzir alguém no estudo do Espiritismo era introduzi-lo numa realidade nascente, numa verdadeira problemática em ebulição, num processo histórico em princípio de definição, e principalmente "numa nova ordem de ideias". Hoje, é introduzir esse alguém num processo já definido, e não apenas numa ordem de ideias, mas também no quadro histórico em que essa ordem surgiu. Dessa maneira, é introduzi-lo também na própria introdução de Kardec. (...) [15].

Leon Denis em seu livro “No Invisível”, evidência que a Doutrina Espírita foi um marco na Humanidade:

(...) O Espiritismo representa uma fase nova da evolução humana. A lei que, através dos séculos, tem conduzido as diferentes frações da Humanidade, longo tempo separadas, a gradualmente aproximar-se, começa a fazer sentir no Além os seus efeitos. Os modos de correspondência que entretêm na Terra os homens vão-se estendendo pouco a pouco aos habitantes do mundo invisível, enquanto não atingem, mediante novos processos, as famílias humanas que povoam as Terras do espaço. (16)



Fiel leitor, após estudarmos as citações de alguns confrades espíritas e por Espíritos Venerandos, nas postagens anteriores, nós podemos concluir que:
O estudo sobre a História servirá como ferramenta facilitadora para a compreensão da margem evolutiva da humanidade, seja no campo social, humanitário, religioso, espiritual e moral.

Esses conhecimentos sobre a história e evolução nos proporcionarão mais subsídios para CRERMOS que a Doutrina dos Espíritos é o Consolador Prometido, que nos disse Nosso Senhor Jesus Cristo:

“E eu regorei ao Pai, e Ele vos dará outro consolador, para que fique eternamente convosco, o Espírito da Verdade, a quem o mundo não pode receber, porque não o vê, nem o conhece. Mas vós o conhecereis por que ele ficará convosco e estará em vós. - Mas o Consolador, que é o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito” (João XIV, 15 a 17; 26).

Conhecer um pouco sobre o Histórico da espiritualização do homem, as civilizações que existiram, suas culturas, conforme propõe Herculano Pires, Emmanuel, Yvone Amaral Pereira, e Allan Kardec nos itens anteriores, facilitará o entendimento das revelações propostas pelos Espíritos Venerandos nos estudos da obra kardequiana, onde citaremos apenas algumas delas como: As três revelações das Leis Divinas, a destinação da Terra, as causa de tais misérias humanas, as leis de causa e efeito, a ação e reação, as causas anteriores e atuais das aflições, os tormentos voluntários, as leis da Justiça Divina, o objetivo do monoteísmo, a reencarnação, à prática da mediunidade com Jesus, a busca da iluminação interior e a principalmente a maior proposta do Cristo “Amai-vos uns aos outros como vos amei”.

Quando estudamos a obra o Consolador, o benfeitor Emmanuel deixa claro que muitos heróis terrenos conhecidos pela história vivem atualmente ou em situações misérrimas nas esferas superiores ou conseguiram uma ascensão espiritual de acordo com seus estágios na Terra, e o que fizeram de suas missões designadas pelo Governador da Terra, no auxilio da evolução espiritual da humanidade.
E com base nos estudos históricos compreenderemos que a criatura humana continua a engatinhar na senda da evolução espiritual e “que um dia todos nós, estamos condenados à perfeição”.

Em grande parte das citações colocadas nas postagens acima, feita pelos autores: Yvone Amaral Pereira, José Herculano Pires, Emmanuel, Leon Denis, e Allan Kardec, os autores são categóricos em dizer que o estudo da história da humanidade, de sua espiritualização como criatura humana, em suas quedas em determinados momentos e ascensão em outras, descrevendo os seus conflitos e conquistas, nestes relatos históricos, nos facilita a percepção nas entrelinhas, como sempre foi e continua sendo, o amparo da providência Divina à humanidade contribuindo na marcha da evolução.

Tais aprendizados históricos, segundo Yvone A. Pereira,“facilitará ao Espírita para dar expansão às inspirações que descerão do invisível, ajudando nos trabalhos que irá realizar na proposta de divulgar a crença que professa”. Aproveito para complementar a bela colocação da médium com uma instrução dos Espíritos Superiores: “Espíritas, eis o primeiro mandamento, e ainda complementam: Ide e instruí-vos”.

Relembrando do conceito do Historiador Dalmo Duque dos Santos que “a história é arte de narrar a revelações do tempo passado”.

Com base na proposta de nosso blog que é estudar a “História e Espiritismo”, enfocaremos a questão da revelação com base nos postulados espíritas, onde Kardec propõe que a aliança da ciência com a religião é a única forma da criatura humana, conhecer um pouco mais de sua origem, e que a revelação espírita vem trazer a verdade conforme foi proposto por Nosso Senhor Jesus Cristo,” Eu sou o caminho a verdade e a vida, ninguém vai ao Pai senão por mim”. (João 14/6).


Esta postagens acerca deste assunto tem um objetivo principal que é esclarecer a importância da história na revelação espírita.

Aproveitamos a oportunidade para evidenciar um novo marco de nosso projeto de divulgação espírita, onde iniciaremos um trabalho de apresentarmos em nosso blog, nas próximas postagens “A HISTORIA DO ESPIRITISMO”, para conhecermos a História de como veio a lume a Codificação Espírita.

Abordaremos assuntos como:

· Quem foi Hippolyte- Léon Denizar Rivail,

· Conheceremos um pouco da França em que viveu Hippolyte- Léon Denizar Rivail, dando abordagens nos campos: da arte, da filosofia, da religião, da educação e da política.

· Como ocorreu “A invasão organizadas dos espíritos”, e como o Sr. Rivail interessou-se em estudar os fenômenos mediúnicos.

· Quando o Sr. Rivail torna-se Allan Kardec, e sua missão.

· Quem foram os espíritos encarnados contemporâneos a Allan Kardec que contribuíram para a codificação da Doutrina Espírita e pela sua divulgação, e após seu desencarne outros trabalhadores que deram continuidade na Divulgação da Doutrina Espírita, na Europa, no Brasil e no Mundo.

· As lutas de Allan Kardec para implantar a Doutrina dos Espíritos.

· Qual foi a ordem cronológica do Pentateuco Kardequiano e quais razões desta ordem segundo estudiosos.

· Como foi a investigação de fenômenos mediúnicos na época, por ele.
Enfim, buscaremos fazer um estudo metódico sobre ”A História do Espiritismo”.



Fiel Leitor aprecie, conosco essa magnífica história que se inicia com a vida do mestre Lionês Rivail e encerra-se em Chico Xavier.

 
Boa leitura e reflexão
Luciano Dudu



Referências bibliográfica:

[1] Emmanuel (Espírito). O consolador/ Emmanuel; [psicografado por] Francisco Cândido Xavier. - Brasília, DF: FEB, 1995, p.59-61.

[2] Pereira, Yvone Amaral. Pelos caminhos da mediunidade Serena. – São Paulo, SP: Ed Lachâtre, 2007, p.92.

[3] Denis, Leon. No invisível – Rio de Janeiro, RJ: Ed FEB, 2007, p.419-457.
[4] Santos,Dalmo Duque. Nova História do Espiritismo – Limeira, SP: Ed Conhecimento , 2010, p.9.

[5-7] Kardec, Allan. A Gênese: Os milagres e as predições Segundo o Espiritismo Allan Kardec – Limeira, SP: Ed LAKE, 1999, p.10-11.

[8-9] Kardec, Allan. A Gênese: Os milagres e as predições Segundo o Espiritismo Allan Kardec – Limeira, SP: Ed LAKE, 1999, p.71-72.

[10] Pires, José Herculano. O espírito e o tempo: introdução antropológica – São Paulo, SP: Ed EDICEL, 1979, p.6-7.

[11-13] Denis, Leon. No invisível – Rio de Janeiro, RJ: Ed FEB, 2007, p.419-457.

[14-15] Pires, José Herculano. O espírito e o tempo: introdução antropológica – São Paulo, SP: Ed EDICEL, 1979, p.6-7.

[16] Denis, Leon. No invisível – Rio de Janeiro, RJ: Ed FEB, 2007, p.419-457.
Fonte de imagens: Google

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