Vídeo de divulgação da História e o Espiritismo

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SESSÕES MEDIÚNICAS - ANDRÉ LUIZ

21 de ago de 2010



Amigo Leitor eu retirei esse material de um livro muito instrutivo e de fácil leitura , chamado "Instruções Psicofônicas, no item quarenta e seis o título  é sobre "Sessão Mediúnica".
Vamos ler atentamente sobre a instrução dada pelo benfeitor  André Luiz e refletiremos sobre o papel de cada participante de uma reunião mediunica.
Boa Leitura e reflexão

LUCIANO DUDU


Instrução Psicofônica - item 46 SESSÃO MEDIÚNICA
 
Na noite de 27 de janeiro de 1955, finda a laboriosa tarefa de socorro aos irmãos desencarnados em sofrimento, o nosso amigo espiritual André Luiz compareceu e ofertou-nos os interessantes apontamentos para a condução de sessões mediúnicas, que passamos a transcrever.Amigos, cooperando, de algum modo, em nossas tarefas, registraremos hoje algumas notas, que supomos de real interesse para as nossas sessões mediúnicas habituais.

1º — Acenda a luz do amor e da oração no próprio espírito se você deseja ser útil aos sofredores desencarnados. 

2º — Receba a visita do companheiro extraviado nas sombras, nele abraçando com sinceridade um irmão do caminho.
 
3º — Não exponha as chagas do comunicante infeliz à curiosidade pública, auxiliando-o em ambiente privado como se você estivesse socorrendo um parente enfermo na intimidade do próprio lar.
 
4º — Não condene, nem se encolerize.

5º — Não critique, nem fira.

6º — Não fale da morte ao Espírito que a desconhece, clareando-lhe a estrada com paciência, para que ele descubra a realidade por si próprio.

7º — Converse com precisão e carinho, substituindo as preciosas divagações e os longos discursos pelo sentimento de pura fraternidade.

8º — Coopere com o doutrinador e com o médium, endereçando-lhes pensamentos e vibrações de auxílio, compreensão e simpatia, sem reclamar deles soluções milagrosas.

9º — Não olvide, a distância, o equilíbrio, a paz e a alegria, a fim de que o irmão sofredor encontre o equilíbrio, a paz e a alegria em você.

10º — Não se esqueça de que toda visita espiritual é muito importante, recordando que, no socorro prestado por nós a quem sofre, estamos recebendo da vida o socorro que nos é necessário, a erguer-se em nós por ensinamento valioso, que devemos assimilar, na regeneração ou na elevação de nosso próprio destino. 
André Luiz
 

Retirando-se André Luiz, o nosso companheiro José Xavier controlou as faculdades do médium e anunciou-nos a presença do poeta Cruz e Souza, recomendando-nos alguns instantes de oração e silêncio. Com efeito, como de outras vezes, alterou-se a expressão mediúnica e, daí a momentos, o novo visitante declamou em voz alta e firme:
 
AO VIAJANTE DA FÉ 
Vara o trilho espinhoso, estreito e duro,
 
E embora te magoe o peito aflito,
 
Torturado na sede do Infinito,
 
Guarda contigo o amor sublime e puro.
 
Martirizado, exânime e inseguro,
 
Ninguém perceba a angústia de teu grito.
 
Sangrem-te os pés nos serros de granito,
 
Segue, antevendo a glória do futuro.
 
Lembra o Cristo da Luz, grande e sozinho,
 
E, entre as sarças e as pedras do caminho,
 
Sobe, olvidando o báratro medonho...
 
Somente sobe ao Céu ilimitado
 
Quem traz consigo, exangue e torturado,
 
O próprio coração na cruz do sonho.
 
Cruz e Souza

Fonte: Item 46 do Livro Instruções Piscofônicas -  Francisco Cândido Xavier ditado por Espiritos diversos, imagem (google)

OS ESPÍRITOS E O ESPIRITISMO

18 de ago de 2010

ASSUNTOS HUMANOS
(Entrevista concedida ao repórter Saulo Gomes da TV Tupi, canal 4, de São Paulo, em 6 de maio de 1968, gravada na Comunhão Espírita Cristã, em Uberaba (MG). Foi ao ar, pela primeira vez, a 14 de maio, e após sua apresentação inicial foi reclamada para exibição em quase todas as capitais de Estado. Nessa reportagem, pela primeira vez no vídeo, o médium psicografou linda página de Emmanuel, intitulada "Auxiliarás por amor".
Transcrita do "Anuário Espírita", 1969.)
 
1 – OS ESPIRITOS E O ESPIRITISMO

P – Mestre Chico Xavier, como é que os espíritos consideram o Espiritismo? Como
uma Ciência experimental ou uma religião?

 
Resposta do Chico: De início queremos agradecer aos nossos amigos da TV Tupi, canal 4, de São Paulo, na pessoa de nosso caro entrevistador, Saulo Gomes, a atenção que nos dispensa, proporcionando-nos, a alegria da presente visita à nossa Comunhão Espírita Cristã, aqui em Uberaba. Desejamos, também, com a permissão dos amigos, saudar e agradecer a atenção dos amigos telespectadores. Pedimos licença, ainda, para falarmos do entusiasmo com que nosso entrevistador a nós se referiu. Conhecemos nossa total desvalia e sabemos que as palavras do nosso caro Saulo Gomes nascem da sua generosidade, por méritos que não possuímos. Feita essa ressalva, confessamo-nos ante um inquérito afetivo muito sério, que nos chama a grande responsabilidade, pois, entendemos estarmos diante de ouvintes que procuram a verdade.
...Confesso que, antes de me sentar aqui para a entrevista, pedi aos nossos amigos espirituais, especialmente ao nosso Emmanuel, que dirige nossas atividades mediúnicas desde 1931, que me ajudassem, pois, não tenho o dom da palavra, e me amparassem para que eu errasse o menos possível, nas respostas. Conto, assim, com o perdão de todos.
 
Os nossos amigos espirituais nos afirmam que apesar do Espiritismo englobar experimentações científicas valiosas para a Humanidade, devemos considerá-lo como doutrina que revive a Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, interpretado em sua pureza e em sua simplicidade para os nossos dias. De nossa parte consideramos o Espiritismo como religião, em vista das conseqüências morais que a Doutrina Espírita apresenta para a nossa vida e para o nosso trabalho.


Fonte: Livro  Entrevistas F. C. Xavier/ Emmanuel

REENCARNAÇÕES DE EMMANUEL

Comentários de Luciano Dudu:
Estimado leitor, eu gosto muito do livro de onde retirei este artigo sobre Emmnauel e Chico Xavier.
Eu acompanho a vida de Chico Xavier desde a minha época de mocidade, e isso faz muito tempo rs. 
Quando eu residia em Tupaciguara MG, e tive o privilégio  de frequentar  o Centro Espírita  Amor e Fé, eu costumava brincar  com os confrades e dizer que  além de ser kardecista eu era CHIQUISTA.
Em toda oportunidade que era convidado para fazer preleções nas casas espíritas da cidade eu nunca deixava de contar um caso do saudoso Chico Xavier. 
Eu resolvi  compartilhar com vocês um texto do médico Dr Elias Barbosa, um grande amigo de Chico Xavier que também residia em Uberaba.
Eu recomendo a leitura do livro " Entrevistas F. C . Xavier/ Emmanuel 
Boa leitura e reflexão
Luciano Dudu
Segue abaixo texto do Dr. Elias Barbosa.
 "Vai para mais de um lustro, dirigimo-nos ao médium Francisco Cândido Xavier,
observando:
– Chico, dentro de alguns meses, terei material para formar um volume de Chico
Xavier, ele mesmo.
E o nosso amigo anotou:
– O que é isso, meu caro? Não existe Chico Xavier, ele mesmo. Se é que eu tenha
que existir, será Chico Xavier/Emmanuel, porque, de mim mesmo, em matéria de
edificação espiritual, nada posso subscrever de vez que o nosso benfeitor da Vida
Maior é que nos supervisiona a organização medianímica. Seria eu mais do que
ousado se lhe subtraísse o nome em qualquer expressão construtiva, que nos
saísse dos recursos verbais, seja no transe propriamente mediúnico, tanto quanto
em quaisquer outras circunstâncias.
Deixamos que o tempo corresse, e nunca mais nos referimos ao assunto com o
médium, até que, há poucas semanas, a direção do ANUÁRIO ESPIRITA, de
Araras, Estado de São Paulo, solicitou-lhe permissão para que se organizasse um
volume com algumas de suas entrevistas, todas ainda não lançadas em livro, e
algumas transmitidas em emissoras do interior mineiro e de S. Paulo, praticamente
inéditas para o restante do País.
Houve permissão pare o cometimento, desde que a volume fosse apresentado como
tarefa mediúnica, e eis agora o livro pronto, absolutamente pronto para estudo e
contentamento de todos nós, os leitores.
O índice de nomes e assuntos, ao final do volume, guarda a finalidade de orientar os
estudiosos da Doutrina Espírita, facilitando consulta rápida, sobre os mais variados
assuntos abordoados com rara felicidade.
As notas de rodapé, sucintas ao máximo, foram co-locadas com vistas à
documentação das peças que compõem o volume, fixando principalmente, as fontes
de publicação e os nomes dos entrevistadores.
FRANCISCO CÂNDlDO XAVIER, que desde 1932, após o lançamento do "Parnaso
de Além-Túmulo", vem sendo manchete de jornais e revistas brasileiros, e de muitas
publicações estrangeiras, nasceu em Pedro Leopoldo, Minas Gerais, a 2 de Abril de
1916. EMMANUEL, ao tempo de Jesus, se chamou Públio Lentulus e ao que se
sabe, foi a única autoridade que efetuou perfeita descrição dele, o Cristo, através de
célebre carta (1), publicada em numerosas línguas, autêntica obra-prima no gênero;
pessoalmente encontrou-o, solicitando-lhe auxílio na cura de uma filha enferma (2);
desencarnou em Pompéia, no ano de 79, vítima das lavas do Vesúvio, e anos
depois, reencarnou na Judéia, desenvolvendo-se-lhe grande parte da vida, em
defeso, já não mais sob a toga de orgulhoso senador romano e sim na estremenho
do modesto escravo Nestório, que, na idade madura, participava das reuniões
secretas dos cristãos nas Catacumbas de Roma (3).
Estamos informados de que foi ele próprio, EMMANUEL, o mentor espiritual que
todos respeitamos, que, em 18 de Outubro de 1517, em Sanfins, Entre-Douro-e-
Minho, Portugal, renasceu com o nome de MANOEL DA NÓBREGA (4), filho do
desembargador Baltazar da Nóbrega e sobrinho de um Chanceler do Pais, quando
reinava D. Manoel I, o "Venturoso“, para cumprir a excelsa missão de preparar com
outros missionários religiosos daquele tempo a fundação cristã do Brasil.
Inteligência privilegiada, ingressou na Universidade de Salamanca, Espanha, aos
dezessete de idade, e com vinte e um, inscreve-se na Faculdade de Cânones da
Universidade de Coimbra, freqüentando as aulas de direito canônico e de filosofia; a
14 de Junho de 1541, em plena mocidade, recebe a láurea doutoral, sendo, então
considerado "doutíssimo Padre Manoel da Nóbrega" pelo Doutor Martim Azpilcueta
Navarro.
E tão importante se torna a tarefa do primeiro escritor brasileiro, no dizer de Antonio
Soares Amora (5), em plagas brasileiras, que José Mariz de Moraes chega a afirmar:
"D. João III, Tomé de Souza e Nóbrega são os primeiros fundadores do Brasil : um
deu a lei, o outro o braço e o outro a fé, à Pátria menina e a menina de seus olhos"
(6). Com efeito, segundo o Padre Antônio Fernandes, SJ., "o Padre Manoel da
Nóbrega é o principal fundador de São Paulo. Foi ele quem estudou e escolheu o
local, quem se entendeu com João Ramalho, Tibiriçá e Caiubi, quem inaugurou ali a
catequese e a aldeia nova; quem nomeou o pessoal dirigente e docente do Colégio
e lhe designou o dia da abertura". (7)
Como sabemos, a fundação da Metrópole Nobreguense se deu a 25 de Janeiro de
1554. A propósito, pergunta o ilustre historiador paulista Tito Lívio Ferreira "Por que
teria Padre Manoel da Nóbrega escolhido esse dia para fundar a cidade de São
Paulo dentro de uma Escola, fato ímpar na História do Mundo? Porque 25 de janeiro
é o dia da Conversão do Apóstolo São Paulo. Nesse casa, é um ato deliberado de
sua vontade. E a homenagem prestada pelo discípulo ao mestre – ao mestre cuja
palavra, cujo entusiasmo, cuja ação, servem de modelo, norma e guia ao discípulo.
E a homenagem do universitário Manoel da Nóbrega ao universitário Paulo de
Tarso, numa sala de aula, dentro de uma Capela. E por isso mesmo sintetizei, neste
final de soneto por in escrito, esse momento glorioso da fundação da Metrópole
Nobreguense :
E assim Manuel da Nóbrega fundaste,sob o sinal de Cristo e numa Escola,
esta SÃO PAULO DE PIRATININGA." (8)
Para concluir nossas observações em torno do fundador de São Paulo, o grande
Estado que hoje mais lhe divulga as páginas enviadas do Além, pedimos vênia para
transcrever as palavras com que o historiador paulista a cuja autoridade recorremos
nestes apontamentos, encerra a obra citada : "Padre Manoel da Nóbrega fundara o
Colégio do Rio de Janeiro. Dirige-o com o entusiasmo de sempre. A 16 de outubro
de 1570, visita artigos e principais moradores. Despede-se de todos, porque está,
informa, de partida para a sua Pátria. Os amigos estranham-lhe os gestos.
Perguntam-lhe para onde vai. Ele aponta para o Céu. No dia seguinte, já não se
levanta. Recebe a Extrema Unção. Na manhã de 18 de outubro de 1570, no próprio
dia de seu aniversário, quando completava 53 anos, com 21 anos ininterruptos de
serviços ao Brasil, cujos alicerces construiu, morre o fundador de São Paulo. E as
últimas palavras de Manoel da Nóbrega são: "Eu vos dou graças, meu Deus,
Fortaleza minha, Refúgio meu, que marcastes de antemão este dia para a minha
morte, e me destes a perseverança na minha religião até esta hora". E morreu sem
saber que havia sido nomeado, pela segunda vez, Provincial da Companhia de
Jesus na Brasil, a terra de sua vida, paixão e morte. (9)
Sobre Chico Xavier, conquanto já existam várias obras a respeito de sua vida e obra
mediúnica, queremos apenas acrescentar o seguinte : depois de quarenta e cinco
anos de contínua atividade mediúnica, Chico Xavier é o mesmo dos primeiros dias,
no que tange à fidelidade a Jesus e a Allan Kardec; não obstante venha recebendo
mil e uma homenagens (10), principalmente após o lançamento da centésima obra
psicografada, de inúmeras comunidades brasileiras, ele permanece o mesmo Chico
Xavier dos tempos bicudos de perseguição aberta – humilde, dentro de sua
autenticidade de que sempre deu mostras, desde a mais tenra idade física, no atual
período reencarnatório; Chico Xavier, ele mesmo, inconfundível, profundamente
humano, apesar de viver na condição de ponte entre a Terra e a Espiritualidade
Superior; entusiasta do progresso tecnológico e das reivindicações sadias da
juventude, apaixonado pelas realizações da Ciência, defensor de todas as correntes
religiosas e ardoroso batalhador da Doutrina Espírita, constituindo-se em exemplo
vivo do Espírita evangélico por excelência, homem inter-existente, no dizer de
J.Herculano Pires (11).
Se o leitor conseguir alcançar os resultados positivos que atingimos com o
manusear dos originais da presente obra, damo-nos, editores e nós, por satisfeitos
com a nossa tarefa, rogando-lhe, porém, desculpas pelo senões que decerto
venham a existir ao longo de todo o livro, ao mesmo tempo que auguramos feliz
viagem através do território fértil das Entrevistas que ora lhe colocamos nas mãos".
 
ELIAS BARBOSA
Uberaba, 5 de Dezembro de 1971.
Fontes de Elias Barbosa :
(1) Cf. Almerinda Rodrigues de Melo, “Para Conhecer e Amar Jesus”, 2.a edição,
1936, autorizada por D. Duarte Leopoldo e prefaciado por Carolina Ribeiro; e
Reynaldo Kunts Busch. “Padre Manoel da Nóbrega, Missionário e Educador”, São
Paulo, 1970, pág. 28 (2) Nota do próprio Emmanuel, em seu livro "Há Dois Mil
Anos”.
(3) Cf. Emmanuel, “50 Anos Depois".
(4) Informação do próprio Emmanuel, em vários comunicados através do médium
Xavier.
(5) “História da Literatura Brasileira”, Edição Saraiva, 1957, pág. 25, Apud Clóvis
Tavares, “Trinta Anos com Chico Xavier”, Edição Calvário, "o Paulo, 1967, pág. 209
(6) Apud Tito Lívio Ferreira, “0óbrega e Anchieta em São Paulo de Piratininga“
(Edição comemorativa do IV Centenário da Morte da Padre Manoel da Nóbrega),
Conselho Estadual de Cultura, São Paulo, (prefácio datado de maio de 1970), pág.
43.
(7) Idem, Ibidem, pág. 47.
(8) Tito Lívio Ferreira, Op. cit., pág. 47.
(9) Tito Lívio Ferreira, Op. cit., pág. 102. Além das 49 referências bibliográficas
citadas por Tito Lívio Ferreira, às págs. 105-106, ousamos acrescentar as seguintes,
para os estudiosos espíritas: Clovis Tavares, “Amor e Sabedoria de Emmanuel“,
Edição Calvário, São Paulo, 1970; Reynaldo Kunts Busch, "Padre Manoel da
Nóbrega, Missionário e Educador“, São Paulo, 1970.
(10) O povo de Pedro Leopoldo, sob o amparo da Câmara Municipal, em decisão de
27 de Outubro de 1971, quer prestar a Chico Xavier excepcionais homenagens em
praça pública, entusiasmado com a repercussão que obteve o "Pinga-Fogo" de 27-7-
71, na TV Tupi, Canal 4 de São Paulo, homenagens essas que o médium, sem
alterar o seu trabalho do dia-a-dia, agradeceu sem aceitar.
(11) Cf. J. Herculano Pires, "O Ser e a Serenidade" (Ensaio de Ontologia
Interexistencial), Edicel, São Paulo, MCMLXVI; e Irmão Saulo, "Diário de S. Paulo",
21-11-71, seção "Chico Xavier pede licença (Um Aparte do Além nos Diálogos da
Terra)", "Chico Xavier na PUC".

Fonte: Texto extaído do livro : Entrevistas: Francisco Cândido Xavier / Emmanuel

O HOMEM DE BEM - BEZERRA DE MENEZES

14 de ago de 2010


BEZERRA DE MENEZES - BIOGRAFIA  
Nome: Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti. 
Natural: Riacho do Sangue - CE 
Nascimento: 29 de agosto de 1831 
Desencarne: 11de abril de 1900 
Profissão: Médico, Redator e político (vereador, prefeito, deputado e senador) 
Família: 1ª esposa - Maria Cândida de Lacerda (desencarnou em 24 de março de 1863) com quem teve dois filhos; 2ª esposa - Cândida Augusta de Lacerda Machado com quem teve sete filhos.
Obras literárias: A casa assombrada; A loucura sob novo prisma; A Doutrina Espírita como filosofia teogônica (Uma carta de Bezerra de Menezes); Casamento e mortalha; Pérola Negra; Evangelho do Futuro. Também traduziu o livro Obras Póstumas de Allan Kardec.
Descendente de família antiga no Ceará ligada à política e ao militarismo, foi educado segundo padrões rígidos e princípios da religião católica. Aos sete anos de idade entrou para a escola pública da Vila Frade, aprendendo os primeiros passos da educação elementar. Em 1842 sua família muda-se para o Rio Grande do Norte, em conseqüência de perseguição política. Matriculou-se na aula pública de latinidade na antiga vila de Maioridade. Em dois anos preparou-se naquela língua de modo a substituir o professor.
Em 1846, a família novamente se muda para o Ceará, fixando residência na capital. Entrou para o Liceu, ali existente, e completou seus estudos preparatórios como o primeiro aluno do Liceu. No ano de 1851, o mesmo da morte de seu pai, mudou-se para o Rio de Janeiro, ingressando no ano seguinte, como praticante interno no Hospital da Santa Casa de Misericórdia. Para poder estudar, dava aulas de Filosofia e Matemáticas. Doutorou-se em 1856 pela Faculdade de Medicina, defendendo a tese: "Diagnóstico do cancro". Candidatou-se ao quadro de membros titulares da Academia Imperial de Medicina com a memória "Algumas considerações sobre o cancro, encarado pelo lado do seu tratamento", sendo empossado em 1º de junho de 1857. Em 1858 foi nomeado "cirurgião-tenente". Também sendo, no período de 1859-61, redator dos "Anais Brasilienses de Medicina" da Academia Imperial de Medicina.
Casou-se com Maria Cândida de Lacerda, em 6 de novembro de 1858, que faleceu a 24 de março de 1863, deixando-lhe 2 filhos.
Em 1861 inicia sua carreira política, foi eleito vereador da cidade do Rio de Janeiro, tendo que demitir-se do Corpo de Saúde do Exército. Na Câmara Municipal da Corte desenvolveu grande trabalho em favor do "Município Neutro", na defesa dos humildes e necessitados. Foi reeleito para o período de 1864-1868. Retornou à política no período de 1873 à 1881, ocupando várias vezes as funções de presidente interino da Câmara Municipal da Corte, efetivando-se em julho de 1878, cargo que corresponderia ao de prefeito nos dias atuais, nunca obtendo favores do governo para as suas candidaturas. Foi eleito deputado geral do Rio de Janeiro de 1867, no entanto a Câmara foi dissolvida no ano seguinte e o Dr. Bezerra só exerceria o papel de deputado no período de 1878 à 1885, sem jamais ter contra ele qualquer ato que desabonasse sua vida pública.
Criou a Companhia de Estradas de Ferro Macaé a Campos, e construiu aquela ferrovia vencendo inúmeras dificuldades. Empenhou-se na construção da via férrea de Santo Antônio de Pádua, foi diretor da Companhia Arquitetônica e presidente da Carris Urbanos de São Cristóvão. Ao longo da vida acumulou inúmeros títulos de cidadania.
Durante a campanha abolicionista com espírito prudente e ponderado escreveu "A escravidão no Brasil e as medidas que convém tomar para extinguí-la sem danos para a Nação". Expôs os problemas de sua terra, no estudo "Breves considerações sobre as secas do Norte". Escreveu ainda biografias sobre homens célebres. Foi redator de "A Reforma" órgão liberal na Corte, e redator do jornal "Sentinela da Liberdade", concluindo sua carreira política no ano 1885.
Conheceu o Espiritismo no ano 1875, através de um exemplar de O Livro dos Espíritos, oferecido pelo seu tradutor, Dr. Joaquim Carlos Travassos. Lançado em 883 o "Reformador", tornou-se seu colaborador escrevendo comentários judiciosos sobre o Catolicismo. No dia 16 de agosto de 1886, ante um auditório de pessoas da "melhor sociedade", proclamava solenemente a sua adesão ao Espiritismo, tendo inclusive direito à uma nota publicada pelo jornal "O Paiz" em tons elogiosos.
Passou então a escrever livros que se tornariam célebres no meio espírita. Em 1889, como presidente da FEB, iniciou o estudo metódico de "O Livro dos Espíritos". Traduziu o livro "Obras póstumas". Durante um período conturbado do movimento espírita manteve-se afastado do meio tendo hábito somente a freqüência ao Grupo Ismael no qual eram estudadas obras de Kardec e Roustaing., enquanto a FEB declinava por problemas financeiros. Foi convidado a assumir a presidência FEB, cuja conseqüência foi a vinculação da Federação ao Grupo Ismael e a Assistência aos Necessitados. Nesta ocasião foi redator-chefe do Reformador. Defendeu o direitos e a liberdade dos espíritas contra certos artigos do Código Penal. Presidiu outras instituições espíritas e terminou esta existência no dia 11 de abril de 1900, recebendo na primeira página de "O Paiz" um longo necrológico, chamando-lhe de "eminente brasileiro", e honras da Câmara Municipal da Corte pela conduta e pelos serviços dignos.


                 
              O HOMEM DE BEM
 
3. O verdadeiro homem de bem é o que cumpre a lei de justiça, de amor e de caridade, na sua maior pureza. Se ele interroga a consciência sobre seus próprios atos, a si mesmo
perguntará se violou essa lei, se não praticou o mal, se fez todo o bem que podia, se desprezou voluntariamente alguma ocasião de ser útil, se ninguém tem qualquer queixa
dele; enfim, se fez a outrem tudo o que desejara lhe fizessem.
Deposita fé em Deus, na Sua bondade, na Sua justiça e na Sua sabedoria. Sabe que sem a Sua permissão nada acontece e se Lhe submete à vontade em todas as coisas.
Tem fé no futuro, razão por que coloca os bens espirituais acima dos bens temporais.
Sabe que todas as vicissitudes da vida, todas as dores, todas as decepções são provas ou expiações e as aceita sem murmurar.
Possuído do sentimento de caridade e de amor ao próximo, faz o bem pelo bem, sem esperar paga alguma; retribui o mal com o bem, toma a defesa do fraco contra o forte,
e sacrifica sempre seus interesses à justiça. Encontra satisfação nos benefícios que espalha, nos serviços que presta, no fazer ditosos os outros, nas lágrimas que enxuga, nas consolações que prodigaliza aos aflitos. Seu primeiro impulso é para pensar nos outros, antes de pensar em si, é para cuidar dos interesses dos outros antes do seu próprio interesse. O egoísta, ao contrário, calcula os proventos e as perdas decorrentes de toda ação generosa. O homem de bem é bom, humano e benevolente para com todos, sem distinção de raças, nem de crenças, porque em todos os homens vê irmãos seus.
Respeita nos outros todas as convicções sinceras e não lança anátema aos que como ele não pensam. Em todas as circunstâncias, toma por guia a caridade, tendo como certo que aquele que prejudica a outrem com palavras malévolas, que fere com o seu orgulho e o seu
desprezo a suscetibilidade de alguém, que não recua à idéia de causar um sofrimento, uma contrariedade, ainda que ligeira, quando a pode evitar, falta ao dever de amar o próximo
e não merece a clemência do Senhor. Não alimenta ódio, nem rancor, nem desejo de vingança; a exemplo de Jesus, perdoa e esquece as ofensas e só dos benefícios se lembra, por saber que perdoado lhe será conforme houver perdoado. É indulgente para as fraquezas alheias, porque sabe que também necessita de indulgência e tem presente esta
sentença do Cristo: “Atire-lhe a primeira pedra aquele que se achar sem pecado.”
Nunca se compraz em rebuscar os defeitos alheios, nem, ainda, em evidenciá-los. Se a isso se vê obrigado, procura sempre o bem que possa atenuar o mal.
Estuda suas próprias imperfeições e trabalha incessantemente em combatê-las. Todos os esforços emprega para dizer, no dia seguinte, que alguma coisa traz em si de melhor do que na véspera. Não procura dar valor ao seu espírito, nem aos seus talentos, a expensas de outrem; aproveita, ao revés, todas as ocasiões para fazer ressaltar o que seja proveitoso aos outros. Não se envaidece da sua riqueza, nem de suas vantagens pessoais, por saber que tudo o que lhe foi dado pode ser-lhe tirado. Usa, mas não abusa dos bens que lhe são concedidos, sabe que é um depósito de que terá de prestar contas e que o mais prejudicial emprego que lhe pode dar é o de aplicá-lo à satisfação de suas paixões. Se a ordem social colocou sob o seu mando outros homens, trata-os com bondade e benevolência, porque são
seus iguais perante Deus; usa da sua autoridade para lhes levantar o moral e não para os esmagar com o seu orgulho. Evita tudo quanto lhes possa tornar mais penosa a posição
subalterna em que se encontram. O subordinado, de sua parte, compreende os deveres
da posição que ocupa e se empenha em cumpri-los conscienciosamente. (Cap. XVII, nº 9.)
Finalmente, o homem de bem respeita todos os direitos que aos seus semelhantes dão as leis da Natureza, como quer que sejam respeitados os seus. Não ficam assim enumeradas todas as qualidades que distinguem o homem de bem; mas, aquele que se esforce Sem título por possuir as que acabamos de mencionar, no caminho se
acha que a todas as demais conduz.
Fonte : ESE Capitulo XVII - Sedes Perfeito

Mensagem de Bezerra de Menezes

Fidelidade a Jesus e a Kardec

Estes são dias semelhantes àqueles, quando esteve na Terra, desenvolvendo o seu ministério, o afável mestre Galileu.
Roma assenhoreava-se do mundo e a águia dominadora sobrevoava o cadáver das nações vencidas, nutrindo-se das suas vísceras em decomposição.
Vem Jesus e instaura o poder do amor, superando as contingências transitórias do poder da força. A sua mensagem penetra o sentimento humano e arrebanha milhões de vidas, que se oferecem em holocausto, desde Nero a Diocleciano, durante as dez mais perversas perseguições, demonstrando que o amor supera todas as outras expressões de governança do mundo.
A partir de Constantino, com a oficialização do pensamento cristão junto ao poder temporal que, mais tarde, seria transformada em doutrina do Estado, a mensagem de Jesus empalidece, perdendo o seu brilho e significado para entorpecerse numa trágica organização político-econômica, que distenderá o caos e o infortúnio sobre a Terra por vários séculos.
A partir do concílio de Clermont, em 1095, o papa Urbano II, intoxicado pela volúpia do poder, pretende a governança do Oriente e proclama a Cruzada Popular, logo depois esmagada em um rio de sangue.
De imediato, tocados no seu orgulho e espicaçados pelo ódio, os turcos conquistam Jerusalém em 1096, provocando na Europa a reação que se alargará por 177 anos, através das oito Cruzadas que disseminarão o ódio, o horror, deixando seqüelas que chegaram aos nossos dias, em vitórias e prejuízos para a defesa da sepultura vazia de Jesus. Deverão essas Cruzadas encerrar-se com a conquista de Antioquia em 1270, provocando a reação da Europa que manda a sua última Expedição sob o comando de São Luís, rei de França, que logo depois desencarna no campo de batalha, fazendo com que os exércitos franceses retornem esgotados, abrindo espaço para que o príncipe Eduardo, da Inglaterra, em 1272, firme o término da intolerância de ambos os lados, estabelecendo um armistício.
A noite medieval abre novos fronts de lutas cruéis e injustificáveis em nome do Pastor da docilidade, da energia e do amor, através dos seus tribunais que matam mais do que as guerras anteriormente travadas entre persas e gregos. Até que veio o momento da abnegação com Jan Huss, Jerônimo de Praga, Martinho Lutero, e uma nova era se instaura na Terra, em tentativas continuadas de trazer Jesus definitivamente ao coração humano... E o protestantismo, logo depois, experimenta lutas intestinas, a partir de João Calvino, desintegrando-se e deixando a criatura humana sem segurança para rumar ao reino dos céus. A ciência empírica ensaia os seus passos, as leis da natureza começam a ser penetradas e, logo depois, o pensamento filosófico irrompe triunfante, deixando-se perturbar pela sede de sangue dos abomináveis dias do Terror na França, amante dos ideais da Liberdade, da Igualdade, da Fraternidade, sendo coagidos por esses tormentosos dias com a chegada do Corso que propõe uma nova era e traz Deus de volta à cultura francesa, mediante uma concordata firmada com o Vaticano em 1802. Fascinado pelo poder temporal, Napoleão Bonaparte começa a conquistar a Europa no desequilíbrio de erguer novos Estados, quando se reencarna Allan Kardec, com a missão de restaurar, na sua plenitude, o Evangelho de Jesus e trazer a mensagem pulcra conforme pregada em vida pelo incomparável Rabi e pelos Seus E primeiros apóstolos. Paris é cidade luz, intelectual, e será aí que o sol do Espiritismo irá brilhar, restaurando a ética moral do Evangelho e suportando os camartelos da Ciência autodenominada materialista, da Filosofia cínica e pessimista, conseguindo superálos e abrindo espaço para que o amor pudesse vicejar no coração das criaturas humanas. O século vinte, porém, pertencerá à Ciência e à Tecnologia. Nele, o Espiritismo poderá oferecer os instrumentos hábeis para confirmar a sobrevivência do Espírito à disjunção molecular da carne, para oferecer uma filosofia otimista capaz de tornar feliz a criatura humana, centrada na lei de causa e efeito e, ao mesmo tempo, abrir o Evangelho para cantar a sinfonia incomum das bem-aventuranças,
ensejando, aos excluídos, a luz mirífica do amor e a oportunidade da dignificação. Mas o planeta terrestre é de provas e de expiações porque aqueles que à sua volta se encontram ou que nele estão reencarnados, ainda somos Espíritos inferiores inevitavelmente conduzidos pela lei do progresso e rumamos na direção da plenitude, erguendo a nossa Terra-Mãe à condição de mundo de regeneração. E quando as expectativas se apresentam próprias para que se opere a grande transformação ocorre a chegada de um novo caos, o que não nos constitui surpresa, fazendo desmoronar alguns pilares do materialismo e mostrando a fragilidade das construções temporais sem o selo da Divindade. A grande crise que se abate sobre a Terra de hoje é a mesma crise que dominava a mentalidade daqueles dias quando Jesus cantou a Boa-Nova. É crise de valores morais que somente podem ser modificados quando o Evangelho aquecer os sentimentos e orientar o pensamento das criaturas humanas. Graças ao Espiritismo que é o retorno de Jesus, desenha-se uma Era Nova que se levantará dos escombros dessa geração cúpida e ambiciosa, para fazer reinar na Terra a verdadeira Fraternidade.
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Nestes dias discutistes em torno dos mecanismos que podem ser aplicados em favor da coletividade sofrida; elaborastes projetos de programas de ação que possam sensibilizar as autoridades que governam o nosso país, estivestes preocupados com a marcha do Movimento Espírita nas terras do cruzeiro do sul; delineastes técnicas e atividades para a ação correta em favor dos dias porvindouros. Não nos esqueçamos, porém, desse trabalho extraordinário junto à criatura humana em si mesma. Pensemos no ser coletivo que é a sociedade, mas não olvidemos os pequenos gestos de amor, de beneficiência, de perdão, de caridade para com aqueles que vivem conosco na intimidade do nosso lar, aqueles com
quem nos relacionamos no trabalho que dá dignidade, no grupo social, onde todos cá e aí estejamos situados para evoluir. Que nos vossos trabalhos respeitáveis e laborados com empenho e abnegação o ser humano em si tenha regime de urgência; que nos voltemos todos para a criatura humana, insegura, aturdida, que segue sem qualquer segurança e sem o norte para onde encaminhar-se.
Meus filhos, necessitamos voltar a Jesus, não nos esqueçamos, em momento algum, de que a adesão à proposta espírita é compromisso de auto-iluminação. Não estranhemos as provas, não relacionemos as dificuldades, não reclamemos a chuva de calhaus ou os espículos do solo que nos ferem os pés. Sem qualquer masoquismo, aquele que elege Jesus compreende que é no sacrifício, filho dileto do amor, que encontrará a sua plenitude. Não temos outro roteiro a seguir senão aquele que foi percorrido pelo incomparável Benfeitor de todos nós. Uni-vos cada vez mais. Que as vossas discussões permaneçam no campo ideológico, respeitando- vos uns aos outros mesmo quando litigantes, e aceitando o resultado da opinião majoritária.
Fidelidade a Jesus e a Allan Kardec é a proposta de sempre nestes 144 anos de divulgação da abençoada Doutrina Espírita. Fiéis aos postulados da Codificação, demos direito aos outros de se movimentarem nos níveis de consciência em que se encontram sem nos perturbarmos com qualquer expressão aguerrida de combate ou de destruição.
O Senhor não deseja a morte do pecador mas o desaparecimento do pecado. Vós – como nós outros – que amais a Jesus, esculpi-O em vosso Espírito, avançando com segurança para os dias de amanhã e apreendendo com as experiências do cotidiano e não repetir equívocos e, quando esses ocorram, a vos levantardes seguindo confiantes porque se o hoje é o nosso dia, amanhã é o momento da nossa paz. Na grande crise moral que se apresenta com as terríveis conseqüências da hecatombe momentânea e de outras que por certo virão, sede vós aqueles que permanecereis em paz, amando a todos, a todos ajudando e tornando-vos, hoje melhor do que ontem, amanhã melhor do que hoje, em luta contínua contra as más inclinações.
Os companheiros Espíritos--Espíritas que mourejaram nesta Casa e outros que vos acompanharam de vossas cidades aqui estão conosco repetindo como nos dias gloriosos do martirológio:
– Ave Cristo! Aqueles que aqui desejamos servir-Te oferecemos as nossas vidas e o nosso amor.
Muita Paz meus filhos, que o Senhor nos prodigalize bênçãos, são os votos do servidor humílimo e paternal, de sempre,
Bezerra
Muita Paz!

(Mensagem psicofônica recebida pelo médium Divaldo P. Franco, no encerramento
da Reunião Ordinária do Conselho Federativo Nacional, na Sede da Federação
Espírita Brasileira, no dia 11 de novembro de 2001, em Brasília, DF.)
Nota: Texto revisto e título dado pelo Autor espiritual. l
Fonte: Reformador - Ano 119 / Dezembro, 2001 / Nº 2.073

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Luciano Dudu