Vídeo de divulgação da História e o Espiritismo

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SAIBA O QUE É O LIVRO DOS MEDIUNS

16 de set de 2010

SOBRE ESTA OBRA
 
Este é o segundo volume da Codificação do Espiritismo. Logo após a publicação de O Livro dos Espíritos, obra básica da doutrina, em 1857, Kardec lançou, em 58, um livrinho intitulado Instruções Práticas Sobre as Manifestações Espíritas. Era um ensaio para elaboração de O Livro dos Médiuns, que só pôde aparecer em 1861. Publicado este, Kardec suprimiu aquele. Apesar disso, 62 anos mais tarde, em 1923, Jean Meyer, então diretor da Casa dos Espíritas, resolveu reeditar o Instruções, para circular juntamente com este livro, por considerar aquele livrinho útil à iniciação nas questões mediúnicas. No Brasil, Cairbar Schutel, em sua gráfica de Matão, lançou também o Instruções em nossa língua.
A finalidade deste livro é desenvolver a parte prática da doutrina, em seqüência à exposição teórica do livro básico. Por isso Kardec o considerou "continuação de O Livro dos Espíritos", como se vê no frontispício. Mesmo porque, segundo declara na Introdução, este livro também pertence aos Espíritos. Foram eles que o orientaram na sua elaboração, eles que o reviram e modificaram inteiramente para a segunda edição de 1862, que ficou sendo a definitiva e que serviu para esta tradução.
Apesar de escrito há cento e tantos anos, O Livro dos Médiuns é atualíssimo. Nenhuma outra obra, espírita ou não, sobre a fenomenologia mediúnica, conseguiu superá-lo. É um tratado que tem por fundamento a pesquisa científica e a experiência, além da contribuição teórica dos Espíritos na explicação de vários problemas ainda inacessíveis à pesquisa científica. Essas explicações só eram aceitas por Kardec na medida da sua racionalidade, de acordo com o método de controle rigoroso que estabeleceu para o seu trabalho. Esse método é explicado neste livro e pode ser examinado em minúcias nos relatórios e registros de sessões publicadas na Revista Espírita.
As teorias explicativas dos fenômenos, formuladas por Kardec com os dados de sua investigação e a contribuição dos Espíritos, permanecem ainda como as mais viáveis. Basta um confronto entre essas teorias e as formuladas pelos parapsicólogos atuais para se verificar a solidez das primeiras, até hoje nunca desmentidas, e a fragilidade das segundas. Um exemplo típico é a teoria das aparições, que na atual Parapsicologia constitui um emaranhado de suposições curiosas e nada mais, enquanto neste livro se apresenta fundada em pesquisas, observações, deduções rigorosas e explicações dadas por numerosas entidades espirituais em ocasiões diversas, por meios diversos e com todas as provas de seriedade e coerência exigidas pelo método kardeciano.
Kardec e os Espíritos insistem numa posição ainda pouco compreendida pelos próprios espíritas: a Ciência Espírita teve como vestíbulo as manifestações físicas, mas sua finalidade é moral e suas pesquisas devem desenvolver-se nesse sentido. Provada a sobrevivência espiritual e a comunicabilidade, o Espiritismo deve aprofundar-se na investigação dos processos de comunicação, da situação dos Espíritos após a morte, das leis que regulam as relações permanentes entre os Espíritos e os homens e suas conseqüências nesta vida, e assim por diante.
O leitor deve encarar este livro, portanto, como um tratado superior de fenomenologia para-normal, em que a fase metapsíquica e parapsicológica de pesquisa material estão superadas. O Livro dos Médiuns apresenta a solução dos problemas em que ainda se enredam as pesquisas atuais e convida os estudiosos a avançarem além. Mas tudo isso com critério e métodos científicos, segundo o próprio Richet o reconheceu ao se referir a Kardec no Tratado de Metapsíquica.
O problema está assim colocado: as pesquisas espíritas não se prendem aos fenômenos em si, ao mundo fenomênico ou material, e por isso mesmo exigem métodos diferentes dos utilizados nas ciências físicas. Kardec compreendeu isso em pleno século XIX e elaborou o método especial que lhe permitiu avançar sobre seu
tempo. A prova disso é que toda a pesquisa metapsíquica e parapsicológica nada mais conseguiu, até agora, no tocante aos resultados positivos, do que referendar as teorias deste livro. Para ajudar o leitor e o estudante a verificarem isso, o presente volume apresenta grande quantidade de notas de pé de página com indicações bibliográficas.
J. Herculano Pires

F..C.X E SEU PRIMEIRO CONTATO MEDIUNICO

10 de set de 2010

29 – PRIMEIRO CONTATO COM O MUNDO ESPIRITUAL  
P – Diante das informações que você dá de contatos com os amigos que já não estão mais neste mundo, poderá recordar como nasceu em seu pensamento, a primeira idéia do mundo espiritual?

R – Devo dizer que tenho dito isto em diversas ocasiões e posso reafirmar aqui: a minha idéia com respeito à imortalidade da alma nasceu em meu cérebro quando estava de 4 para cinco anos de idade. Minha mãe era católica e nos ensinar o caminho da oração e da meditação. Em se vendo às portas da morte, sabendo que meu pai estava desempregada, preocupada com seus nove filhos, todos menores, pediu às amigas que se incutissem deles, guardando-os até que meu pai pudesse reavê-los para a lar.
Quando ela me entregou para uma senhora (ela pediu a nove amigas) eu lhe disse:
– Mas minha mãe, a senhora está me dando assim para os outras, a senhora que é tão boa! Nós queremos a senhora tanto bem e está nos entregando assim, mamãe, para os outros? Naquele tempo eu tinha de 4 para 5 anos, mas estou repetindo a cena com meu pensamento ligado ao coração materna. Então ela fez um olhar de muito espanto e disse:
– Não você! Eu já dei 7 crianças e nenhuma reclamou. Você não pode admitir que eu esteja desprezando vocês – falou com dificuldade. Acompanhe Ritinha – era a amiga que se incumbiu de ficar comigo – e procure se comportar bem. Eu vou sair daqui; todo mundo vai dizer que eu morri e não volto mais. Não acredite nisso, mas acredite que sua mãe vai voltar para buscar vocês todos. Eu não vou morrer e se eu demorar muito mandarei uma moça buscar vocês. (isso ela disse compreendendo que meu pai era um homem ainda moço com nove filhos e que era natural que fizesse um segundo casamento como fez).
Você vá com confiança porque eu não vou morrer; eu vou sair daqui carregada –naturalmente ela falava assim para apaziguar o meu coração que sofria muito com aquela perda. No outro dia minha mãe desencarnou. Todo mundo chorava, mas eu confiava na sua palavra.
Fui morar com essa senhora que, apesar de ser uma criatura de qualidades muito nobres, às vezes ficava nervosa. Em meu caso ela ficava nervosa diariamente e, - então, eu apanhava bastante com vara de marmelo.
Minha mãe nos ensinava a prece. Toda noite, entre oito e nove horas, acendia a lamparina de querosene, punha-nos de joelhos para fazermos a prece, pedirmos socorro de Deus e nossa Mãe Santíssima.
Quando aquela senhora saía à passeio, à tarde, com o marido e o sobrinho – que era para ela um filho adotivo – eu corria para debaixo de uma bananeira e começava a rezar, conforme minha mãe me tinha ensinado, as orações de sempre.
Uma tarde – eram mais ou menos 18 horas – eu estava orando, quando voltei-me e vi minha mãe atrás das folhas. Fiquei muito alegre. Na minha cabeça, de 5 anos de idade, não havia problemas. Minha mãe dissera que não iria morrer e que viria me buscar eu não conhecia as dúvidas do povo na Terra, se existe ou não alma.
Abracei minha mãe com aquela alegria, com aquele contentamento! Disse a ela que agora não nos separaríamos mais. Ela, entretanto, disse-me que estava em tratamento, precisava voltar e não podia ficar comigo. Viera cumprir a palavra de que estava comigo. Perguntei-lhe se sabia que eu apanhava; disse estar informada de tudo e que eu devia ter muita paciência; que eu precisava mesmo de apanhar e isso era bom para mim.
Nesse dia, quando ela se despediu, me abençoou. Quando a senhora que tornava conta de mim, voltou, disse a ela:
– Dona Ritinha, eu vi minha mãe, hoje ela veio me ver!
– Meu Deus – disse ela – este menino está ficando louco e, para consertar isso, uma boa surra agora. E, por causa da visão, eu tive uma surra. Começara a luta e o conflito.
Assim, minha primeira idéia foi obtida no seio da Igreja Católica.

Fonte:  lição 29 do livro  Entrevistas F. C. Xavier/ Emmanuel - F. C. Xavier
Imagem - Google

BIOGRAFIA DE J. W.V. GOETE E SUA COMUNICAÇÃO MEDIUNICA

7 de set de 2010

                                                                          Goete (mais velho)

Estimado leitor, encontramos na obra “Revista Espírita de 1856”, uma comunicação mediúnica recebida por um dos médiuns que auxiliava Allan Kardec na codificação da doutrina espírita. Tais reuniões aconteciam na Sociedade Parisiense. O nome do (a) médium não é divulgado na Revista Espírita, apenas é colocado na mensagem o nome do Espírito que em sua última existência foi Johan Wolfgan Von Goete.

Essas mensagens publicadas na Revista Espírita eram intituladas “Conversas familiares além-túmulo”. Esta mensagem foi recebida em 25 de Março de 1856, exatamente na data que completava 24 anos do desencarne de Goete. 
Logo abaixo desta postagem encontaremos  mais cinco (5) postagens sobre a vida de Goete, que comprova a exatidão de fatos deixados nesta comunicação mediúnica.
Elas estarão em sequências, caso encontre dificuldade em visualisar a busca, vá até à lateral direita do blog, procure a opção marcadores de postagem, assunto: Goete.
Boa Leitura e reflexão;
Luciano Dudu

COMUNICAÇÃO MEDIUNICA.



P-1. Evocação.
R. Estou convosco.
P-2. Em que situação estais como Espírito: errante ou reencarnado?
R. Errante.
P-3. Estais mais feliz do que quando vivo?
R. Sim, porque estou livre do meu corpo grosseiro, e vejo o que não podia ver.

P-4. Parece-me que não Unheis uma situação infeliz quando vivo; em que consiste a.
Superioridade de vossa situação atual?
R. Acabo de vos dizer; vós, adeptos do Espiritismo, deveis compreender essa situação.

P-5. Qual é a vossa opinião atual sobre Fausto!
R. É uma obra que tinha por objetivo mostrar a vaidade e o vazio da ciência humana, e, por outro lado, exaltar, no que tinha de bom e de puro, o sentimento do amor, e o castigo no que havia de imoral e de mau.
P-6. Foi por certa intuição do Espiritismo que pintastes a influência dos maus Espíritos sobre o homem? Como fostes conduzidos a fazer essa pintura?

R. Eu tinha a lembrança quase exata de um mundo onde via agir a influência dos Espíritos sobre os seres materiais.

P-7. Tínheis, pois, a lembrança de uma existência precedente? -
R. Sim, certamente.

P-8. Poderíeis dizer-nos se essa existência ocorreu na Terra?
R. Não, porque nesta não se via os Espíritos agirem; foi bem num outro.

P-9. Mas, então, uma vez que, nesse mundo, se podiam ver os Espíritos agir, ele deveria ser superior a Terra. Como ocorre que viestes de um mundo superior para um mundo inferior? Havia, pois, queda para vós? Quereis nos explicar isso?

R. Era superior até certo ponto, mas não como entendeis. Os mundos não têm toda a mesma organização, sem serem, por isso, de uma grande superioridade. De resto, sabeis bem que cumpri, entre vós, uma missão que todos não podeis vos dissimular, uma vez que fazeis, ainda, representar minhas obras; não havia queda, uma vez que servi, e sirvo ainda, para a vossa moralização. Apliquei o que poderia ter de superior nesse mundo precedente para castigar as paixões dos meus heróis.

P-10. Sim, ainda se representam vossas obras. Vem-se mesmo de traduzir, em ópera, vosso drama o Fausto. Assististes a essa representação?
R. Sim.

P-11. Quereis nos dar a vossa opinião sobre a maneira pela qual o senhor Gounod interpretou o vosso pensamento por meio da música?
R. Gounod evocou-me sem sabê-lo. Ele me compreendeu muito bem; eu, músico alemão, não o teria feito melhor; ele pensa, talvez, em músico francês.

P-12. Que pensais de Werther?
R. Reprovo agora o desenlace.
P-13. Essa obra não fez muito mal exaltando as paixões?
R. Fez e causou infelicidades.

P-14. Ela foi à causa de muitos suicídios; deles sois responsáveis?
R. Se houve uma influência infeliz, difundida por mim, é bem disso que sofro agora e do que me arrependo.

P- 15. Tínheis, quando vivo, creio uma grande antipatia pelos Franceses; ocorre o mesmo atualmente?
R. Sou muito patriota.

P-16. Estais, ainda, antes ligado a um país do que a outro?
R. Amo a Alemanha em seus pensamentos e em seus costumes quase patriarcais.

P- 17. Poderíes dar-nos a vossa opinião sobre Schiller?
R. Somos irmãos pelo Espírito e pelas missões. Schiller tinha uma alma grande e nobre: suas obras eram-lhe o reflexo; fez menos mal do que eu; é-me muito superior, porque era mais simples e mais verdadeiro.

P-18. Poderíeis dar-nos a vossa opinião sobre os poetas franceses em geral, comparados com os poetas alemães? Isso não é por um vão sentimento de curiosidade, mas para a nossa instrução. Cremos-vos de sentimentos muito elevados para que seja necessário vos pedir fazê-lo sem parcialidade, pondo de lado todo preconceito nacional?
R. Sois muito curiosos, mas vou satisfazer-vos: Os Franceses novos fazem belos poemas, mas colocam mais belas palavras que bons pensamentos; eles deveriam se ligar mais ao coração e menos ao espírito. Falo de modo geral, mas faço algumas exceções em favor de alguns: um grande poeta pobre, entre outros.

P-19. Um nome circula em voz baixa na assembléia, foi desse que quisestes falar?
R. Pobre, ou que o fez.

P- 20. Ficaríamos felizes tendo de vós uma dissertação, sobre assunto de vossa escolha, para nossa instrução. Estais bastante bom para nos ditar alguma coisa?
R. Fá-lo-ei mais tarde e por outros médiuns, evocai-me outra vez.

Fim


Fonte de pesquisa:
Revista Espírita : Compilada por Allan Kardec 1859
Imagem- Google

BIOGRAFIA DE J. W. V. GOETE & SUA COMUNICAÇÃO MEDIUNICA

Goete


Johan Wolfgan Von Goete
Postagem 1/4


Vida e obras de Goete

Natural de Frankfurt, Alemanha, nasceu em 28 de agosto de 1749.

Tinha grandes habilidades para as ciências. Obteve posição de destaque como escritor romancista, no final do século XVIII e início do século XIX. Produziu muitas obras com reconhecimento não apenas na Alemanha, todavia em toda a Europa com produção de romances, peças de teatro e também obteve destaque na ciência. Filho de uma família culta teve oportunidade de receber uma boa educação, estudando em casa vários idiomas como: francês, inglês, italiano, latim, grego, ciências, religião e arte.
Formou-se em Direito em 1771, porém nunca foi entusiasmado com a profissão, tendo uma maior vocação para a literatura. Goete conhecera desde cedo obras de Molière (1622-1673), Racine (1639-1699), Voltaire (1694-1778), que colaboraram para sua vocação literária.
Em 1772, Goete mudou-se para Weltzar a fim de trabalhar na sede da corte da Justiça Imperial.
Apaixonou-se por Charlotte Buff, noiva de seu amigo Joanhann Christian Kestner. Quando sua paixão proibida veio à tona, foi obrigado a mudar-se Weltzar.
Em 1774 publica o romance - Os Sofrimentos do Jovem Werther, marco do Romantismo na Alemanha. Goete ficou conhecido em toda Europa com a produção de sua obra literária “Os sofrimentos do Jovem Werther.
Mais tarde começou a escrever “Faust (Fausto)”. Este livro foi escrito em uma época em que o autor sentia-se em seu íntimo uma religiosidade mística.
 
Sobre o livro: Werther é marcado por uma paixão profunda, tempestuosa e desditosa, ou seja, marcada pelo fim trágico. Com o suicídio do protagonista, devido ao amor não correspondido. J. W. Goethe põe um pouco de sua vida na obra, pois ele também vivera um amor não correspondido, apesar de, evidentemente, não ter cometido o suicídio.
Para o herói, a vida só tem um sentido: Charlotte. E ela o leva à morte, como já dito. Para Goethe, outra Charlotte, dessa vez real, o faria padecer sobre uma das paixões que arrecadou durante sua vida.
 
Personagens do Livro:
Werther - Personagem principal, inspirado em Goethe. Editor - Criado por Goethe,
Chama-se Wilhelm (Guilherme), e é supostamente o amigo a quem Werther endereçou as cartas e quem as organizou.
Charlota- Carlotte ( Amada de Werther, noiva de Albert)
Albert (Alberto) - Noivo de Charlotte, foi contrário aos pensamentos de Werther.
 
Trecho do livro:

”O criado sobe as escadas e abre a porta do quarto. São 6 horas da manhã. A pálida luz da vela obriga-o a tatear pelo aposento, com passos incertos. De repente, pára. Vê a pistola caída no chão. Pouco além, encontra-se o amo. O sangue empoçado ao redor da cabeça. Na escrivaninha, algumas folhas de papel: uma confissão desesperada de amor, uma paixão impossível por Charlotte. O jovem Werther está morto. Não sofre mais.”  
Em 1774, o livro causou grande polêmica, pois muitos jovens passaram a cometer suicídio após a leitura de Werther. Goete ficou amargurado com a repercussão negativa de sua obra. Wether era apenas um personagem fictício, criado pelas fantasias do autor.
O livro foi escrito inspirado em sua desventurada paixão por Charlote, noiva de seu amigo Albert. A parte da história em que Werther suicida-se foi baseada em um fato acontecido com um colega da Universidade de Leipzig, que se suicidou por causa de uma paixão proibida. O livro foi proibido pela igreja. Gothe diz o seguinte:
“Onde eu me sentia liberto e aliviado, porque havia transformado a realidade em poesia, meus amigos se enganaram, acreditando que se devia transformar a poesia em realidade.
"
Amigo leitor refletindo sobre esse fato narrado por Goete em meditação mediúnica pergunto:
 
Devemos recordar de uma lição do benfeitor Emmanuel no livro “Consolador” de nº 169 – A emotividade deve ser disciplinada?   

Resposta de Emmanuel:
R- Qualquer expressão emotiva deve ser disciplinada pela fé, porquanto a sua expansão livre, na base das incompreensões do mundo, pode fazer-se acompanhar de graves consequências.”
 
Comentário Luciano Dudu:
Leitor amigo, quando formos ler a comunicação mediúnica deixada por Goete, quando ele retratar sobre esse assunto do personagem Wether e de seu livro, vamos relembrar da reposta dada pelo benfeitor Emmanuel, sobre a pergunta de nº 169.

Autor: Luciano Dudu
Revisado por: Rafael de Liz.
 

Fonte de pesquisa:

Eu tomei a liberdade de fazer um resumo biográfico da vida de Goete, baseado em estudos em livros e principalmente na rede de domino público. Quando lê-se: “ A vida de Goete”, parte do material foi encontrado em uma rede sem fins lucrativos que tem como objetivo construir uma enciclopédia virtual chamada Wikipédia e no site casadobruxo.com.br
 

Fonte: http://en.wikipedia.org/wiki/Johann_Wolfgang_von_Goethe,
http://www.casadobruxo.com.br/poesia/j/jgoethebio.htm
Fonte: Livro Consolador – Pelo médium Francisco C. Xavier pela lavra mediúnica de Emmanuel
Fonte: Revista Espírita, Junho de 1859, compilada por Allan Kardec.
Imagem - Google

BIOGRAFIA DE J. W. V. GOETE & SUA COMUNICAÇÃO MEDIUNICA



                                                    Obra literária de Goete “Os sofrimentos do Jovem Werther

Postagem 2/4
No livro Consolador o benfeitor Emmanuel na questão de nº209 responde a seguinte pergunta: 
O escritor de determinada obra será julgado pelos efeitos produzidos pelo seu labor intelectual na Terra?  
Resposta de Emmanuel: 
 
R-O livro é igualmente como a semeadura. O escritor correto, sincero e bem intencionado é o lavrador previdente que alcançará a colheita abundante e a elevada retribuição das leis divinas à sua atividade. O literato fútil, amigo da insignificância e da vaidade, é bem aquele trabalhador preguiçoso e nulo que “semeia ventos para colher tempestades”. E o homem de inteligência que vende a sua pena, a sua opinião e o seu pensamento no mercado da calúnia, do interesse, da ambição e da maldade, é o agricultor criminoso que humilha as possibilidades generosas da Terra, que rouba os vizinhos, que não planta e não permite o desenvolvimento da semeadura alheia, cultivando espinhos e agravando responsabilidades pelas quais responderá um dia, quando houver despido a indumentária do mundo, para comparecer ante as verdades do Infinito.

A vida de Goete: 

O romancista Goete há alguns anos mais tarde, tornar-se o escritor classicista renomado, e até a atualidade ele é considerado um dos grandes escritores da Alemanha.
Em 1775 ele é convidado para trabalhar como ministro em Weimar, a convite do príncipe Carlos Augusto, que há pouco assumira o trono, pela morte do Imperador anterior.
Goete aceita o convite do imperador e desempenha trabalhos na área administrativa, política, com isso sobrava-lhe pouco tempo para dedicar para seus dons literários, e isso o incomodava.
Nesta época limita-se a escrever poemas, por motivos que eu desconheço.

Autor: Luciano Dudu
Revisado por: Rafael de Liz.


Fonte de pesquisa: 
Eu tomei a liberdade de fazer um resumo biográfico da vida de Goete, baseado em estudos em livros e principalmente na rede de domino público. Quando lê-se: “ A vida de Goete”, parte do material foi encontrado em uma rede sem fins lucrativos que tem como objetivo construir uma enciclopédia virtual chamada Wikipédia e no site casadobruxo.com.br 


Fonte: http://en.wikipedia.org/wiki/Johann_Wolfgang_von_Goethe,
http://www.casadobruxo.com.br/poesia/j/jgoethebio.htm
Fonte: Livro Consolador – Pelo médium Francisco C. Xavier pela lavra mediúnica de Emmanuel
Fonte: Revista Espírita, Junho de 1859, compilada por Allan Kardec. 
 
Imagem - Google

BIOGRAFIA DE J. W. V. GOETE & SUA COMUNICAÇÃO MEDIUNICA

                                                         O artista -  Rafael

Postagem 3/4


O benfeitor Emmanuel no livro: “Consolador” na questão de nº 70, comenta sobre as ciências especializadas. 


Pergunta: “As ciências especializadas como a Astronomia, a Meteorologia, a Botânica e a Zoologia, forma criadas pelo esforço do espírito humano, na evolução das ciências fundamentais”? 


Resposta de Emmanuel:
R-“Como atividades complementares das ciências fundamentais, esses estudos especializados representam um conjunto de conquistas do espírito humano, no sagrado labor da entidade abstrata a que chamamos civilização.Tais esforços constituem a catalogação das pesquisas e realizações propriamente humanas; todavia, convergem para a ciência integral no plano infinito, onde se irmanarão com os valores morais na glorificação do homem redimido”.

A vida de Goete:

Em 1780, Ele começa a dedicar-se por outra área diferente das que ele vivenciava até está data. Ele inicia em estudos e nas pesquisas das ciências naturais: como geologia, botânica. Nesta data também Goete passa a fazer parte da uma sociedade secreta os ”ILLUMINATI” (Maçonaria iluminada), Sendo que desde o ano 1768 quando ele retornou para Frankfurt, por motivos de problemas de saúde,e começa a fazer pesquisas em areas diferentes como alquimia e astrologia, estudando tais ciências Percebemos claramente que ele estava interessados em ciências e assuntos que antes não faria tanta parte de seu cotidiano que era voltado mais aos romances, a política, e outras áreas humanas..
Veremos no decorrer do artigo que estudos nas ciências culturais, feita por Goete, motivaram outros homens a dedicarem as ciências naturais.
Dando sequencia aos estudos cronológicos da vida de Goete, vamos encontrar em 1786, que ele já estava cansado da vida política, e do trabalho desgastante como ministro, entretanto resolveu viajar para Europa e passar alguns anos na Itália, onde teve contato com os trabalhos artísticos de Rafael e Andrea Palladio. Dedicou-se assim ao desenho, e também a escrita de poemas de uma forma inspiradora, que tocava a alma, abordando assuntos de tal profundidade que mexia com o ânimo dos leitores, motivo pelo qual foi reverenciado como grande poeta. Na mensagem mediúnica no fim do estudo veremos referência sobre estes desenhos.
Sua estadia na Itália proporcionou a oportunidade de se reencontrar como artista literário, pois as atividades da corte imperial havia feito com que ele dedicasse um pouco menos as suas grandes habilidades como escritor. Tal habilidade foi um dos dons mais evidenciados que Goete pode utilizar nesta existência.
Quando retornar para Weimar, Goete conhece Cristiane, eles casam-se em 1806, até 1816, data em que ele fica viúvo, com a morte de sua querida Cristiane,

                                                                       Artista -  Andrea Palladino




Autor: Luciano Dudu
Revisado por: Rafael de Liz.

Fonte de pesquisa:
 
Eu tomei a liberdade de fazer um resumo biográfico da vida de Goete, baseado em estudos em livros e principalmente na rede de domino público. Quando lê-se: “ A vida de Goete”, parte do material foi encontrado em uma rede sem fins lucrativos que tem como objetivo construir uma enciclopédia virtual chamada Wikipédia e no site casadobruxo.com.br


Fonte: http://en.wikipedia.org/wiki/Johann_Wolfgang_von_Goethe,
http://www.casadobruxo.com.br/poesia/j/jgoethebio.htm
Fonte: Livro Consolador – Pelo médium Francisco C. Xavier pela lavra mediúnica de Emmanuel
Fonte: Revista Espírita, Junho de 1859, compilada por Allan Kardec.
Imagem- Google

BIOGRAFIA DE J. W. V. GOETE & SUA COMUNICAÇÃO MEDIUNICA

                                                         Foto : Friederich Schiller
Postagem 4/4

Livro Consolador :“(Questão 117)– A inteligência julgada pelo padrão humano será a súmula de várias experiências do Espírito sobre a Terra”? 

 Resposta do benfeitor Emmanuel:
R- Os valores intelectivos representam a soma de muitas experiências, em varias vidas do Espírito, no plano material. Uma inteligência profunda significa um imenso acervo de lutas planetárias. “Atingida essa posição, se o homem guarda consegue uma expressão idêntica de progresso espiritual, pelo sentimento, então estará apto a elevar-se a novas esferas do Infinito, para a conquista de sua perfeição.”

A vida de Goete:

No ano de 1806, ano em que a cidade alemã de Weimar foi invadida pelos revolucionários da Revolução Francesa. Goete assume novamente cargos políticos na área da cultura e da ciência, onde teve a oportunidade de conhecer e conviver com Friederich Schiller, Georg Hegel e Friederich Schelling.
Em suas obras de 1790, ele escreveu uma coleção de poemas eróticos a maneira clássica sobre a paixão dele por sua amada, e também escreveu poemas satíricos da Europa da época, uma série de comédias satirizando a Revolução Francesa: Der Grocophata (1791), Der Burgergeneral (1793) e o fragmento Die Aufgeregten (1793).
Goete em parceria com Friderich Schiller começam a escrever reprovando a Revolução Francesa e apoiando a estética da antiguidade clássica como ideal artístico, com isso deu-se origem no Classicismo de Weimar.
Goete retoma a escrita de Faust (Fausto) e escreve (Os anos de aprendizagem de Wihelm Meister), dentre muitas outras obras.
Em 1808, Napoleão Bonaparte, condecora Goete no Congresso de Erfurt. De acordo com sua correspondência os registros Eckermann, seu amigo Goete ficou muito aturdido com a Revolução Francesa. Prova disso, é a segunda parte de Fausto, publicada após sua morte, conforme ele havia pedido ao amigo, que era para abrir tais correspondências quando ele morresse. Ele tinha medo de que sua literatura fosse deixada no esquecimento.
O trabalho da obra Faust (Fausto) apenas foi concluído por ele em 1830, ele levou 16 anos de trabalho em cima desta obra.
“Fausto é o protagonista de uma lenda popular alemã, de um pacto com o demônio, baseada no médico, mágico e alquimista alemão Dr. Johanes Georg Faust (1480-1540)”. O nome Fausto tem sido usado como base de diversos romances de ficção, o mais famoso deles do autor Goete, produzido em duas partes, tendo sido escrito e reescrito ao longo de quase sessenta anos. A primeira parte - mais famosa - foi publicada em1806 e a segunda, em 1832 - às vésperas da morte do autor.
“Considerado símbolo cultural da modernidade, Fausto é um poema de proporções épicas que relata a tragédia do Dr. Fausto, homem das ciências que, desiludido com o conhecimento de seu tempo, faz um pacto com o demônio Metisfófeles, que o enche com a energia satânica insufladora da paixão pela técnica e pelo progresso”.
Aos 82 anos de idade em 22 de Março de 1832 Goete desencarna na cidade de Weimar.
Goete continuou contribuindo de uma forma importante para as questões políticas e sociais de uma época, suas obras foram fundamentais para a instauração da Republica em Weimar, após a primeira Guerra Mundial.
Já na Alemanha Nazista, suas obras foram deixadas de lado, pois seus ideais humanistas convergiam com os ideais fascistas.
Na literatura brasileira, Goete influenciou escritores como Machado de Assis e Guimarães Rosa.
No inicio do século XX, o filosofo austro-húngaro Rudolf Steiner fundou a Ciência espiritual, ou Antroposofia, inspirado no método de observação desenvolvido por Goete.
Após fazermos uma breve reflexão sobre a vida de Goete, vamos analisar a questão deixada pelo espírito benfeitor Emmanuel no livro “o Consolador” na questão de nº 117, quando ele aborda no assunto inteligência que foi postada logo acima.

Principais obras de Goete:

Götz Von Berlichingen -1773

Prometheus (poesia) – 1774

Die Leiden des Jungen Werther –1774

Clavigo – 1774

Egmont – 1775

Iphigenie auf Tauris – 1779

Torquato Tasso – 1780

Wilhelm Meister LehrJahre –1795

Hermann und Dorothea – 1798

Faust – 1806

As afinidades eletivas – 1809


Cronologia


                                                        O livro Faust ( O Fausto)




1749 - Aos 28 de agosto, em Frankfurt-sobre-o-Meno, nasce Johann Wolfgang Goethe, filho de Johann Kaspar e Katharina Elizabeth Goethe.
1759 - Em janeiro, Frankfurt é invadida pelos franceses.
1765 - Em outubro, Goethe começa a cursar a universidade, em Leipzig.
1766 - Conhece Anette Schömkopf, inspiradora de seus primeiros poemas.
1768 - Gravemente enfermo, volta a Frankfurt.
1770 - Em Strasburgo, estuda direito, medicina, história e ciências políticas. Conhece Herder.
1771 - Licencia-se em direito. Em novembro, escreve a primeira versão do drama "Götz von Berlichingen".
1772 - Apaixona-se por Charlotte Buff.
1773 - Publica a segunda versão de "Götz von Berlinchingen". Inicia "Fausto; uma Tragédia".
1774 - Publica "Os Sofrimentos do Jovem Werther".
1775 - Na Páscoa, fica noivo de Lili Schönemann. Em outubro, rompe o noivado. Em novembro, parte para Weimar, a convite do Duque Carlos Augusto.
1776 - Estabelece-se em Weimar.
1779 - Encena o drama "Ifigênia em Táurida".
1786 - Em setembro, viaja para a Itália. Conclui a última versão de "Ifigênia".
1787 - Viaja pelo sul da Itália. Dedica-se a pesquisas científicas. Em junho, volta a Weimar.
1788 - Conhece Christiane Vulpius, mais tarde sua esposa. Conclui "Torquato Tasso". Conhece Schiller.
1794 - Estada em Iena, junto a Schiller.
1797 - Termina o poema "Hermann e Dorotéia".
1805 - Morte de Schilier.
1808 - Goethe publica "Fausto; uma Tragédia", e em outubro é recebido por Napoleão Bonaparte.
1819 - Termina "Divã Oriental".
1832 - Aos 2 de fevereiro termina o "Segundo Fausto", e, aos 22 de março, morre.

Autor: Luciano Dudu
Revisado por: Rafael de Liz.


Fonte de pesquisa:
 

Eu tomei a liberdade de fazer um resumo biográfico da vida de Goete, baseado em estudos em livros e principalmente na rede de domino público. Quando lê-se: “ A vida de Goete”, parte do material foi encontrado em uma rede sem fins lucrativos que tem como objetivo construir uma enciclopédia virtual chamada Wikipédia e no site casadobruxo.com.br
 

Fonte: http://en.wikipedia.org/wiki/Johann_Wolfgang_von_Goethe,
http://www.casadobruxo.com.br/poesia/j/jgoethebio.htm
Fonte: Livro Consolador – Pelo médium Francisco C. Xavier pela lavra mediúnica de Emmanuel
Fonte: Revista Espírita, Junho de 1859, compilada por Allan Kardec.
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                                                                                          Cidade de Weimar


UMA LIÇÃO DE CHICO XAVIER

30 de ago de 2010


Item 12 – FRATERNIDADE REAL

Pergunta – Chico Xavier, tem algum fato em sua experiência mediúnica que o tenha obrigado a pensar mais seriamente na fraternidade humana?

Resposta de Chico Xavier
 – Todas as mensagens que temos recebido durante o tempo de nossas singelas atividades na seara mediúnica, nos impelem a compreendermos a necessidade de esforço para que cheguemos à fraternidade, sentida, mas respeitando o tempo dos telespectadores, e pedimos sua permissão, lembraremos aqui um fato, de muita significação, que ocorreu em minha vida. Creio, não deveria levantar qualquer lance autobiográfico, mas é preciso que recorra a um deles para explicar a lição que recebi. Em 1939, desencarnou-se um de meus irmãos, José Cândido Xavier, deixando sob nossa responsabilidade, a viúva com dois filhinhos. A viúva de meu irmão era uma moça extraordinária, humilde e bondosa. Em 1941, ela foi acometida de grave distúrbio mental. O assunto é longo e vou resumir para que não venhamos a tomar muito tempo. Depois de alguns meses em que a viúva de meu irmão – que sempre consideramos nossa irmã muito do coração – estava conosco em casa, doente, o caso agravou-se requerendo internação numa casa de saúde mental, o que foi providenciado em Belo Horizonte, com o auxílio de médicos amigos, da cidade de meu nascimento – Pedro Leopoldo – perto da capital de Minas Gerais. Acompanhei minha cunhada, a quem sempre dispensei muita consideração e carinho e, ao interná-la na casa de saúde mental, observei o estado de muitos enfermos que ali estavam, naturalmente, abrigados, com muita segurança, proteção e assistência. Voltei para casa com o coração muito abatido. Era noite. O segundo filho de minha cunhada, com meu irmão, era uma criança paralítica. A criança chorava e eu me enterneci muito ao ver o pequenino sem a presença materna. Sentei-me e comecei a orar. As lágrimas vieram-me aos olhos, ao lembrar meu irmão desencarnado muito moço ainda, a viúva tão cedo também, numa prova tão difícil! Na incapacidade de dar a ela a assistência precisa, senti que minha dor era muito grande! Achegou-se, então, a mim, o Espírito de nosso amigo Emmanuel. Perguntou-me porque chorava. Contei-lhe que, naquela hora eu me enternecia muito por ver minha
cunhada numa casa de saúde mental em condições assim precárias. – Não! disse ele – você está chorando por seu orgulho ferido; você, aqui, tem sido instrumento para cura de alguns casos de obsessão, para a melhoria de muitos desequilibrados. Quando aprouve ao Senhor, que a provação viesse debaixo de seu teto, você está com o coração amargurado, ferido, porque foi obrigado a recorrer à assistência médica o que, aliás, é muito natural. Uma casa de saúde mental, um sanatório, um hospício, é uma casa de Deus. Você não deve ficar
assim. Disse-lhe, então, que concordava e pedi-lhe como espírito benfeitor, que trouxesse a minha cunhada de volta ao lar, pois a criança, o seu segundo filho era paralítico e
aquele choro atestava a falta que o pequenino sentia dela. Ela voltaria – afirmou-me. Mas aquele “Ela voltaria” poderia ser depois de muito tempo – o que de fato aconteceu só depois de dois anos. – Eu queria que ela voltasse depressa – disse a ele impaciente. – Imaginemos a Terra – respondeu-me – como sendo o Palácio da Justiça, e ela como sendo uma pessoa incursa em determinada sentença da justiça. Eu sou seu advogado e você é serventuário no Palácio da Justiça. Nós estamos aqui para rasgar ou cumprir o processo?
– Para cumprir – respondi. Continuei, porém, chorando por observar o assunto ser mais grave do que pensava. – Por que você continua chorando? – disse ele. Querendo me agastar, muito indevidamente, porque a minha atitude era desrespeitosa, diante de um amigo espiritual tão grande e tão generoso, disse-lhe: – Estou chorando porque, afinal de contas, o senhor precisa saber que ela é minha irmã! – Eu me admiro muito – respondeu-me – porque, antes dela, você tinha lá dentro naquela casa, trezentas irmãs e nunca vi você ir lá chorar por nenhuma. A dor Xavier não é maior que a dor Almeida, do que a dor Pires, do que a dor Soares, a dor de toda a família que tem um doente. Se você quer mesmo seguir a doutrina que professa, ao invés de chorar por sua cunhada, tome o seu lugar ao lado da criança que está doente, precisando de calor humano. Substitua nossa irmã, exercendo, assim, a fraternidade. – Foi uma lição que não posso esquecer!

Fonte: Livro Instruções Psicofônicas - F. C. Xavier - Espíritos  Diversos
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A MEDIUNIDADE DE CHICO XAVIER

Item 46 – MEDIUNIDADE COM JESUS

Pergunta  – Como entende você a mediunidade espírita com Jesus?

Resposta de Chico Xavier :

 – Para mim, e digo isso apenas com respeito à minha pobre e apagada pessoa, mediunidade espírita com Jesus tem sido um processo de iluminação, pelo qual, quanto mais os Bons Espíritos escrevem e se comunicam por meu intermédio, mais evidentes se tornam os meus defeitos e inferioridades, não só perante os outros como também diante de mim mesmo.
Compreendo, desse modo, que mediunidade com Jesus para mim tem sido um encontro progressivo e constante comigo mesmo, em que a luz dos Amigos Espirituais me mostra, sem violência, quanto preciso ainda aprender e trabalhar para melhorar-me.


item 7 – MEDIUNIDADE CONSCIENTE

Pergunta : O Sr. tem conhecimento das mensagens recebidas no exato momento, em que a recebe, ou somente depois as lê?

Resposta de Chico Xavier:
 – Normalmente, eu não tenho conhecimento do assunto. Leio a mensagem quanto
qualquer leitor. Agora, sobre a produção da mensagem, existem horários estabelecidos pelos
amigos espirituais. A determinadas horas, temos sessões públicas, a determinadas horas temos encontros espirituais particulares para a formação de livros. Fico então sabendo que
vamos ter esses encontros. Alias o teor da mensagem eu só conheço depois de recebida.

Fonte: Livro Instruções Psicofônicas - F. C. Xavier - Espíritos  Diversos
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MEDIUNIDADE E SERVIÇO - CHICO XAVIER

item 13 – MEDIUNIDADE E SERVIÇO

Pergunta- Compreendendo que, Chico Xavier, começou você com a mediunidade em 1927, como consegue perserverar com a mesma idéia no espaço dos últimos 41 anos?


Resposta de Chico Xavier:
 – Desde o princípio da mediunidade, os espíritos me habituaram à convivência com eles. Acredito que isso ocorreu dessa convivência pois, desde os cinco anos de idade, quando perdi minha mãe no plano material, sinto-me em contacto com os espíritos desencarnados.
A princípio na Igreja Católica e depois, mais tarde, desde 1927, no Espiritismo propriamente considerado. Creio que foi a convivência com os amigos espirituais. Eles – como por misericórdia me controlaram, me ajudaram a compreender a obrigação de atendê-los. Desse modo, essa perseverança não é devida a mim mas à influência deles.

 Fonte: Livro Instruções Psicofônicas - F. C. Xavier - Espíritos  Diversos
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MEDIUNIDADE GRATUITA

Item 8 – O SALÁRIO DA MEDIUNIDADE

P – Então quem trabalha tanto e trabalhou tanto até agora, nada recebe pelo seu
trabalho?

Resposta de Chico Xavier
- Graças a Deus, nunca entrou em nossas cogitações receber qualquer remuneração pelos livros psicografados, que os nossos amigos espirituais consideram como sendo um depósito sagrado. Mas é preciso que eu me explique. Tenho tido uma compensação muito maior que
aquela que pudesse vir ao meu encontro através do dinheiro: é a compensação da amizade.
O Espiritismo e a mediunidade trouxeram-me amigos tão queridos, que me dispensam tanto carinho, que eu me considero muito mais feliz com estes tesouros do coração, como se tivesse milhões à minha disposição.

Fonte: Livro Instruções Psicofônicas - F. C. Xavier - Espíritos  Diversos
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O TRANSE MEDIUNICO EM CHICO XAVIER

Item 10 – IMPRESSÕES NO TRANSE MEDIÚNICO

P– Quais as suas impressões quando está psicografando um dos romances de Emmanuel ou um livro de André Luiz, por exemplo?

Resposta de Chico Xavier 
Em verdade eu não sei as palavras, não tenho conhecimento do desenvolvimento verbal daquilo que o amigo espiritual está escrevendo, mas eu me sinto dentro do clima do livro que eles estão escrevendo. Por exemplo: quando nosso amigo espiritual, Emmanuel, começou a escrever o livro “Há dois mil anos”, em 1938, comecei a ver uma cidade, depois vim a saber que era Roma. Havia jardins na cidade e aquilo me conturbou um pouco, causou-me um certo assombro. Tendo perguntado, disse-me que estava escrevendo com ele como com alguém debaixo de uma “hipnose branda”; eu estava no seu pensamento conquanto não soubesse as palavras que ele escrevia. E assim tem sido até hoje.


Fonte: Livro Instruções Psicofônicas - F. C. Xavier - Espíritos  Diversos
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CHICO XAVIER - LEVADO A COLÔNIA " NOSSO LAR"

24 de ago de 2010


9 – "A CIDADE "NOSSO LAR"
P – O Espírito de André Luiz descreveu experiência de sua vida na condição de
desencarnado,numa cidade espiritual em seu livro, exatamente este que aqui está,traduzido para o japonês ("Nosso Lar"). Como médium o senhor pode atestar cidades como esta, fora do plano terrestre?

Resposta de Chico Xavier :
 Eu não posso transferir a minha certeza àqueles que me ouvem, mas posso dizer que, em 1943, quando o espírito de André Luiz começou a escrever por nosso intermédio senti grande estranheza com o que ele ditava e escrevia.
Certa noite, tomadas as providências necessárias, segundo a orientação de Emmanuel, ele próprio e André Luiz me levaram a determinada parte, a determinado bairro da cidade de “Nosso Lar”. Posso dizer que fui em desdobramento espiritual na chamada zona hospitalar da cidade. Foi para mim uma excursão espiritual inesquecível, como se eu desfrutasse os favores de um espírito liberto.
Mas, eu preciso explicar aos telespectadores que fui em função de serviço, naturalmente, assim como um animal – no tempo em que não tínhamos automóvel, locomotiva e avião – um animal que servia a professores para determinados tempos de viagem.
Vi muita coisa maravilhosa sem compreender tudo ou entender muito pouco, porque fui em função de serviço, não por mérito.

Fonte: Livro Instruções Psicofônicas - F. C. Xavier - Espíritos  Diversos
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Leia com atenção

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Nota de esclarecimento

As imagens contidas neste blog, são retiradas do banco de imagens da rede web.
Agradeço a todos que compartilham na rede tais imagens e até mesmo textos.
Caso haja algum problema de utilização em meu blog de algum material de sua autoria, entre em contato para que eu proceda a retirada.
Luciano Dudu