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ESPIRITISMO E HISTÓRIA - REVISTA INTERNACIONAL DE ESPIRITISMO

19 de out de 2013




 
Autor: Pedro Franco Barbosa
 

 A importância e necessidade do estudo da historia do espiritismo, são demonstradas, à saciedade, por seu caráter de “síntese essencial dos conhecimentos humanos”, o que o leva a englobar aspectos do saber e da criatura na área da ciência da filosofia e da religião.

Como escreveu Aldo Vannucchi, in “Filosofia e ciências humanas” (1979).

“Ciência, Filosofia e Religião, facilmente se relacionam, buscando auto-compreender-se e auto-realizar-se, o homem vê na ciência um caminho aberto.

 “Para prolongá-lo, até as ultimas explicações, pode lançar Mão da Filosofia, mas esse caminho parece não se concluir nunca se não se procura a luz da religião.”

É preciso, entretanto, considerar a História em seu sentido atual, subjetivo, de “estudo dos acontecimentos humanos, que se sucedem no tempo, em suas causas e efeitos e em seu significado último” (Batista Mondin, in “Introdução à Filosofia”- O problema histórico (Ed. Paulinas).

 É a historia normativa, oferecendo lições, orientando o homem, pra melhor compreensão do passado, a refletir-se no presente, e de sua missão na vida, quando esclarece e interpreta o fato histórico.

Em se objetivando essa explicação correta do fenômeno histórico há que se aplicar o método histórico em seu estudo como demonstra o professor João Alfredo Libânio Guedes, em seu “curso didático da História” (2ª Ed. 1975).

“Mas, em que consiste esse método histórico? Para maior clareza de explicação, podemos dividi-los em três etapas.

1-    A investigação das causas e dos seus antecedentes do evento

2-    A caracterização, nos traços essenciais, do significado do evento no momento histórico

3-    As conseqüências imediatas ou mediatas do evento (pag. 133).

 
Segundo o materialismo histórico, os sucessos humanos têm uma causa apenas econômica, enquanto o realismo histórico cristão mostra que “a história desenvolve-se segundo um plano determinado, pelo encontro de duas vontades livres, a de Deus e do Homem, e que apesar dos desvios humanos, a história prossegue sempre em direção a destinos mais altos (Batista Mondin, obra citada).

A respeito afirma outro filosofo Basave Del Valle, in Filosofia do Homem, Cap. XI:

(...) Deus não pode falhar na realizar de seus fins, providenciais... O fim da historia será em qualquer caso o que Deus quis,... Há uma harmonia geral preestabelecida, impossível de anular devido aos desvios dos homens. A historia em conclusão é obra de Deus e obra dos homens, sob a condução suprema da providencia, a livre atividade humana é forjadora da historia.

Esse, acreditamos, deva ser o entendimento espírita, alias muito bem exporto por Hermínio Correia de Miranda, em “arquivos espirituais da independência do Brasil”, artigo publicado em Reformador, setembro 1962.

“É assim que os poderes espirituais fazem a historia, escrevendo-a primeiro na memória e no coração dos serem que de vem, por assim dizer, materializá-la no plano humano. Há falhas, às vezes, porque os Espíritos não são constrangidos, são convidados. Fica-lhes o livre arbítrio e, por isso, estão sujeitos a deslizes que põem retardar o programa, mas nunca invadir o objetivo superior traçado no mundo espiritual.

Há, portanto, um providencial ismo, no processo histórico, não porem, absoluto, mas que termina por prevalecer em suas linhas mestras.

Com esse entendimento e a Revelação que nos vem da Espiritualidade maior, podemos examinar sucessos históricos espirituais, e, em particular, os espíritas, indicando-lhes o porquê ou as cauãs e antecedentes, sua essência ou seu significado e suas conseqüências.

Como exemplo, apresentamos o esquema seguinte, com referencia à terceira revelação, que Irmãos mais atilados poderão completar ou modificar:   
 

TERCEIRA REVELAÇÃO
 

 As causas antecedentes:

·         Planejamento espiritual superior, e permanente

·         Evolução espiritual da humanidade, apta a compreensão dos seus ensinamentos;

·         Missionário preparado para a tarefa

 
Significado do evento ou sucesso no momento histórico.

·         Complemento do ciclo de revelações espirituais, alertando o homem quanto a sua condição e responsabilidade do Espírito imoral, dotado de razão, inteligência e livre-arbítrio.

·         Desperta mento das consciências com o “episodio de Hydesville e das mesas girantes

·         Advento da Era do Espírito.
 

CONSEQUENCIAS IMEDIATAS:

 A codificação do espiritismo (um tríplice conhecimento: cientifico filosófico e moral religioso). Uma nova filosofia de vida, um diferente comportamento ético-religioso.


CONSEQUENCIAS MEDIATAS :

Preparo, reforma moral e regeneração do homem pela mensagem espírita, com vista ao terceiro milênio.
 

Fonte: Revista Internacional do Espiritismo, publicado em 09/1990, Pedro Franco Barbosa, pag. 230 e 231.
Imagem: Google

MUNDO DE PROVAS E EXPIAÇÕES

12 de out de 2013




As épocas de transição na Humanidade. (Sociedade Espírita de Paris, 19 de junho de 1863. - Médium, Sr. Alfred Didier.)

Os séculos de transição na história da Humanidade se assemelham a vastas planícies semeadas de monumentos misturados confusamente sem harmonia, e a harmonia mais pura, a mais justa, existe no detalhe e não no conjunto.

Os séculos abandonados pela fé, pela esperança, são sombrias páginas em que a Humanidade, trabalhada pela dúvida, se mina surdamente nas civilizações aperfeiçoadas, para chegar a uma reação que, o mais freqüentemente, as levaria, para substituí-las por outras civilizações.

Os pesquisadores do pensamento, mais do que os sábios, aprofundam na nossa época, no ecletismo racional, esses misteriosos encadeamentos da história, essas trevas, essa uniformidade lançada como nevoeiros e nuvens espessas sobre civilizações há pouco tempo vivazes e férteis.

Estranho destino dos povos! É quase no nascimento do Cristianismo, é nas mais opulentas cidades, sedes dos maiores bispados do Oriente e do Ocidente, que os estragos da decadência começam; é no próprio meio da civilização, do esplendor inteligente das artes, das ciências, da literatura e dos ensinos sublimes do Cristo, que começa a confusão das idéias, as dissensões religiosas; é no próprio berço da Igreja romana, orgulhosa e soberba do sangue dos mártires, que a heresia, gerada pelos dogmas supersticiosos e as hierarquias eclesiásticas, se insinuam como uma serpente iminente para morder no coração a Humanidade e lhe infiltrar nas veias, no meio de desordens políticas e sociais, o mais terrível e o mais profundo de todos os flagelos: a dúvida.

Esta vez a queda é imensa, a apatia religiosa dos padres, unida aos fanáticos heresiarcas, tira toda a força à política, todo amor ao país, e a Igreja do Cristo se torna humana, mas não mais humanitária.
E inútil aqui, creio, apoiar sobre as relações assustadoras dessa época com a nossa; vivendo ao mesmo tempo com as tradições do Cristianismo e com a esperança do futuro, os mesmos abalos sacodem nossa velha civilização, as mesmas idéias são partilhadas, e a mesma dúvida atormenta a Humanidade, sinais precursores da renovação social e moral que se prepara. Ah! orai, Espíritas, vossa época atormentada e blasfematória e uma rude época, que os Espíritos vêm instruir e encorajar.

Ditado por LAMENNAIS.

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Luciano Dudu