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ESPIRITISMO E EVOLUÇÃO POR FLÁVIA NEVES

20 de abr de 2012


Amigo leitor em comemoração ao aniversário do 2º ano blog História e Espiritismo, nós fomos agraciados com um artigo, profundo e muito interessante de autoria da escritora Flávia Neves.

È um privilegio tê-la como amiga, uma pessoa inteligente, imparcial e dotada de uma grande humildade, dotada de um senso crítico racional muito aguçado.
Não tenho palavras para deixar registrados meus sinceros agradecimentos a Flávia Neves, pelo apoio aos meus trabalhos, pela contribuição no desenvolvimento de artigos para meus blogues.
Não raro, recebo dela um grande incentivo e orientações para a condução de ideias para elaboração de projetos e estudos a cerca dos assuntos relacionados a História das Religiões e inclusive do Espiritismo.
Sempre sou agraciado pelas suas valiosas sugestões, críticas construtivas, e uma imensa paciência em nossas discussões relacionadas aos assuntos abordados em meus blogues.

Com o passar do tempo ficou evidenciado em nossos colóquios uma grande sintonia de ideias entre nós, relacionados aos temas da historicidade das religiões, incluindo o Espiritismo, e da busca incessante para tornarmos um dia o Homem Integral, que é a proposta para todos os filhos de D’us.
Deixo registrados todos os meus agradecimentos a esta grande amiga Flávia.

Fiquem com o artigo Espiritismo e Evolução.
Boa leitura e reflexão

Luciano Dudu


                                  ESPIRITISMO E EVOLUÇÃO

 

Independendo de paradigmas religiosos e diferenciação de credos, sabemos “de forma vaga, embora presente tal alegação em várias culturas ancestrais”, que descendemos dos sobreviventes de uma civilização antidiluviana, e que, muito de nosso legado foi silenciado, ocultado em alegorias míticas, ou simplesmente adormecido em nós.
Os processos de concepção, gestação, nascimento, desenvolvimento, morte e renascimento podem ser analisados não apenas isoladamente em cada indivíduo, mas na humanidade enquanto espécie, com o propósito de um aprimoramento renovado. Embora capacitados anteriormente a corrermos, ora, ao renascermos não pulamos do ventre materno com pernas enrijecidas, adaptada e limitada a nossa essência pelo condicionamento do organismo habitado. É questão de lógica, avaliarmos as limitações intelectuais também no cerne espiritual.

Procuremos na bíblia, e, desde os primórdios dos textos sacros considerados mais antigos dos monoteístas, leremos sobre manifestações espíritas, evocação de mortos, comunicação com seres descarnados; portanto, qual a novidade trazida ao século XIX por Kardec, e por qual razão justamente em tal período histórico?
A novidade estava intrinsecamente enraizada na sede autêntica de nossos ancestrais e sua aptidão nivelada nos planos material e espiritual. Os questionamentos sobre a valoração da vida humana, os avanços tecnológicos descortinando a potencialidade de nossas mentes, as conclusões a despeito da nossa condução pela história alavancaram, de certo, na coletividade, a capacitação de desvendarmos a ausência da “finitude de afinidade” através da abertura dos canais de comunicação com o plano espiritual.

Kardec apresentou-nos, pois, ao HD “por assim dizer”, de conexão, contido em nós para tal finalidade! Cortado o cordão umbilical da carne, os fios rompidos, destarte, hoje podemos facilmente comparar da telefonia móvel ao celular, de maneira a entendermos que a corporeidade, “assim como os fios visíveis”, não é quesito indispensável aos elos de interlocução e vinculação com o lar que habitamos depois da morte.

E o próprio Kardec, em sua sagaz acuidade, adverte aos espiritistas quanto a não rotulação de seus estudos por concluídos, ao contrário, sendo taxativo quanto à necessidade de pesquisar, questionar, sopesar fundamentos e fatos, acrescendo à doutrina SEMPRE. E assim como no século XIX, participamos de uma era de transformações avolumadas e céleres que nos estarrece, e a mesmice, portanto, não tem espaço, não encontra mais ouvidos dispostos e sim mentes enfadonhas pelo embaralhar de pseudoverdades sem sentido.
Nossos pensadores, nossos filósofos, os bravos arautos da divindade, onde estão? Messias? Já temos. Codificadores? Também. O que precisamos agora? Somos parte de uma geração que carece de mais, que quer mais e, “olha nós de novo”, evocando, mental e inconscientemente, às forças superiores, para que nos enviem mais esclarecedores, mais mentores e mais alimento às nossas almas, pois ansiamos pela próxima etapa.

E talvez “seja essa a próxima etapa”: A consciência de que já tivemos orientadores, e ainda os temos, mas, se à teoria segue-se a prática, quem sabe não aguardam que nós tenhamos a desenvoltura para processarmos as informações já adquiridas sem nos sentirmos, todavia, manipulados?!

É como vejo e sinto em nossos fraternos, tais como o autodidata Luciano Dudu, que com a criação do blog História e Espiritismo, imperceptivelmente escancara vielas e rodovias que permitem o tráfego de informação do contínuo tempo e espaço entre passado e futuro. Há muito a ser resgatado, e a melhor maneira de se avaliar o porvir é aferir o pretérito positivamente.

O blog História e Espiritismo nos convida a avançarmos tendo por exemplo heróis, vilões, vítimas e algozes, tendo por cenário as várias épocas da historicidade do mundo e podermos, através de conclusões racionais, desnudarmos o processo natural de progressão na condição complexa do todo que somos, “em vísceras e em espírito”.

“Ao homem o que é do homem, e a Deus o que é de Deus!” Ao homem, pois, que venha a “Sofia”, o conhecimento do todo e de si mesmo; e a Deus, por consequência, o que é de Deus; a Deus, regressemos na condição de seres sábios!”


Flávia Neves – escritora espiritualista












2 comentários:

Flávia Neves disse...

Inclino-me a seu fraterno carinho,meu bom amigo Luciano Dudu, ensejando boa fortuna e evolução constantes! Por suas amáveis palavras, sua irmã em Cristo agradece, retribuindo a alegria de estarmos pactuados na semeação do evangelho.

Angela Fonseca disse...

Muito interessante esta análise; uma analogia com os novos recursos tecnológicos e levantando as questões que nos são postas neste momento de transição planetária. É mesmo um tempo da 'sofia' e de consequente libertação, para que possamos, finalmente, responder as questões essenciais e fazermos o caminho em direção à iluminação. Grande abraço fraterno para Flávia Neves e você, Luciano Dudu. Angela Fonseca
http://noticiasdacozinha.blogspot.com

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As imagens contidas neste blog, são retiradas do banco de imagens da rede web.
Agradeço a todos que compartilham na rede tais imagens e até mesmo textos.
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Luciano Dudu